12 de junho de 2022

"Serveja", evento que promove a cultura cervejeira, vai agitar Teresópolis

O maior evento cervejeiro de rua do estado do Rio está de volta em Teresópolis. De 16 a 19 de junho, no Parque Regadas e Praça Olímpica, com entrada franca.


O "S" da serveja no nome do evento simboliza o verbo ser, de ser cervejeiro. O evento terá 24 shows em 02 palcos, cervejas artesanais, gastronomia, feira de moda, arte, design, decoração, artesanato, espaço kids e muito mais. O evento é Pet Friendly.


PROGRAMAÇÃO: 


- PALCO SESC (Parque Regadas)


16/06 -


18h - Oahu Abbas


20h - Âncora Trio


22h - Maurício Gielman


17/06 - 


18h - Codinome Barão


20h - Cidade Roots


22h - Douglas Mendes


18/06 - 


18h - Mother Mary


20h - Folk-se


22h - Acústicos Anônimos


19/06 - 


17h - Guinho Tavares Trio


19h - Oahu Abbas


21h - Rock da Kombi


PALCO BLACK PRINCESS (Praça Olímpica)


16/06 - 


18h - Tia May


20h - Ultravioleta


22h - Nós do Samba


17/06 - 


18h - Alkateia 


20h - Banda Hanne


22h - Lucas Israel


18/06 - 


18h - Absinto


20h - Comadre Davilla


22h - Hugo Rocha


19/06 - 


17h - Mr Sync


19h - Banda 4.Zero


21h - Tiago Souza




CERVEJARIAS CONFIRMADAS:


- Black Princess


- Noi


- Mistura Clássica


- Odin


- Criatura 


- Mad Brew


- Craft Beer


- Belgarioca


- Guapa


- Rota Imperial


- Growler Stop


GASTRONOMIA CONFIRMADAS:


- Vulcano


- Sal e Baunilha


- Ossos


- Piporca


- Bondinho Carioca


- Dona Coxinha


- Dom Burguer


- Petit Poulet


- Pão de Alho do Kiki


- Crepes Bon Profit


- Churros D'Ale


FEIRA PLURAL DELAS


- AK Acessórios


- Maju


- Only You


- Dani Lima


- Una Decoração


- SB Shine


- Le Poupée


- Likha Candle & Kraft


- Monerart


- Lavandinha Crochê


- Dani Loop


- Anne Claire


- Lovezin


16 de março de 2026
Com curadoria e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz no museu Janete Costa em Niterói até 29 de março de 2026. Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos. Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes e histórias que atravessam gerações. Cada peça revela a marca das mãos que a moldaram e a herança de quem ensinou o ofício. No barro, na fibra e na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas de toda a América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para proteger, proteger para preservar, preservar para celebrar. A arte popular latino-americana é feita desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós. Jorge G. Mendes Curador Acolher é um gesto de humanidade. É um ato de cuidado que reconhece o outro, que o legitima e o preserva. A reunião dessas obras criadas por artistas populares, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas, reafirma o compromisso da Fundação de Arte de Niterói em proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro - especialmente aquele que nasce das mãos e dos saberes coletivos. É nesse encontro que celebramos a pluralidade da nossa arte, viva, pulsante e ancestral. O Museu Janete Costa de Arte Popular se torna, mais uma vez, um espaço de pertencimento: um lugar onde memórias são honradas, identidades são reconhecidas e o Brasil profundo encontra visibilidade e respeito. Que esta exposição inspire em cada visitante o desejo de acolher histórias, tradições, territórios e pessoas. Micaela Costa Presidenta da Fundação de Arte de Niterói
16 de março de 2026
Nesse mês dedicado às mulheres, a Sala José Cândido de Carvalho, sob Curadoria de Desirée Monjardim, traz 11 potentes artistas que, em coletivo, entrelaçam vozes, gestos e visões, afirmando o feminino como linguagem, território e permanência um campo vivo de criação, direito e memória. Segundo Be Sancho, artista visual, curador e mestre em Ensino de História, "no encontro cultivamos afetos, tecemos memórias, nutrimos a corpo-templo. É nesse espaço de trocas que as artistas visuais revelam a dimensão sensivel e insurgente do feminino, expandindo seus gestos criadores em potência e poder, sensibilidade e beleza, marcando presença em nosso tempo e lugar de pertencimento. São discursos estéticos que nos inspiram a ver para além do percebido de imediato, atravessando camadas visiveis e invisíveis, nos movendo a seguir com confiança na construção de novos valores e sentidos. A mulher em suas diferentes dimensões ganha potência nessa mostra, onde cada artista nos oferece diferentes perspectivas estéticas e poéticas. Pintura, cerâmica e fotografia compõem o campo sensível da exposição, ofertando-nos elementos simbólicos que nos impulsionam a imaginar e a construir novas narrativas sobre o feminino."  Serviço Exposição: 'O Feminino é Arte' - coletivo Curadoria: Desirée Monjardim Assistente de curadoria: Lina Ponzi Abertura: 10 de março de 2026, às 18h Visitação: Até 08 de maio de 2026 - 2ª a 6ª, das 9h às 17h Local: Sala José Cândido de Carvalho Rua Presidente Pedreira, 98. Ingá, Niterói