
A Constituição Federal, dentre os direitos fundamentais e suas garantias sociais traz, além de muitos outros, o Direito à Cultura e ao Lazer. No Brasil, o Direito à Cultura é previsto na Carta Magna como um direito fundamental do cidadão. Segundo ela, cabe ao Poder Público possibilitar efetivamente a todos a fruição dos direitos culturais, mediante a adoção de políticas públicas que promovam o acesso aos bens culturais, a proteção ao patrimônio cultural, o reconhecimento e proteção dos direitos de propriedade intelectual bem como o de livre expressão e criação. O direito à cultura é uma eficácia da garantia social ao lazer, uma vez que impõe como competência da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, a proteção aos bens de valor histórico e artístico e a promoção ao meio de acesso à cultura, educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação, não perdendo de vista o esporte, como um meio de lazer. Muito embora o lazer e a cultura, na prática, tenham se mostrado direitos relegados ao segundo plano em relação aos demais direitos fundamentais e sociais, eles tangenciam diversas áreas das garantias sociais e individuais, a exemplo do direito à educação, trabalho, segurança, proteção à infância, direitos autorais e artísticos. E portanto, a garantia social ao lazer é abarcada no próprio Direito à Cultura. O Direito da Cultura e Entretenimento pode ser traduzido então como um direito fundamental, como uma garantia social, onde é aplicado às atividades culturais e desportivas, com o objetivo de proporcionar segurança jurídica e garantir o respeito às leis no desenvolvimento das artes e dos esportes, bem como promover seu acesso à sociedade. Não há dúvidas que a Lei de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet) e a Lei do Audiovisual (Lei nº 8.685/93) possibilitaram a amplitude das políticas públicas relacionadas à cultura, lazer e esporte, a exemplo do PRONAC - Programa Nacional de Apoio à Cultura. As leis surgiram com o escopo de incentivar o investimento em cultura em troca, a princípio, de incentivos fiscais, pois com o benefício no recolhimento do imposto a iniciativa privada se sentiria estimulada a patrocinar eventos culturais, uma vez que o patrocínio além de fomentar a cultura, valoriza a marca das empresas junto ao público. Com a Lei Rouanet surgiram três formas possíveis de incentivo no país: o Fundo Nacional de Cultura (FNC), os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficart) e o Incentivo a Projetos Culturais por meio de renúncia fiscal (Mecenato). Ocorre contudo, que com o tempo a lei foi ficando defasada, além de ter sido totalmente mitigada com a implementação de Medidas Provisórias e destinação de recursos divergentes daqueles do mercado artístico, cultural e desportivo. O surgimento da internet, equilíbrio na inflação, mudança do contexto artístico, cultural, político e econômico do Brasil para o mundo, fez como que o Ministério da Cultura, incentivasse uma mudança, surgindo então o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura – Procultura (Projeto de Lei nº 6722/2010), que veio a alterar a Lei Rouanet. O apoio do Ministério da Cultura aos projetos culturais por meio da Lei Federal e também por editais para projetos específicos, lançados periodicamente, valoriza a diversidade e o acesso à cultura, como um direito de todos dentro da democracia e ampliando a liberdade de expressão. Hoje a cultura tornou-se uma economia estratégica no mundo, que depende não só do investimento público como do privado. O acesso à cultura e ao lazer está diretamente ligado a um novo ciclo de desenvolvimento do país: a universalização do acesso, diversidade cultural, desenvolvimento da economia e cultura. Não se perca de vista a realização da Copa e das Olimpíadas, por exemplo, que levam as empresas a injetarem um maior investimento nos atletas, assim como nos eventos culturais nas localidades onde são realizados. Em meio a esse turbilhão de direitos e garantias fundamentais, mesmo com o esforço do Governo nas diversas tentativas de implementação de políticas públicas, válido destacar que, embora levado a segundo plano, o Direito da Cultura e Entretenimento em verdade está saindo nesta zona de “sub-direito”, para se lançar como uma potencial garantia jurídica. Afora as políticas públicas e ações do governo, que podem ser exigidas a partir de uma Ação Popular, ou em um litígio casuístico, as ações de empresários como realização de eventos por produtores culturais no Brasil, também são alvos de lide, demandas judiciais tanto públicas como privadas. Festivais de artes, espetáculos, shows e festas, estão sujeitos a uma série de controles e restrições, o que ocasiona grande impacto urbanístico e ambiental, e por envolverem interesses de uma grande gama de categorias especiais, como, por exemplo, crianças, adolescentes, consumidores, estudantes, entre outras, exigem um amplo conhecimento nas diversas áreas jurídicas, além de abrangerem um grande número de leis esparsas das mais diversas naturezas; algumas locais, outras estaduais e nacionais, que têm que ser conhecidas por todos aqueles que se propõem e se dedicam à realização de eventos no país. Pode-se concluir que o Direito da Cultura e Entretenimento não só tem espaço no mundo jurídico como reina em diversas áreas que burocratizam e disciplinam a arte, cultura, lazer, o esporte, educação e quantos ramos forem necessários para se garantir a efetividade do exercício da garantia constitucional, seja a um cidadão comum, como ao empresário. Por Suzana Fortuna

A cidade de Niterói recebe no dia 2 de outubro de 2026 (sexta-feira), às 18h, o balanço e a pimenta da música do Norte com o show “Amazônica”, da cantora e compositora Emília Monteiro. A apresentação acontece no palco do Sesc Niterói e integra a circulação da artista pelo estado do Rio de Janeiro viabilizada pelo edital Sesc Pulsar. Os ingressos variam entre R$ 7,50 e R$ 15. Filha de família amapaense e paraense e reconhecida como uma das maiores expoentes da cultura amazônica na capital federal, Emília entrega um show imersivo, festivo e dançante. A performance costura a ancestralidade de ritmos tradicionais como o marabaixo, o lundu, o batuque do Amapá e o carimbó à vertente urbana do Amazônia Pop, representada pela lambada, pelo brega e pelo tecnobrega. No palco, a artista se apresenta em formação de trio elétrico e moderno (baixo, guitarra e bateria), potencializando o balanço e a pimenta de suas origens. Sua trajetória de mais de uma década inclui parcerias e palcos divididos com lendas da música do Norte, como sua madrinha musical Dona Onete (que gravou com Monteiro a faixa “Veneno de Cobra”), Mestre Manoel Cordeiro, Mestre Aldo Sena, Gaby Amarantos, Felipe Cordeiro e Lia Sophia, além de idealizar o Bora Coisar, único bloco de Carnaval de temática amazônica em Brasília. Em 2026, Emília integrou o disco Te Dou um Norte, de Manoel Cordeiro (na faixa “Pocoroco”), e prepara o lançamento de um novo EP sob direção do próprio mestre. A turnê “Amazônica” promete esquentar os corpos e corações do público fluminense em uma celebração vibrante e imperdível. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Sesc Niterói na Rua Padre Anchieta, 56, em Niterói. Serviço Emília Monteiro apresenta o show “Amazônica” (Edital Sesc Pulsar) Data: 2 de outubro de 2026 (Sexta-feira) Horário: 18h Local: Sesc Niterói Endereço: Rua Padre Anchieta, 56 – Centro – Niterói/RJ Inteira: R$ 15,00 Meia-entrada: R$ 7,50 Convênio: R$ 13,50 Credencial Convênio Empresário: R$ 11,00 Credencial Plena Sesc: R$ 10,50

Um grupo de jovens se reúne para participar de uma competição de corais. Mas, para eles, o processo vai muito além da música: envolve vida, aprendizado, passado, presente e futuro. Essa é a história do espetáculo “Soul Aprendiz - O Musical”, que o Coro e a Orquestra Aprendiz Musical apresentam nos dias 2 e 3 de outubro, no Theatro Municipal de Niterói. O elenco é formado por alunos do Aprendiz Musical, Programa da Prefeitura de Niterói que oferece aulas gratuitas de música para mais de 10 mil estudantes na cidade. A diretora executiva do Aprendiz Musical, Juliana Pelca, celebra a iniciativa: “É mais uma entrega muito especial neste ano em que celebramos os 25 anos do Programa Aprendiz Musical. Reunir cerca de 80 alunos no palco em um espetáculo dessa dimensão traduz muito do que construímos ao longo dessa trajetória: formação musical, convivência, experiência de palco e a oportunidade de nossos alunos participarem de grandes produções.” “Soul Aprendiz - O Musical” evidencia a união, a valorização das diferenças e a construção das identidades de cada pessoa. Música soul brasileira e norte-americana no palco O diretor cênico do musical e responsável pela ementa Teatralidades, atividade do Programa voltada ao estudo de interpretação e expressão, Marcelo Alvim, define a obra: “A narrativa de Soul Aprendiz estabelece um paralelo com a própria história desse gênero no Brasil, que se consolidou ao incorporar influências do funk e da música soul norte-americana. No enredo, um grupo de jovens integrantes de um coral, inicialmente habituado à música estrangeira, é apresentado à riqueza da cultura brasileira, vivenciando um processo de ‘abrasileiramento’ de seu repertório.” A seleção musical reúne clássicos do soul e da Música Popular Brasileira, passando por artistas como Aretha Franklin e Michael Jackson, Sandra de Sá e Tim Maia. Entre as canções estão “Oh Happy Day”, clássico que atravessou gerações e ganhou destaque no filme “Mudança de Hábito”, estrelado por Whoopi Goldberg; “Respect”, “Olhos Coloridos”, “Sá Marina”, “Primavera” e “Do Leme ao Pontal”. O diretor musical do espetáculo e coordenador pedagógico geral do Programa, João Reis, destaca a importância desse encontro entre as culturas brasileira e norte-americana: “Para os alunos, é uma oportunidade de conhecer e resgatar esse repertório, entrar em contato com músicas que fazem parte dessa trajetória da música soul e perceber como um mesmo estilo pode ganhar diferentes formas e características.” 25 anos de vidas transformadas pela música Entre os jovens que participam do espetáculo está a atriz e cantora Samyra Araújo, de 18 anos. Para sua mãe, Sônia Araújo, o Aprendiz Musical teve um papel importante na transformação da vida da filha. Samyra entrou no Programa há quatro anos, por meio de um edital, em um momento em que enfrentava uma depressão profunda. “O Aprendiz Musical chegou à vida da Samyra em um momento muito difícil, porque ela estava enfrentando uma depressão profunda. Ficava no quarto escuro, não se alimentava e não tinha contato com ninguém. Quando ela entrou no Programa, eu vi uma esperança, porque sabia que ela sempre teve afinidade com a música”, explica Sônia. Para ela, os avanços da filha são evidentes. Em 2025, Samyra participou pela primeira vez de uma peça, no musical realizado pelo Programa em homenagem a Dona Ivone Lara. “Ali, ela conseguiu se expressar e se desenvolver ainda mais. Como ela também é autista e tem diagnóstico de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), foi um grande desafio. O Aprendiz tem sido um desafio diário, mas com um resultado muito positivo”, comemora a mãe, que verá a filha realizar um solo pela primeira vez durante o espetáculo ‘Soul Aprendiz - O Musical’. O espetáculo acontece somente nos dias 2 e 3 de outubro (sexta e sábado), às 19h, no Theatro Municipal de Niterói, na Rua XV de Novembro, 35, Centro. Com duração de 90 minutos e classificação livre, os ingressos custam R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia-entrada). A venda de ingressos tem início nesta quinta-feira (17/09), às 15h, no site FeverUp ou na bilheteria do Theatro. O Programa Aprendiz Musical é realizado pela Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Economia Criativa e Ações Estratégicas, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Serviço Soul Aprendiz - O Musical Dias 2 e 3 de outubro (sexta e sábado), às 19h Theatro Municipal de Niterói – Rua XV de Novembro, 35, Centro Duração: 90 minutos Classificação: livre Ingressos à venda pelo site FeverUp ou na bilheteria do Theatro: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia-entrada)
“O Palco é Nosso” é o nome do concerto que a Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga apresenta do dia 5 de outubro (segunda-feira) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro para comemorar seus cinco anos de trajetória, conquistas e transformações por meio da música. Dedicado à obra de Gilberto Gil, o espetáculo, sob a regência da maestra Priscila Bomfim, conta com as participações especiais de Flor Gil e de Toni Garrido, além do Coro Juvenil do Rio de Janeiro. Uma experiência sinfônica que reúne a potência da obra de um dos maiores compositores da música brasileira à força e à sensibilidade de uma nova geração de jovens musicistas. O concerto, com patrocínio master da Petrogal Brasil, joint venture Galp/Sinopec e patrocínio da Zurich Santander Brasil, ambos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, será um passeio pela obra de Gilberto Gil, com interpretações de músicas que dialogam com diferentes momentos da trajetória da orquestra — a infância, a juventude, a identidade brasileira, a liberdade, a fé, a alegria, os sonhos e, sobretudo, a capacidade de transformar a própria história. A escolha de homenagear a obra de Gil nasceu de uma roda de conversa com as próprias meninas da orquestra sobre o significado de “palco”. “Para as Chiquinhas, palco é um lugar simbólico, o ponto de chegada de uma trajetória que começa com as primeiras notas nos polos de musicalização do IBME e se constrói pouco a pouco, até o reconhecimento da família, a universidade, os grandes concertos e a realização de sonhos que antes pareciam distantes”, conta a pianista Moana Martins, diretora-executiva do Instituto Brasileiro de Música e Educação (IBME), organização social sem fins lucrativos da qual a OSJ Chiquinha Gonzaga faz parte. SERVIÇO O Palco é Nosso – OSJ Chiquinha Gonzaga toca Gilberto Gil Data: 05 de outubro de 2026 (segunda-feira), às 19h Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, S/N – Centro) Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) Classificação etária: Livre Apoio: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro e Theatro Municipal do Rio de Janeiro

O Theatro Municipal de Niterói abre suas cortinas, nos dias 02 e 03 de outubro, sexta e sábado, às 19h, para o musical "Soul Aprendiz", que conta a história de jovens que, durante a preparação para uma competição de corais, descobrem na música um espaço de identidade, pertencimento e liberdade. Ao som de clássicos da soul music e da música popular brasileira, com canções de nomes como Aretha Franklin, Michael Jackson, Sandra de Sá e Tim Maia, o espetáculo celebra a potência dos jovens do Coro e da Orquestra Aprendiz Musical. Sobre o Programa Aprendiz Musical: O Programa Aprendiz Musical, iniciativa da Prefeitura de Niterói, celebra 25 anos em 2026, consolidando-se como uma das mais importantes políticas públicas de formação musical e inclusão social do Brasil. Atualmente, oferece aulas gratuitas de música para cerca de 10 mil estudantes da rede municipal de ensino e mantém três polos de educação continuada, que abrigam ensaios de orquestras e corais. O Aprendiz Musical é realizado pela Prefeitura de Niterói, por meio da Secretaria Municipal de Economia Criativa e Ações Estratégicas, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Sobre a Orquestra Aprendiz Musical: A Orquestra Aprendiz Musical é formada por cerca de 50 músicos de 18 a 20 anos de idade e é a principal orquestra do Programa Aprendiz Musical, reunindo jovens com nível mais avançado de conhecimento musical. Fundada em 2007, o conjunto já teve o nome de Orquestra Sinfônica Aprendiz (OSA) e Orquestra Jovem de Niterói e desde então é conduzida pelo maestro Evandro Rodriguese. A formação tem em seu repertório peças eruditas e populares e busca sempre priorizar o repertório nacional. Os instrumentos utilizados na orquestra são flauta, oboé, clarinete, fagote, trompa, trompete, trombone, tuba, violino, viola, violoncelo, contrabaixo e percussão. Sobre o Coro Aprendiz Musical: O Coro Aprendiz Musical tem como objetivo promover a formação dos alunos por meio da prática coral de excelência, buscando desenvolver a integração social e o gosto pela música. Uma das estratégias é a execução de um repertório diversificado, que inclui músicas eruditas e populares de várias nacionalidades, estilos e gêneros, despertando o engajamento dos alunos e do público. O conjunto é composto por cerca de 30 alunos com até 24 anos de idade, sob a regência de Leandro Campanate. Teatralidades: Trata-se do estudo de interpretação e expressão, voltado ao desenvolvimento de habilidades comunicativas destinado aos alunos dos coros do Programa Aprendiz Musical. Conduzidas semanalmente pelo professor Marcelo Alvim, as aulas preparam os alunos do Coro Aprendiz Musical para o musical. Serviço Soul Aprendiz, O Musical - Coro e Orquestra Aprendiz Musical Datas: 02 e 03 de outubro de 2026 Horário: Sexta e sábado, às 19h Classificação indicativa: Livre Duração: 90min Crédito da foto: Márcio Sili Ingressos: R$ 4,00 (inteira) Local: Theatro Municipal de Niterói End: Rua XV de Novembro, 35, Centro - Niterói Site: www.tmjc.com.br

O Rio de Janeiro será palco, no dia 10 de outubro, de um grande encontro de humor: o Só Rio Comedy Festival, que acontece a partir das 18h na casa de shows Ribalta, na Barra da Tijuca. Com capacidade para até 3 mil pessoas, o evento é apresentado como o maior festival de comédia já realizado na cidade, reunindo diferentes gerações e estilos do humor carioca em uma única noite. O line-up traz nomes consagrados e fenômenos das redes sociais lado a lado. Entre os confirmados estão Sergio Mallandro, com mais de quatro décadas de carreira na TV, cinema e palcos; Yuri Marçal, conhecido por turnês esgotadas em todo o país; Paulinho Serra, um dos humoristas mais versáteis do Brasil; Gigante Léo, presença marcante no stand-up carioca; Apóstolo Arnaldo, criador de conteúdo com grande engajamento digital; e Jefinho, reconhecido nacionalmente por sua trajetória na TV e nos palcos. Também participam Snoop Toddy, Matheus Mad, Pedro Pan, Daniel Lopes, Ranther Melo, Pahby, Thiago Chagas/Fernandona e Bruna Campelo. O festival acontece no Ribalta, espaço conhecido por sua estrutura de ponta e acústica de qualidade, consolidado como um dos principais palcos de grandes eventos da Barra da Tijuca. A expectativa dos organizadores é que o Só Rio Comedy Festival se torne um marco no calendário cultural da cidade, reunindo milhares de fãs em celebração ao humor carioca. Os ingressos estão disponíveis pela Bilheteria Digital, com a opção de ingresso solidário: quem doar 1 kg de alimento não perecível garante 50% de desconto na compra. Toda a arrecadação será destinada à Fundação Darcy Vargas. Mais informações sobre lotes e atualizações podem ser acompanhadas pelo Instagram oficial do festival, @soriocomedyfestival

Ator, diretor e escritor, Marcelo Aquino lança seu novo livro “Entre tardes, estações e temporais”, com sessão de autógrafos em 01 de outubro, na livraria Blooks, em Botafogo. Com publicação da editora portuguesa INFINITA, o livro reúne os textos Fim de Tarde, encenado em 2026, com duas temporadas no Rio de Janeiro, Na próxima Estação e Lá Fora Temporal. As três peças, ambientadas em espaços e tempos distintos, dialogam entre si por afinidades estruturais, temáticas e éticas. Com mais de 20 textos encenados, Aquino traz para sua dramaturgia importantes discussões sobre desigualdades sociais, relações de poder e dificuldades de comunicação entre as pessoas. “Entre tardes, estações e temporais” tem curadoria de Gilberto Gouma, que também assina o prefácio. Sobre o Autor: Marcelo Aquino é Ator, Diretor, Autor e Preparador Corporal para as artes cênicas. Autor dos livros "A História do Príncipe Que nasceu Azul" e "Lado A Lado B". Entre seus principais textos encenados estão A História do Príncipe Que nasceu Azul, Lá Fora Temporal, Fim de Tarde e Berta - Minha vida por um palco, cuja montagem estreou em setembro, no Rio de Janeiro. Como ator tem relevante atuação na cena teatral brasileira, trabalhando com importantes diretores e tendo participado de montagens premiadas, além de novelas, séries e filmes. Preparador de atores para o audiovisual com um trabalho marcante na Rede Globo, entre novelas e séries, tendo preparado elencos para renomados diretores. Graduado em Artes Dramáticas, pós-graduado em Preparação Corporal para as artes cênicas e Mestre em dança pela faculdade Angel Vianna, na sua pesquisa, há muitos anos explora um olhar sobre a fronteira entre dança e teatro que culminou na proposta de treinamento intitulada DRAMATURGIAS DO CORPOESPAÇO. Sua metodologia é aplicada nas instituições em que atua como professor, além dos workshops e oficinas que ministra pelo Brasil em importantes festivais de cinema, teatro e dança. SERVIÇO: O QUE? Lançamento de "Entre tardes, estações e temporais", de Marcelo Aquino QUANDO? 01 de Outubro, Quinta-feira -19h ONDE? Blooks Livraria - Botafogo - Praia de Botafogo, 316 CONTATO: 21 9 9562 7676

Vivemos em uma sociedade que valoriza histórias de superação, decisões rápidas e confiança inabalável. Mas e se não superarmos? E se estivermos inseguros? E se caminharmos aos tropeços? São essas perguntas que conduzem o espetáculo “Duvido”, que reestreia, dia 2 de outubro, na Sede da Cia dos Atores, na Lapa. Com texto e atuação de Marcéli Torquato e direção de Camila Nhary, o monólogo cômico nasceu da vontade da autora de investigar a dúvida como força criativa e propor um espaço onde desconfia-se das certezas. O ponto de partida é o grande arquétipo da dúvida na literatura ocidental: Hamlet, de William Shakespeare. Um homem atravessado pela hesitação persistente, que investiga até as últimas consequências o preço de agir e o de não agir. O famoso monólogo “Ser ou não ser?” atravessa o espetáculo como confronto direto com a nossa própria pergunta sobre o que significa seguir, quando tudo parece incerto. Na trama, uma atriz espera Hamlet, que está atrasado. Enquanto ele não chega, o palco se transforma em aeroporto, casa e pensamento. Entre malas, voos, dúvidas e perguntas, a peça percorre histórias de infância, maternidade, amor, medo, luto e desejo, costurando textos clássicos de Shakespeare com temas contemporâneos. Em diálogo direto com o público, a personagem cria um jogo entre hesitação persistente e certeza, entre o que está ensaiado e o que acontece na vida. Hamlet desvenda um assassinato através de uma peça de teatro: em “Duvido”, o teatro também entra como motor, mas aqui para ensaiar a vida. A personagem se sente segura no palco, é o lugar onde ela acredita que tudo está sob controle, tudo está tudo ensaiado. O solo acompanha uma atriz em estado permanente de dúvida. Enquanto espera Hamlet, a personagem cria um jogo entre hesitação persistente e certeza, entre o que está ensaiado e o que acontece na vida, entre a segurança do que se ensaia e a imprevisibilidade da vida real. Serviço Espetáculo: Duvido Temporada: de 2 a 25 de outubro de 2026 Sede da Cia dos Atores: Rua Manuel Carneiro, 12 – Santa Teresa/Lapa – Rio de Janeiro Dias e horários: sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 19h. Lotação: 67 lugares Duração: 1h Classificação: 12 anos Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada) Venda de ingressos: na bilheteria e no site Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/duvido/3566710

‘Titanique — O Musical’ finalmente chega ao Rio de Janeiro no dia 10 de outubro após temporada de grande sucesso em São Paulo e encantar plateias em Nova York, Londres, Sydney, Toronto e Paris. Desde a estreia em Nova York, o espetáculo se tornou um dos maiores fenômenos off-Broadway, conquistando os prêmios Lucille Lortel e Off-Broadway Alliance de Melhor Musical. Em 2025, fez história novamente ao vencer como Melhor Musical de Comédia no Olivier Awards, em Londres, ganhando também o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante. Por onde passa, o musical é um sucesso de público e crítica. Tem 4 indicações ao Tony Awards em 2026: Melhor Musical, Melhor Atriz em Musical, Melhor Ator Coadjuvante em Musical e Melhor Libreto. No Brasil, venceu o Prêmio do Humor na categoria especial, como Melhor Elenco, concorrendo ainda como Melhor Espetáculo, Melhor Direção e Melhor Performance. SERVIÇO: Teatro Claro Rio – Rua Siqueira Campos, 143 – 2º piso – Copacabana. Temporada: 10 de outubro a 08 de novembro Sessões: Quintas e Sextas às 20h Sábados às 16h30 e 20h Domingos às 16h Preços: A partir de R$25,00 (meia entrada)

De 1º a 10 de outubro, o Cine Odeon será palco de estrelas internacionais e grandes nomes do cinema, como a francesa Philippine Leroy-Beaulieu, o diretor Karim Aïnouz e o iraniano Asghar Farhadi, vencedor de dois Oscars. Além das sessões de gala e do tapete vermelho, o evento abriga o RioMarket, espaço dedicado ao mercado audiovisual. No Armazém da Utopia, profissionais do setor — artistas, produtores e distribuidores — se reúnem para discutir tendências, firmar parcerias e desenvolver novos projetos. À frente do festival, Walkiria Barbosa, Ilda Santiago e Vilma Lustosa conduzem debates e workshops que refletem sobre como ampliar o público das produções nacionais. A atriz Vanessa Giácomo, embaixadora do evento, destaca que “enquanto os cariocas aproveitam os filmes, o mercado se movimenta nos bastidores”. Em um momento de expansão da indústria, o cinema brasileiro vive seu melhor desempenho histórico: segundo a Ancine, os investimentos em 2025 chegaram a R$ 1,41 bilhão, um crescimento de 29% em relação ao ano anterior e de 179% comparado a 2021.

Com um elenco de 25 crianças, música ao vivo, humor e fantasia, “Alice, Um Musical” estreia no Teatro Nathalia Timberg, na Barra da Tijuca, em curta temporada, de 03 a 25 de outubro, aos sábados e domingos, às 15h. Com direção de Rafaela Amado, direção musical de Anna Hannickel e direção de movimento de Sueli Guerra, a nova prática em teatro musical da escola Wolf Maya celebra a imaginação, a curiosidade e a coragem de descobrir quem somos em um universo onde tudo pode acontecer. Alice é uma menina curiosa e cheia de imaginação que, ao seguir um apressado Coelho Branco, mergulha em um mundo fantástico onde nada parece obedecer às regras. Em sua jornada pelo País das Maravilhas, encontra criaturas extraordinárias e vive situações surpreendentes que desafiam sua lógica e sua maneira de enxergar o mundo. Serviço: Temporada: de 03 a 25 de outubro Dias e horário: sábados e domingos, às 15h Local: Teatro Nathalia Timberg - Escola de Atores Wolf Maya - Av. das Américas, 2.000 (Freeway) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ Ingressos: de R$ 50 a R$ 125, vendas no site https://bileto.sympla.com.br/event/125790/

Na segunda-feira, 28 de setembro, a partir das 17h30, o projeto Palco Niterói Música, na Calçada do Theatro Municipal de Niterói, recebe dois talentosos cantores da nossa cidade para shows gratuitos e imperdíveis. Às 17h30, o cantor e compositor Marcus Lima, que apresenta "Nossos Ídolos e Nossas Canções", show que propõe um encontro caloroso entre a obra dos mestres da MPB que o influenciaram e a trajetória autoral do artista. No roteiro, Marcus reverencia suas referências - Chico Buarque, Gonzaguinha, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Cazuza, Raul Seixas, João Bosco, Aldir Blanc, Djavan e Márcio Proença, entrelaçando esses clássicos às suas próprias composições, incluindo uma canção especial sobre o futebol, marca de suas origens. Às 19h, é a vez de Germana Guilhermme subir ao palco. Cantora, compositora, atriz, diretora, montadora e roteirista, Germana é uma artista cearense radicada por muitos anos em Niterói. Como integrante do grupo Rio Soul lançou em 1999, um CD pelo Selo Niterói Discos. Recentemente integrou o coletivo 50+ , composto por 5 cantoras/compositoras com mais de 50 anos que lançaram um EP em 2024 no dia internacional da mulher.bGermana Guilhermme está gravando seu primeiro álbum autoral que se chama "Origem" com produção musical de seu filho Azulllllll. Serviço Palco Niterói Música com Marcus Lima e Germana Guilhermme Data: Segunda-feira, 28 de setembro de 2026 Horário: A partir das 17h30 Evento Gratuito Classificação indicativa: Livre Local: Calçada do Theatro Municipal de Niterói End: Rua XV de Novembro, 35 - Centro

Com idealização de Pedro Monteiro e direção artística de Cavi Borges, o projeto contará com 12 sessões gratuitas de filmes nacionais, seguidas de debates. Na abertura, será exibido “Marte Um”, de Gabriel Martins Segundo pesquisa da Ancine, apenas uma em cada dez pessoas que foram ao cinema em 2025 assistiram a um filme nacional. Atentos a esses dados, o produtor e ator Pedro Monteiro e o cineasta Cavi Borges criam projetos que buscam despertar o interesse de jovens pelas obras nacionais, além de ampliar o número de salas de cinema na cidade e contribuir para a formação de novos públicos. Em 30 de setembro, a dupla lança o Cineclube Cavídeo, na Areninha Cultural João Bosco, em Vista Alegre, que contará com 12 exibições gratuitas de filmes nacionais, todas seguidas de debate e com presença de intérprete de LIBRAS. A iniciativa dá continuidade à ideia desenvolvida com a implementação do “Espaço de Cinema Cavideo”, no Museu da Maré (2024) e em Vicente de Carvalho (2026). Assim como nos dois projetos anteriores, todo o equipamento adquirido para a abertura do espaço de exibição (projetor, computador, telão e aparelhagem de som) será doado para continuação do trabalho. Serviço: Cineclube Cavideo Funcionamento: de 30 de setembro de 2026 a 30 de junho de 2027. Dia 30 de setembro, exibição de “Marte Um”. Areninha Cultural João Bosco - Vista Alegre: Av. São Félix, 601 - Vista Alegre, Rio de Janeiro Dias e horários: todas as últimas quartas do mês, sempre às 19h. A sessão de dezembro será antes, em data a ser confirmada no Instagram do projeto (@cineclubecavideo). Haverá também duas sessões extras, que serão divulgadas posteriormente. Ingressos: gratuitos Lotação: 55 pessoas Classificação: variável, de acordo com a programação do dia Programação: estará disponível em https://www.instagram.com/cineclubecavideo/


