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10 de maio de 2022
A Constituição Federal, dentre os direitos fundamentais e suas garantias sociais traz, além de muitos outros, o Direito à Cultura e ao Lazer.  No Brasil, o Direito à Cultura é previsto na Carta Magna como um direito fundamental do cidadão. Segundo ela, cabe ao Poder Público possibilitar efetivamente a todos a fruição dos direitos culturais, mediante a adoção de políticas públicas que promovam o acesso aos bens culturais, a proteção ao patrimônio cultural, o reconhecimento e proteção dos direitos de propriedade intelectual bem como o de livre expressão e criação. O direito à cultura é uma eficácia da garantia social ao lazer, uma vez que impõe como competência da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, a proteção aos bens de valor histórico e artístico e a promoção ao meio de acesso à cultura, educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação, não perdendo de vista o esporte, como um meio de lazer. Muito embora o lazer e a cultura, na prática, tenham se mostrado direitos relegados ao segundo plano em relação aos demais direitos fundamentais e sociais, eles tangenciam diversas áreas das garantias sociais e individuais, a exemplo do direito à educação, trabalho, segurança, proteção à infância, direitos autorais e artísticos. E portanto, a garantia social ao lazer é abarcada no próprio Direito à Cultura. O Direito da Cultura e Entretenimento pode ser traduzido então como um direito fundamental, como uma garantia social, onde é aplicado às atividades culturais e desportivas, com o objetivo de proporcionar segurança jurídica e garantir o respeito às leis no desenvolvimento das artes e dos esportes, bem como promover seu acesso à sociedade. Não há dúvidas que a Lei de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet) e a Lei do Audiovisual (Lei nº 8.685/93) possibilitaram a amplitude das políticas públicas relacionadas à cultura, lazer e esporte, a exemplo do PRONAC - Programa Nacional de Apoio à Cultura. As leis surgiram com o escopo de incentivar o investimento em cultura em troca, a princípio, de incentivos fiscais, pois com o benefício no recolhimento do imposto a iniciativa privada se sentiria estimulada a patrocinar eventos culturais, uma vez que o patrocínio além de fomentar a cultura, valoriza a marca das empresas junto ao público. Com a Lei Rouanet surgiram três formas possíveis de incentivo no país: o Fundo Nacional de Cultura (FNC), os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficart) e o Incentivo a Projetos Culturais por meio de renúncia fiscal (Mecenato). Ocorre contudo, que com o tempo a lei foi ficando defasada, além de ter sido totalmente mitigada com a implementação de Medidas Provisórias e destinação de recursos divergentes daqueles do mercado artístico, cultural e desportivo. O surgimento da internet, equilíbrio na inflação, mudança do contexto artístico, cultural, político e econômico do Brasil para o mundo, fez como que o Ministério da Cultura, incentivasse uma mudança, surgindo então o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura – Procultura (Projeto de Lei nº 6722/2010), que veio a alterar a Lei Rouanet. O apoio do Ministério da Cultura aos projetos culturais por meio da Lei Federal e também por editais para projetos específicos, lançados periodicamente, valoriza a diversidade e o acesso à cultura, como um direito de todos dentro da democracia e ampliando a liberdade de expressão. Hoje a cultura tornou-se uma economia estratégica no mundo, que depende não só do investimento público como do privado. O acesso à cultura e ao lazer está diretamente ligado a um novo ciclo de desenvolvimento do país: a universalização do acesso, diversidade cultural, desenvolvimento da economia e cultura. Não se perca de vista a realização da Copa e das Olimpíadas, por exemplo, que levam as empresas a injetarem um maior investimento nos atletas, assim como nos eventos culturais nas localidades onde são realizados. Em meio a esse turbilhão de direitos e garantias fundamentais, mesmo com o esforço do Governo nas diversas tentativas de implementação de políticas públicas, válido destacar que, embora levado a segundo plano, o Direito da Cultura e Entretenimento em verdade está saindo nesta zona de “sub-direito”, para se lançar como uma potencial garantia jurídica. Afora as políticas públicas e ações do governo, que podem ser exigidas a partir de uma Ação Popular, ou em um litígio casuístico, as ações de empresários como realização de eventos por produtores culturais no Brasil, também são alvos de lide, demandas judiciais tanto públicas como privadas. Festivais de artes, espetáculos, shows e festas, estão sujeitos a uma série de controles e restrições, o que ocasiona grande impacto urbanístico e ambiental, e por envolverem interesses de uma grande gama de categorias especiais, como, por exemplo, crianças, adolescentes, consumidores, estudantes, entre outras, exigem um amplo conhecimento nas diversas áreas jurídicas, além de abrangerem um grande número de leis esparsas das mais diversas naturezas; algumas locais, outras estaduais e nacionais, que têm que ser conhecidas por todos aqueles que se propõem e se dedicam à realização de eventos no país. Pode-se concluir que o Direito da Cultura e Entretenimento não só tem espaço no mundo jurídico como reina em diversas áreas que burocratizam e disciplinam a arte, cultura, lazer, o esporte, educação e quantos ramos forem necessários para se garantir a efetividade do exercício da garantia constitucional, seja a um cidadão comum, como ao empresário. Por Suzana Fortuna

8 de setembro de 2026
Criado em Juiz de Fora (MG), o espetáculo tem texto e direção de Tairone Vale e reúne as atrizes mineiras Pri Helena, Rebeca Figueiredo e Layla Paganini como três gerações de mulheres de uma mesma família que sustentam a casa com a produção artesanal de doce de leite em uma pequena roça no interior de Minas Gerais. Desde a estreia, em 2025, mais de 3 mil pessoas já assistiram à montagem, que também integrou a Mostra Insubmissa do Festival de Teatro de Curitiba. O que você seria capaz de fazer diante da chance de transformar a própria vida? É a partir dessa pergunta que se desenvolve “Doce Árido”. Quando um inesperado pedido vindo do exterior surge como a possibilidade de mudar suas vidas, a família mergulha em uma intensa rotina de trabalho para entregar a encomenda dentro do prazo. Mas o maior obstáculo para essas mulheres não é o tempo, e sim os segredos do passado. Entre as consequências de um parto complicado e a escassez que ronda a casa, mãe, filha e avó se equilibram entre o peso da tradição e o desejo de liberdade. Pressionada pelo prazo curto, Maria Antônia (Pri Helena) exige dedicação total à produção da encomenda. A jovem Maria Lúcia (Rebeca Figueiredo) se divide entre o tacho de doce e os cuidados com sua frágil recém-nascida, Maria Clara. Observando tudo pelas frestas, a matriarca Maria Quitéria (Layla Paganini) sabe que a fragilidade dessas relações pode colocar tudo a perder. Por trás do drama familiar, a peça revela diferentes formas de violência que atravessam a vida dessas mulheres e se perpetuam entre gerações. A violência física aparece de maneira velada, enquanto outras formas de opressão estão incorporadas à própria estrutura familiar e às condições sociais em que vivem. O isolamento do meio rural, a falta de recursos, a sobrecarga de trabalho e a naturalização de responsabilidades atribuídas às mulheres compõem esse universo. “Mesmo uma família que consiste apenas por mulheres, o patriarcado está lá presente. Ele está lá presente sendo violento e oprimindo, mesmo numa casa que só tem mulheres”, afirma Tairone. SERVIÇO Espetáculo: “Doce Árido” Temporada: 3 a 26 de setembro de 2026 Local: Teatro Ipanema Rubens Corrêa, Rua Prudente de Morais, 824, Ipanema Dias e horários: quinta a sábado, às 20h; domingo, às 19h Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia) Vendas online: Sympla Duração: 90 minutos Classificação indicativa: 14 anos Gênero: Drama Instagram: @docearido
8 de setembro de 2026
O Rio de Janeiro será palco, no dia 10 de outubro, de um grande encontro de humor: o Só Rio Comedy Festival, que acontece a partir das 18h na casa de shows Ribalta, na Barra da Tijuca. Com capacidade para até 3 mil pessoas, o evento é apresentado como o maior festival de comédia já realizado na cidade, reunindo diferentes gerações e estilos do humor carioca em uma única noite. O line-up traz nomes consagrados e fenômenos das redes sociais lado a lado. Entre os confirmados estão Sergio Mallandro, com mais de quatro décadas de carreira na TV, cinema e palcos; Yuri Marçal, conhecido por turnês esgotadas em todo o país; Paulinho Serra, um dos humoristas mais versáteis do Brasil; Gigante Léo, presença marcante no stand-up carioca; Apóstolo Arnaldo, criador de conteúdo com grande engajamento digital; e Jefinho, reconhecido nacionalmente por sua trajetória na TV e nos palcos. Também participam Snoop Toddy, Matheus Mad, Pedro Pan, Daniel Lopes, Ranther Melo, Pahby, Thiago Chagas/Fernandona e Bruna Campelo. O festival acontece no Ribalta, espaço conhecido por sua estrutura de ponta e acústica de qualidade, consolidado como um dos principais palcos de grandes eventos da Barra da Tijuca. A expectativa dos organizadores é que o Só Rio Comedy Festival se torne um marco no calendário cultural da cidade, reunindo milhares de fãs em celebração ao humor carioca. Os ingressos estão disponíveis pela Bilheteria Digital, com a opção de ingresso solidário: quem doar 1 kg de alimento não perecível garante 50% de desconto na compra. Toda a arrecadação será destinada à Fundação Darcy Vargas. Mais informações sobre lotes e atualizações podem ser acompanhadas pelo Instagram oficial do festival, @soriocomedyfestival
8 de setembro de 2026
A música de concerto, a canção e a literatura brasileira se encontram no espetáculo do Trio Terra, uma iniciativa do Instituto dos Sonhos, sendo que o projeto faz parte da programação da Orquestra Filarmônica Metropolitana (OFM). O concerto literário será apresentado no próximo dia 9 de setembro (quarta-feira), às 19h, no Teatro Sesc São Gonçalo, em São Gonçalo. Com entrada gratuita, a apresentação reúne a soprano Nicole Amorim, a pianista Joelma Almeida e a fagotista Millena Carvalho em uma experiência musical que percorre diferentes paisagens sonoras do Brasil e aproxima compositores de distintas épocas e linguagens. Na formação de soprano, piano e fagote, três instrumentos de timbres contrastantes constroem uma sonoridade singular para interpretar um repertório que reúne compositores brasileiros de diferentes períodos, em diálogo com autores da literatura nacional. O programa parte da tradição da canção de concerto e estabelece encontros entre nomes como Heitor Villa-Lobos e Helza Camêu, entre outros compositores. A palavra ocupa lugar central no espetáculo. Poemas, versos e canções conduzem o público por diferentes narrativas sobre o Brasil, suas paisagens, personagens, afetos e contradições. Em uma atmosfera acolhedora, o espetáculo propõe uma experiência de escuta em que música e literatura se complementam para revelar diferentes formas de perceber e narrar o país. O piano sustenta e amplia as paisagens harmônicas, enquanto o fagote acrescenta cores e profundidade ao conjunto. A voz conduz o público por diferentes narrativas, sotaques e expressões da cultura brasileira, criando uma ponte entre a música de concerto e a diversidade da produção artística nacional. “O Trio Terra nasceu do desejo de olhar para o Brasil através da música e da palavra. A música nacional sempre andou em paralelo com a literatura, seja representando o cotidiano e os costumes da nossa sociedade ou traduzindo as nossas riquezas naturais e ambientais. O Trio representa a nossa nação, o nosso chão, sob o peculiar encontro inesperado de piano, fagote e soprano para criar uma sonoridade particular e percorrer diferentes paisagens da nossa cultura, aproximando a música de concerto da canção e da poesia,” comenta o Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica Metropolitana, Gustavo Fernandes. Serviço: Trio Terra Data: 9 de setembro (quarta-feira) Horário: 19h Local: Teatro Sesc São Gonçalo (Av. Presidente Kennedy, 755 - Estrela do Norte - São Gonçalo). Duração: 50 minutos Ingressos: Gratuitos pelo link do Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/orquestra-filarmonica-metropolitana-trio-terra/3554108?share_id=copiarlink
7 de setembro de 2026
Para se candidatar, é preciso ter 18 anos completos, residir no Brasil e comprovar pelo menos três anos de atuação na área cultural correspondente. Interessados em concorrer a uma vaga no Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) têm até o dia de 22 de setembro para se inscrever no processo. Os representantes da sociedade civil eleitos exercerão mandato de 2026 a 2029 e contribuirão para formulação, acompanhamento e avaliação de políticas para o setor no Brasil. As inscrições destinam-se a artistas, produtores culturais, pesquisadores e devem ser feitas pela plataforma Vota Cultura, com autenticação pela conta Gov.br. A participação está aberta nas modalidades eleitor e candidato. A votação também ocorrerá pela internet, entre os dias 11 e 15 de novembro. Por meio da eleição, diferentes segmentos, áreas e territórios podem participar do debate e levar ao âmbito nacional experiências, demandas e prioridades. O Conselho é formado por 21 Colegiados Nacionais de Participação Social, que representam diferentes áreas e segmentos culturais. Cada colegiado poderá eleger até 14 representantes titulares e 14 suplentes da sociedade civil. O processo eleitoral também prevê mecanismos para ampliar a diversidade e a representatividade do Conselho. As regras asseguram a representação das cinco macrorregiões brasileiras, participação mínima de 50% de mulheres e ações afirmativas para pessoas negras, indígenas e pessoas com deficiência. Perfil Podem votar aqueles que tiverem pelo menos 16 anos e comprovar, no mínimo, um ano de atuação, vínculo ou pesquisa na área do colegiado escolhido. Mais informações e dúvidas podem ser enviadas para vota.cnpc@cultura.gov.br
7 de setembro de 2026
Marco fundador do teatro épico no Brasil, a obra “Revolução na América do Sul”, do dramaturgo, diretor e ensaísta Augusto Boal (1931-2009), ganha nova montagem mais de 60 anos após sua estreia no Teatro de Arena. Sob direção de Wellington Fagner, o espetáculo não apenas revive o texto clássico de Boal, mas o reinterpreta para o contexto atual. Depois de apresentações em diferentes cidades do Rio de Janeiro e de uma turnê por Portugal, a peça estreia agora em temporada: de 8 de setembro a 21 de outubro de 2026, no Teatro Poeirinha (sessões às terças e quartas-feiras, sempre às 20h). A realização é do Instituto Augusto Boal.  O projeto surgiu em 2019, quando a psicanalista Cecília Boal – viúva de Boal e à frente do instituto dedicado a preservar e difundir seu legado – assistiu a uma leitura da peça, dirigida por Fagner. Entre os convidados estava o diretor Aderbal Freire-Filho, que manifestou seu desejo de levar a montagem para o Teatro Poeira. Mas a pandemia mudou os planos: a peça estreou primeiro no formato on-line, conquistando uma indicação ao 16º Prêmio APTR na categoria Jovem Talento-Elenco. Em seguida, ganhou a estrada, com apresentações em cidades do Rio de Janeiro e de Portugal, até chegar à sua primeira temporada no Poeirinha. SERVIÇO: Espetáculo: Revolução na América do Sul Local: Teatro Poeirinha (Rua São João Batista, 104 – Botafogo) Temporada: de 08 de setembro a 21 de outubro de 2026 Dias e horários: Terças e quartas, às 20h Ingressos: R$ 80 (inteira) | R$ 40 (meia) Vendas online: www.sympla.com.br Duração: 100 minutos Classificação etária: 12 anos
6 de setembro de 2026
Chapeuzinho Vermelho e a floresta encantada é um sucesso da Cia. Ação Contínua que está voltando para o Teatro dos Grandes Atores para apenas duas apresentações na Barra da Tijuca, nos dias 05 e 06 de setembro, sábado e domingo às 17 horas. Venha viver essa aventura no Teatro dos Grandes Atores, na Barra da Tijuca. A clássica história está divertida e cheia de magia, conquistando crianças e adultos desde a primeira cena. Com um cenário deslumbrante e atuações maravilhosas, o espetáculo, repleto de afeto, destaca a relação entre três gerações — avó, mãe e neta — e traz uma narrativa encantadora, leve e muito divertida. O Lobo Juan, um mestre dos disfarces tão atrapalhado quanto carismático, garante boas risadas. O caçador, medroso e surpreendente, e as fadas, que surgem para encantar e bagunçar ainda mais a história, completam o time de personagens que dão vida a essa versão especial. SERVIÇO  Chapeuzinho Vermelho e a floresta encantada Teatro Grandes Atores Shopping Barra Square – Barra da Tijuca Dia 05 e 06 de setembro Sábado e domingo às 17:00 Único final de semana Ingressos R$ 90,00 / meia R$ 45,00 Duração do espetáculo: 55 minutos Vendas Divertix ou bilheteria do teatro. Compre e escolha o seu assento na DIvertix. Link: https://divertix.com.br/teatro/chapeuzinho-vermelho
6 de setembro de 2026
Com o objetivo de mostrar, de maneira lúdica e divertida, a importância de preservar o meio ambiente, o premiado musical infantil “TcHiBuM! – A Liga Aquática” encerra temporada, neste domingo (06/09), na EcoVilla Ri Happy, no Jardim Botânico. A peça é idealizada por Diego Morais e Pedro Henrique Lopes, criadores do premiado projeto infanto-juvenil “Grandes Músicos para Pequenos”. Em “TcHiBuM!”, eles convidam os espectadores para um mergulho muito divertido e cheio de aventuras com um Boto cinza que sabe de tudo, uma Lontra sempre perdida e uma ave Biguatinga muito animada pelas águas da Baía de Guanabara. Junto das crianças, eles tentam acabar com a sujeira de Fefê Fedida, uma barata do mar que se alimenta de lixo e restos. O espetáculo venceu o Prêmio CBTIJ nas categorias Atuação cênica e dramaturgia original. O espetáculo é patrocinado pela Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Ocean Pact, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura - Lei do ISS. Serviço: “TcHiBuM! – A Liga Aquática” EcoVilla Ri Happy: Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico Temporada: De 8 de agosto a 6 de setembro de 2026 Telefone: 3553-2616 Dias e horários: Sábados e domingos, às 11h Ingressos: Plateia vip: R$ 90 e R$ 45 (meia-entrada); Plateia lateral: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada) Lotação: 325 pessoas Duração: 1h05 Classificação: Livre Venda de ingressos: na bilheteria da EcoVilla ou no site Ingresso.com
6 de setembro de 2026
Destaque da nova geração da música de concerto brasileira, o pianista Bruno de Lorenzo apresenta recital solo no Theatro Municipal de Niterói no dia 9 de setembro, às 19h. O espetáculo marca seu retorno ao Brasil depois de um período de formação e aperfeiçoamento artístico na Europa. A entrada é gratuita, mas os ingressos devem ser retirados na bilheteria uma hora antes do início do espetáculo. Representado pelo selo fonográfico Século 30 Records, Bruno vem construindo uma trajetória marcada pela versatilidade, com atuação como solista, camerista e pianista acompanhador. Em 2025, ele venceu a 20ª edição do programa “Prelúdio”, da TV Cultura, que une a música clássica ao formato de show de talentos. A vitória lhe valeu uma bolsa de estudos na Academia Franz Liszt, em Budapeste, na Hungria, e ampliou sua projeção no cenário da música de concerto brasileira. Morador de Niterói, o artista, que é de São Luís, no Maranhão, fala da emoção de subir ao palco na cidade que escolheu para viver. “Depois de passar um tempo fora, voltar para tocar em Niterói é uma sensação muito especial. É o lugar onde construí muito da minha história com a música. Acho bonito poder voltar diferente, depois de tantas experiências, e dividir justamente aqui um pouco do que trouxe comigo”, afirma ele. A formação de Bruno começou aos 11 anos, em Macaé, sob orientação de Antonio Guimarães Neto. Em 2019, mudou-se para o Rio de Janeiro para dar continuidade aos estudos com a pianista Marina Spoladore. Atualmente, cursa o Bacharelado em Piano do Instituto Villa-Lobos, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, a UNIRIO. Trajetória premiada e internacional O jovem artista soma reconhecimento e experiências internacionais em sua trajetória. Em 2020, por exemplo, ele conquistou o terceiro lugar no concurso mundial de piano King’s Peak, sendo o único brasileiro premiado em sua categoria. Entre 2024 e 2025, Bruno estudou em Paris com Claudine Thioux, pianista ligada ao legado pedagógico de Raymond Thiberge. No ano passado, também esteve no 55º Festival de Inverno de Campos do Jordão, onde apresentou recital na Estação Motiva Cultural e integrou a orquestra do festival, participando de concertos na Sala São Paulo e no Auditório Cláudio Santoro. Em 2026, ele passou seis meses em Örebro, na Suécia, aperfeiçoando seus estudos com pianistas como Matts Jansson e Lena Johnsson e realizando concertos na região. Além disso, tornou-se pianista acompanhador do coro do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O Theatro Municipal de Niterói é um espaço cultural vinculado à Secretaria Municipal das Culturas e fica na Rua Quinze de Novembro 35, no Centro. Serviço Recital solo de piano – Bruno de Lorenzo Data: 9 de setembro (quarta-feira) Horário: 19h Local: Theatro Municipal de Niterói (Rua Quinze de Novembro 35, Centro) Entrada franca, com distribuição de senhas na bilheteria uma hora antes do início do espetáculo Classificação indicativa: livre
6 de setembro de 2026
No domingo, 06 de setembro, às 17h, o Theatro Municipal de Niterói recebe a Orquestra Fernando Brasil - OFeBra, que nasce da música e da vontade de homenagear Fernando Brasil, músico, professor e integrante da Orquestra de Cordas da Grota. A OFeBra amplia a experiência dos encontros musicais realizados anteriormente e transforma essa trajetória em um novo projeto artístico, com programação musical, artistas convidados, participação do público e uma comunicação própria. A proposta não é representar Fernando de forma literal, mas traduzir aquilo que permanece: a música, o repertório, os encontros, a formação de novos músicos e a memória coletiva construída por quem compartilhou sua trajetória. Fernando não aparece como retrato. Ele aparece como som. Sua presença se transforma em atmosfera. O azul índigo, sua cor preferida, ocupa esse lugar na identidade visual: funciona como um campo sonoro, uma frequência que atravessa as diferentes manifestações do projeto. A própria sigla OFeBra assume o papel de uma clave. Assim como a clave orienta a leitura de uma partitura, a marca inicia e organiza a composição. Ela representa também o lugar que Fernando ocupou na Orquestra da Grota: alguém que participou da formação, da orientação e da construção coletiva da música. Se a clave dá o tom, o ponto e vírgula dá continuidade. A OFeBra não existe apenas para lembrar. Existe para fazer acontecer. Cada apresentação, cada músico, cada convidado e cada pessoa do público passa a integrar essa composição coletiva. O que começou com Fernando ganha novos movimentos, novos timbres e novas possibilidades. Fernando deu à OFeBra a origem. A OFeBra dá ao coletivo a música. E a música dá continuidade. OFeBra. Música, tom, continua. Serviço Orquestra Fernando Brasil - Do Luto ao Legado Data: Domingo, 06 de setembro de 2026 Horários: 17h Duração: 90min Classificação: Livre Evento Gratuito | Retirada de 1 ingresso por pessoa na bilheteria, 1h antes do início do espetáculo Local: Theatro Municipal de Niterói End: Rua XV de Novembro, 35 - Centro, Niterói
5 de setembro de 2026
Chapeuzinho Vermelho e a floresta encantada é um sucesso da Cia. Ação Contínua que está voltando para o Teatro dos Grandes Atores para apenas duas apresentações na Barra da Tijuca, nos dias 05 e 06 de setembro, sábado e domingo às 17 horas. Venha viver essa aventura no Teatro dos Grandes Atores, na Barra da Tijuca. A clássica história está divertida e cheia de magia, conquistando crianças e adultos desde a primeira cena. Com um cenário deslumbrante e atuações maravilhosas, o espetáculo, repleto de afeto, destaca a relação entre três gerações — avó, mãe e neta — e traz uma narrativa encantadora, leve e muito divertida. O Lobo Juan, um mestre dos disfarces tão atrapalhado quanto carismático, garante boas risadas. O caçador, medroso e surpreendente, e as fadas, que surgem para encantar e bagunçar ainda mais a história, completam o time de personagens que dão vida a essa versão especial. SERVIÇO  Chapeuzinho Vermelho e a floresta encantada Teatro Grandes Atores Shopping Barra Square – Barra da Tijuca Dia 05 e 06 de setembro Sábado e domingo às 17:00 Único final de semana Ingressos R$ 90,00 / meia R$ 45,00 Duração do espetáculo: 55 minutos Vendas Divertix ou bilheteria do teatro. Compre e escolha o seu assento na DIvertix. Link: https://divertix.com.br/teatro/chapeuzinho-vermelho
5 de setembro de 2026
"Limítrofe", espetáculo que aborda saúde mental com humor e drama, com única apresentação na Sala Nelson Pereira dos Santos O universo das patologias psíquicas é o tema central de Limítrofe, um 'dramédia' com única apresentação na Sala Nelson Pereira dos Santos. Com texto original de Oscar Calixto e direção de Daniel Dias da Silva e Anderson Cunha, a peça convida o público a refletir sobre julgamentos apressados e a maneira como a sociedade lida com o sofrimento alheio. O espetáculo tem sua apresentação para o público no sábado, 05 de setembro às 20h. Em uma montagem que une humor, drama, poesia e sensibilidade, "Limítrofe" conta a história de três personagens que se encontram por acaso no telhado de um prédio de vinte andares, cada um com a intenção de tirar a própria vida. O encontro entre uma bailarina (Malu Falangola), um ator de TV (Raphael Najan) e um escritor (Oscar Calixto), com suas dores e conflitos internos, desencadeia uma série de discussões filosóficas e existenciais que culminam num final inesperado. A peça, conta com um convidado especial, participação que será revelada no dia da sessão. Além de entretenimento, o espetáculo se propõe como um espaço de conscientização sobre os transtornos mentais, como o Transtorno de Personalidade Limítrofe ou Borderline, que é marcado por instabilidade emocional e impulsividade autodestrutiva. A trama questiona o que leva as pessoas à exaustão emocional e a sociedade que temos construído neste século. O elenco principal é formado por Malu Falangola, Raphael Najan e Oscar Calixto. A realização é da Baco Produções Artísticas e da Babik Produções, com coprodução da B&C Produções Artísticas. Serviço Limítrofe Data: Sábado, 05 de setembro de 2026 Horário: 20h Duração: 65 min Classificação indicativa: 16 anos Entrada gratuita com retirada dos ingressos 1h antes do evento  Local: Sala Nelson Pereira dos Santos Av. Visconde do Rio Branco, 880, São Domingos - Niterói
5 de setembro de 2026
Como parte do projeto Choro Niterói, o Centro Cultural Paschoal Carlos Magno recebe no sábado, 05 de setembro, às 11h, o espetáculo "Whatson Cardozo, Dudu Oliveira e Silvério Pontes convidam". Três mestres do sopro de Niterói juntos, no mesmo palco, transitando entre o choro e a Música Popular Brasileira: o clarinete de Whatson, a flauta de Dudu e o trompete de Silvério promete, encarando o público do Solar. Para essa edição, o trio recebe um timaço de músicos formado por Ronaldo do Bandolim, Vinícius Magalhães, Charlles da Costa, Phelipe Ornellas, Larissa Umaytá e Marcelo Pizzott. Serviço Choro Niterói: Whatson Cardoso convida Dudu Oliveira e Silvério Pontes Data: Sábado, 05 de setembro de 2026 Horário: 11h Entrada Gratuita Classificação indicativa: Livre  Local: Centro Cultural Paschoal Carlos Magno Endereço: Campo de São Bento, entrada pela Lopes Trovão - Icaraí
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