
A Constituição Federal, dentre os direitos fundamentais e suas garantias sociais traz, além de muitos outros, o Direito à Cultura e ao Lazer. No Brasil, o Direito à Cultura é previsto na Carta Magna como um direito fundamental do cidadão. Segundo ela, cabe ao Poder Público possibilitar efetivamente a todos a fruição dos direitos culturais, mediante a adoção de políticas públicas que promovam o acesso aos bens culturais, a proteção ao patrimônio cultural, o reconhecimento e proteção dos direitos de propriedade intelectual bem como o de livre expressão e criação. O direito à cultura é uma eficácia da garantia social ao lazer, uma vez que impõe como competência da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, a proteção aos bens de valor histórico e artístico e a promoção ao meio de acesso à cultura, educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação, não perdendo de vista o esporte, como um meio de lazer. Muito embora o lazer e a cultura, na prática, tenham se mostrado direitos relegados ao segundo plano em relação aos demais direitos fundamentais e sociais, eles tangenciam diversas áreas das garantias sociais e individuais, a exemplo do direito à educação, trabalho, segurança, proteção à infância, direitos autorais e artísticos. E portanto, a garantia social ao lazer é abarcada no próprio Direito à Cultura. O Direito da Cultura e Entretenimento pode ser traduzido então como um direito fundamental, como uma garantia social, onde é aplicado às atividades culturais e desportivas, com o objetivo de proporcionar segurança jurídica e garantir o respeito às leis no desenvolvimento das artes e dos esportes, bem como promover seu acesso à sociedade. Não há dúvidas que a Lei de Incentivo a Cultura (Lei Rouanet) e a Lei do Audiovisual (Lei nº 8.685/93) possibilitaram a amplitude das políticas públicas relacionadas à cultura, lazer e esporte, a exemplo do PRONAC - Programa Nacional de Apoio à Cultura. As leis surgiram com o escopo de incentivar o investimento em cultura em troca, a princípio, de incentivos fiscais, pois com o benefício no recolhimento do imposto a iniciativa privada se sentiria estimulada a patrocinar eventos culturais, uma vez que o patrocínio além de fomentar a cultura, valoriza a marca das empresas junto ao público. Com a Lei Rouanet surgiram três formas possíveis de incentivo no país: o Fundo Nacional de Cultura (FNC), os Fundos de Investimento Cultural e Artístico (Ficart) e o Incentivo a Projetos Culturais por meio de renúncia fiscal (Mecenato). Ocorre contudo, que com o tempo a lei foi ficando defasada, além de ter sido totalmente mitigada com a implementação de Medidas Provisórias e destinação de recursos divergentes daqueles do mercado artístico, cultural e desportivo. O surgimento da internet, equilíbrio na inflação, mudança do contexto artístico, cultural, político e econômico do Brasil para o mundo, fez como que o Ministério da Cultura, incentivasse uma mudança, surgindo então o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura – Procultura (Projeto de Lei nº 6722/2010), que veio a alterar a Lei Rouanet. O apoio do Ministério da Cultura aos projetos culturais por meio da Lei Federal e também por editais para projetos específicos, lançados periodicamente, valoriza a diversidade e o acesso à cultura, como um direito de todos dentro da democracia e ampliando a liberdade de expressão. Hoje a cultura tornou-se uma economia estratégica no mundo, que depende não só do investimento público como do privado. O acesso à cultura e ao lazer está diretamente ligado a um novo ciclo de desenvolvimento do país: a universalização do acesso, diversidade cultural, desenvolvimento da economia e cultura. Não se perca de vista a realização da Copa e das Olimpíadas, por exemplo, que levam as empresas a injetarem um maior investimento nos atletas, assim como nos eventos culturais nas localidades onde são realizados. Em meio a esse turbilhão de direitos e garantias fundamentais, mesmo com o esforço do Governo nas diversas tentativas de implementação de políticas públicas, válido destacar que, embora levado a segundo plano, o Direito da Cultura e Entretenimento em verdade está saindo nesta zona de “sub-direito”, para se lançar como uma potencial garantia jurídica. Afora as políticas públicas e ações do governo, que podem ser exigidas a partir de uma Ação Popular, ou em um litígio casuístico, as ações de empresários como realização de eventos por produtores culturais no Brasil, também são alvos de lide, demandas judiciais tanto públicas como privadas. Festivais de artes, espetáculos, shows e festas, estão sujeitos a uma série de controles e restrições, o que ocasiona grande impacto urbanístico e ambiental, e por envolverem interesses de uma grande gama de categorias especiais, como, por exemplo, crianças, adolescentes, consumidores, estudantes, entre outras, exigem um amplo conhecimento nas diversas áreas jurídicas, além de abrangerem um grande número de leis esparsas das mais diversas naturezas; algumas locais, outras estaduais e nacionais, que têm que ser conhecidas por todos aqueles que se propõem e se dedicam à realização de eventos no país. Pode-se concluir que o Direito da Cultura e Entretenimento não só tem espaço no mundo jurídico como reina em diversas áreas que burocratizam e disciplinam a arte, cultura, lazer, o esporte, educação e quantos ramos forem necessários para se garantir a efetividade do exercício da garantia constitucional, seja a um cidadão comum, como ao empresário. Por Suzana Fortuna

O Espaço 226, no Alto da Boa Vista, apresenta “Ecos da Oficina”, mostra que reúne 13 artistas que tiveram suas trajetórias ligadas à Oficina 3D da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV). Com texto crítico de Fernanda Pequeno, a exposição coloca em diálogo produções de artistas que, em diferentes momentos, encontraram no local orientação, maquinário, apoio técnico e outros recursos para desenvolver suas pesquisas poéticas no campo da tridimensionalidade, seja em esculturas, objetos, instalações ou assemblages. “Ecos da Oficina” mostra o que esse grupo produz hoje, reunindo obras de diferentes linguagens que exploram os mais diversos materiais e técnicas, em processos que envolvem o fazer manual. A abertura acontece nos dias 26 e 27 de setembro, sábado e domingo, das 15h às 21h, e a exposição pode ser visitada até 25 de outubro, às terças e quartas-feiras, das 11h às 17h. “Ecos da Oficina” reúne cerca de 35 obras realizadas com materiais como mármore, madeira, plástico, vidro, metais variados etc. Participam Alfredo Antonelli, Agostinho Moreira, Bromélio, Carla Pereira, Júnia Azevedo, Katia Politzer, Laura Freitas, Luna Bastos, Marcelo Monteiro, Marcos Duarte, Marcus Ferrer, Mark Feddersen e Nathalie Nery. “Convidamos artistas com pesquisas bem distintas para mostrar as diferentes formas que encontraram para trabalhar a tridimensionalidade em suas obras. O que os une é a experiência que tiveram na Oficina 3D, idealizada e criada por João Carlos Goldberg dentro do curso de escultura da EAV”, explica o professor e artista Marcos Duarte, que, ao longo de 11 anos, trabalhou ao lado de Goldberg, começando como aluno, passando a monitor e professor assistente, até conduzir a oficina após a morte do mestre, em 2020. SERVIÇO ECOS — Exposição de arte contemporânea Artistas: Alfredo Antonelli, Agostinho Moreira, Bromélio, Carla Pereira, Júnia Azevedo, Katia Politzer, Laura Freitas, Luna Bastos, Marcelo Monteiro, Marcos Duarte, Marcus Ferrer, Mark Feddersen e Nathalie Nery Texto crítico: Fernanda Pequeno Abertura: 26 e 27 de setembro, sábado e domingo, das 15h às 21h Visitação: até 25 de outubro, às terças e quartas-feiras, das 11h às 17h Local: Espaço 226 Endereço: Rua Doutor Catrambi, 226 — Alto da Boa Vista, Rio de Janeiro Entrada: gratuita

O Theatro Municipal de Niterói recebe, de 25 a 27 de setembro, sextas a domingos, o espetáculo A Menina de Cor, uma emocionante celebração da vida, da amizade, da memória e da capacidade humana de transformar dor em afeto. Uma produção da Cia Jukah de Teatro, a peça é inspirada em uma história real de uma menina inquieta, imaginativa e apaixonada pelas pequenas maravilhas do mundo. Serviço A Menina de Cor - O Musical Data: 25 a 27 de setembro de 2026 Horários: Sexta, às 20h | sábado e domingo, às 17h Duração: 100min Classificação: Livre Ingressos: R$ 100 (inteira) Crédito da foto: Ibici Silva e Daniele Nunes Local: Theatro Municipal de Niterói End: Rua XV de Novembro, 35 - Centro, Niterói

A montagem propõe um mergulho na memória da favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio de Janeiro, para abordar temas como migração, trabalho, pertencimento, transformações urbanas e resistência cultural. A dramaturgia parte de uma pesquisa sobre o movimento migratório que marcou o Jacarezinho, especialmente a partir da década de 1960, quando o território se consolidou como um dos importantes polos industriais do Rio de Janeiro. Serviços Espetáculo: “Querer ficar, mas ter que partir” – Teatro II Estreia: 17 de setembro – temporada até dia 11 de outubro Horários das sessões: quinta a sábado às 19h – domingos às 18h. Ingressos: GRÁTIS (PCG), R$21 (habilitado Sesc), R$15 (meia-entrada), R$27 (conveniado), R$30 (inteira) Endereço: Rua Barão de Mesquita, 539, Rio de Janeiro – RJ OBS: o espetáculo fará mais 4 apresentações no mês de novembro nas comunidades de Manguinhos e Jacarezinho Duração: 80 minutos Classificação: 12 anos Vendas online através do site da Ingresso.com

Precisou apenas de um vídeo de bastidores ao lado de Fábio Porchat, para que o público descobrisse o “homem das mil vozes”, também conhecido como Jefferson Schroeder. No viral, o ator apresentava Kate, uma dubladora com o bordão “Oh, meu Deus”, e assim ele conquistou milhares de fãs da noite para o dia. Da internet para o palco do Café Pequeno, no Leblon, Jefferson agora apresenta o monólogo “Onde estão as pessoas que você amou”, uma comédia dirigida por João Fonseca (Vai que Cola, Minha Mãe é uma Peça), entre os dias 15 e 30 de setembro, às terças e quartas-feiras, às 20h. A classificação etária é livre. Serviço Espetáculo de teatro - Onde estão as pessoas que você amou Data: 15 a 30 de setembro de 2026 (terças e quartas-feiras) Horário: 20h Entrada: R$ 70,00 (inteira) | R$ 35,00 (meia) Compre online: https://bileto.sympla.com.br/event/126762 Local: Teatro Municipal Café Pequeno Endereço: Avenida Ataulfo de Paiva, nº 269 - Leblon - Rio de Janeiro/RJ Classificação: 12 anos Gênero: comédia Duração: 60 minutos Bilheteria: (21) 3085-0662 Horário de funcionamento: 19h às 20h15 (terça, quarta, sexta e sábado) | 18h às 19h15 (domingo)

O filme Feito Pipa, do diretor Allan Deberton, foi escolhido para disputar uma indicação de Melhor Filme Internacional no Oscar 2027. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (16) pela Academia Brasileira de Cinema e Artes Visuais, responsável por selecionar o título que representa o país na premiação. A obra foi escolhida entre os seis longas-metragens pré-selecionados para representar o Brasil na disputa, anunciados no último dia 6 de setembro. Ao todo, 15 longas foram inscritos e habilitados para concorrer à vaga brasileira. O longa-metragem foi rodado em Quixadá, no sertão do Ceará. O enredo acompanha a trajetória de Gugu, papel de Yuri Gomes, um menino de 11 anos apaixonado por futebol, que mora com a avó, Dilma, interpretada pela atriz Teca Pereira. Quando a saúde dela se fragiliza, ele tenta esconder a situação para não ter que se mudar para a casa do pai, Batista, personagem de Lázaro Ramos, em Brasília. O filme foi o mais premiado da edição deste ano no Festival de Gramado, com os prêmios de: • Melhor Direção, • Melhor Atriz para Teca Pereira, • Melhor Ator Coadjuvante para Lázaro Ramos e • Melhor Filme pelo Júri Popular, • Menção Honrosa para Yuri Gomes, que interpreta o protagonista da história. • "A emoção é gigante, porque dentro de tantos filmes bons que a gente teve esse ano, um monte de filme legal, um monte de trabalho rico, valioso, precioso, o Feito Pipa foi selecionado para tentar esse caminho, que é um caminho que, na verdade, começa em casa, de a gente mesmo valorizar o nosso cinema", comemorou o ator Lázaro Ramos em uma rede social. "Acho que é um filme que o Brasil precisa e merece pela linguagem, um jeito de fazer cinema, que só a gente aqui no Brasil sabe fazer, pelos temas que trata, pelas atuações, pela direção, pelo roteiro", completou o ator. A presidente da Comissão de Seleção, Clélia Bessa, também ressaltou a linguagem sensível do filme como um elemento forte na escolha. “O filme Feito Pipa, de Allan Deberton, tem uma narrativa sensível que comunica universalmente e ao mesmo tempo traz uma forte identidade brasileira a partir de uma cidade do interior do Ceará. É sobre família, cumplicidade entre avó e neto, infância, finitude e já foi premiado em festivais internacionais importantes”, disse Clélia Bessa. A estreia no Brasil está marcada para 5 de novembro, mas antes o filme será exibido no Festival do Rio, em outubro. O Brasil já foi finalista em Melhor Filme Internacional no Oscar em seis ocasiões: as mais recentes, com os filmes O Agente Secreto, do diretor Kleber Mendonça Filho e Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles, que acabou levando a estatueta pela primeira vez para o Brasil. A short list oficial de Melhor Filme Internacional para o Oscar 2027, com os 15 longas em língua não inglesa pré-selecionados, será divulgada em dezembro pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo prêmio. Já o anúncio dos cinco indicados oficiais para a categoria está previsto para 21 de janeiro do ano que vem.

Durante a XXI edição do Arte em Laranjeiras e Cosme Velho, o Largo do Machado se transforma em um grande ponto de encontro para artistas, criadores, moradores e visitantes. De 25 a 27 de setembro, o público poderá conhecer diferentes linguagens artísticas no Stand/Galeria Rioartmosfera, reunindo obras de artistas com trajetórias e estilos diversos. 🖼️ Entre os nomes participantes estão: 1️⃣ Almada Ramos 2️⃣ Fábio Diehl 3️⃣ Fabíula de Jesus 4️⃣ Ilda Fuchshuber 5️⃣ Iraceia de Oliveira 6️⃣ Isabella Marinho 7️⃣ Margareth Bravo 8️⃣ Maurício Theo 9️⃣ Severino Silva Pintura, arte digital, design, criação e diferentes formas de expressão ocupam o espaço e convidam o público a olhar para a arte de perto — descobrir novos artistas, conhecer trabalhos originais e, quem sabe, encontrar aquela obra que faltava na sua coleção. ✨ Entre os trabalhos apresentados está “Shaman”, de Maurício Theo, uma composição de arte digital de 2019, além de obras originais de Fábio Diehl, como “Quando a cidade dorme”, “Estudo em fragmentos” e “Os passeios de Agatha”. E o melhor: tudo isso faz parte de um evento que vai muito além das galerias. 🎨 Arte 🎶 Música 📚 Literatura 🧵 Moda criativa 🍴 Gastronomia 🛍️ Artesanato 🗣️ Rodas de conversa 💃 Dança 👧 Espaço Kids 🥁 Samba, forró, choro e muito mais! 📍 Praça do Largo do Machado 📅 25, 26 e 27 de setembro de 2026 O Arte em Laranjeiras e Cosme Velho celebra 21 anos mostrando que cultura também se constrói nas ruas, nos encontros e na relação entre quem cria e quem vive o bairro.

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 16 a 27 de setembro, a décima segunda edição do festival Midrash de Teatro. Idealizado por Nilton Bonder e com a curadoria de Patrick Pessoa, o festival ocupa pela primeira vez espaços do centro da capital fluminense. A programação gratuita reúne três espetáculos da cena brasileira contemporânea: {Fé}sta, Amor de Baile e Era Uma Vez Um Tirano. A mistura de música, performance e literatura é marca do Midrash desde sua criação. Nilton Bonder, após uma visita ao Festival d'Avignon, pensou em realizar um festival de teatro que pensa, que provoca, que conversa com o cotidiano. A abertura do Festival traz o espetáculo {Fé}sta, do coletivo Prot{agô}nistas, no dia 16 de setembro, às 19h, apresentando o circo negro como espaço de memória e reinvenção, reunindo música ao vivo, dança, acrobacias e palhaçaria em torno dos ciclos da existência e da força da coletividade. Já no dia 18 de setembro, às 19h, a peça Amor de Baile, recupera o movimento Black Rio dos anos 1970 para refletir sobre cultura periférica, afetividade, autoestima e identidade negra, mergulhando na cultura dos bailes charme do Rio. No dia 20 de setembro, às 15h, Era Uma Vez Um Tirano, adaptação da obra de Ana Maria Machado, acompanha uma comunidade que perde sua liberdade e encontra na união, na imaginação e na arte caminhos para enfrentar o autoritarismo. A programação completa está disponível no site da CAIXA Cultural. Festival Midrash de Teatro: O Midrash Centro Cultural se consolidou como espaço de reflexão e produção artística no Rio. Ao longo de 12 edições, o Festival tem buscado democratizar o acesso ao teatro e ampliar o debate sobre dramaturgia, identidade e cidade. O projeto amplia o acesso gratuito às artes cênicas, contempla públicos de diferentes idades e fortalece o intercâmbio artístico e a formação de plateia no Rio de Janeiro. SERVIÇO: 12º Festival Midrash de Teatro Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Teatro Nelson Rodrigues (Avenida República do Paraguai, 230, Centro, Rio de Janeiro/RJ) Data: 16 a 27 de setembro de 2026 Horários: 19h (16 e 18 de setembro) e 15h (20 de setembro) Ingressos: entrada gratuita. Retirada de ingressos na bilheteria 2 horas antes do espetáculo

Com grande elenco, 10 canções originais, cinco cenários e mais de 20 figurinos, espetáculo apresenta uma nova leitura de uma história que atravessa gerações, combinando música, aventura, emoção e fantasia para toda a família A jornada de Mogli pela busca da flor vermelha ganha um novo capítulo nos palcos. “Mogli, O Musical” estreia no Teatro EcoVilla Ri Happy, no Jardim Botânico, em curtíssima temporada, de 19 de setembro a 4 de outubro, sábados e domingos, às 11h. Em uma montagem profundamente renovada e com uma identidade ainda mais próxima do universo que inspirou a obra original, o espetáculo convida o público para uma emocionante aventura. Serviço “Mogli, O Musical” Temporada: de 19 de setembro a 4 de outubro Local: Teatro EcoVilla Ri Happy - Rua Jardim Botânico, 1008 (Dentro do Jardim Botânico do Rio de Janeiro) Sessões: sábados e domingos, às 11h Ingressos: a partir de R$ 25, vendas no site https://www.ingresso.com/espetaculos/mogli-o-musical Rede social: https://www.instagram.com/musicalmogli/

Depois de uma década, Billdog está de volta ao Rio de Janeiro. Entre os dias 21 e 25 de setembro, o espetáculo ocupa o Largo da Carioca, no Centro, em uma temporada gratuita que coloca teatro e música em pleno espaço público. A programação começa às 17h30, com uma apresentação do grupo musical Choro da Gabizo, e, às 19h, o trailer-palco do Arte em Movimento recebe o espetáculo teatral. Criado pelo ator Gustavo Rodrigues e pelo produtor cultural Sergio Saboya, o projeto leva teatro e música gratuitamente ao público e já percorreu diferentes cidades do país. Com uma proposta que mistura ação, suspense e muito humor, Billdog satiriza o cinema em uma experiência cênica inusitada: um único ator interpreta 38 personagens ao longo da história. No palco, Gustavo Rodrigues se desdobra em uma sucessão de figuras e situações, acompanhado pela música executada ao vivo por Tauã de Lorena. Tudo acontece dentro de um trailer especialmente transformado em estrutura teatral, que leva o espetáculo diretamente ao público. SERVIÇO Apresentação Musical do Choro da Gabizo e Espetáculo Billdog Local: Largo da Carioca - Centro, Rio de Janeiro (ao lado do Relógio da Carioca) Datas: 21, 22, 23, 24 e 25 de setembro de 2026 Horários: 17h30 - Choro da Gabizo / 19h - Billdog Entrada: Gratuita Classificação: Livre

Atrativo seleciona projetos culturais aprovados na Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro; inscrições são gratuitas e ficam abertas até 09 de outubro O que pode acontecer quando cultura, educação, impacto social e turismo se encontram? Para o Parque Bondinho Pão de Açúcar®, boas parcerias são capazes de ampliar o alcance dessas conexões e transformar projetos em oportunidades concretas para pessoas, territórios e para a própria cidade. É com esse olhar que o atrativo lança o Edital 2026 de Seleção de Projetos Culturais, por meio do qual selecionará projetos culturais para incentivo em 2027 por meio de recurso incentivado da Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro (Lei do ISS). O edital busca projetos culturais aprovados na Lei do ISS que estejam alinhados a uma visão de cultura como ferramenta de transformação e que também contribuam para áreas como educação, meio ambiente e fortalecimento das comunidades locais. Nos últimos anos, essa perspectiva aproximou o parque de iniciativas com diferentes abordagens e frentes de atuação, ampliando o impacto das parcerias para diferentes frentes e territórios. “Acreditamos que o turismo tem um papel importante na transformação dos territórios onde está inserido. Quando encontramos projetos que compartilham dos nossos valores e têm capacidade de gerar impacto real, buscamos construir uma parceria que catalise sua atuação e impacto. É essa conexão que queremos fortalecer com o edital de 2026: aproximar o Parque Bondinho de iniciativas que fazem a cultura acontecer e ajudam a transformar a vida das pessoas e das comunidades onde estão inseridas”, afirma Gustavo Maciel, Gerente Geral do Parque Bondinho Pão de Açúcar®. O edital integra uma atuação mais ampla do Parque Bondinho Pão de Açúcar® na construção de um turismo conectado à cidade e às suas diferentes potências. Ao se conectar com projetos que fomentam a transformação social por meio de frentes como educação, cultura e meio ambiente, a iniciativa cria parcerias que deixam resultados duradouros e contribuem para um Rio mais inclusivo e sustentável. SERVIÇO Edital 2026 de Seleção de Projetos Culturais Regulamento e inscrições: link https://blog.bondinho.com.br/parque-bondinho-pao-de-acucar-abre-inscricoes-para-o-edital-2026-de-selecao-de-projetos-culturais/ Data: de 16 de setembro a 09 de outubro

De 21 a 25 de setembro, o evento reúne filmes, debates e encontros em uma programação que ocupa diferentes espaços simbólicos da Cinelândia, formando um verdadeiro quadrilátero do cinema. No Centro Cultural Justiça Federal, a programação gratuita reunirá curtas-metragens, debate, exibição e celebrações, promovendo o encontro entre público, realizadores e diferentes narrativas do Brasil, da África, do Caribe e de outras diásporas. Nesta edição, o Encontro estará no Salão Assyrius do Theatro Municipal, no Cine ODEON, no Centro Cultural da Justiça Federal e na Banca do André, em uma celebração das narrativas e expressões artísticas negras durante um momento histórico para a cultura da cidade. O encontro reúne produções do Brasil, da África, do Caribe e de outras diásporas, promovendo encontros entre público e realizadores. Entre as atividades está a exibição de filme da diretora africana Safi Faye, seguida de debate. Serviço De 21 a 25/09 19º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul Semana de Arte do Rio Salão Assyrius do Theatro Municipal Cine ODEON Centro Cultural da Justiça Federal Banca do André — Cinelândia

A energia da bateria dos blocos de Carnaval misturada aos clássicos do rock! Surdos, caixas e percussão trocam batidas brasileiras com riffs de guitarra e melodias marcantes do pop e do rock internacional. Batuque’n’Roll é uma experimentação rítmica e cultural, inserin do a pluralidade da percussão brasileira à composições musicais icônicas com impacto mundial. Em sua estreia, dia 22 de setembro, na Sala Nelson Pereira dos Santos, o grupo apresenta um repertório recheado com clássicos de bandas como Rolling Stones, Led Zeppelin, U2, Beatles, Coldplay e muito mais. Sempre temperando todos esses hits internacionais com a batucada brasileira. A abertura do espetáculo fica por conta do Duocefalo: trazendo com sua formação minimalista composta apenas por baixo (Jorge Mathias) e percussão (Rafael Marcolino), um experimento musical autoral que mistura a riqueza dos ritmos brasileiros à elementos complexos oriundos da música progressiva, presentes em estilos como o jazz, fusion, música erudita e algumas vertentes do rock. Será uma noite de celebração aos ritmos brasileiro e à todas as possibilidades de intercâmbio cultural que a música pode nos proporcionar. Ambos os projetos são idealizados por Rafael Marcolino, músico e educador, baterista relevante na cena musical de Niterói, que esteve à frente da Sinfônica Ambulante durante 15 anos e é um dos fundadores da Oficina de Música do grupo (um dos maiores movimentos culturais da cidade, declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro). Serviço Batuque’n’Roll Data: Terça-feira, 22 de setembro de 2026 Horário: 20h30 Duração: 80min Classificação indicativa: Livre Ingressos: Inteira R$80,00 / Ingresso solidário R$ 50,00 / Lista amiga R$ 40,00 Local: Sala Nelson Pereira dos Santos Avenida Visconde do Rio Branco, 880, São Domingos - Niterói


