31 de maio de 2026

Orquestra Filarmônica Metropolitana realiza Concerto Sacro da Série Ametista

A Orquestra Filarmônica Metropolitana (OFM) realiza, no dia 1º de junho (segunda-feira), às 20h, na Paróquia São Gonçalo de Amarante, conhecida como Igreja Matriz de São Gonçalo, o tradicional Concerto Sacro – Série Ametista. A apresentação marca a abertura oficial da programação da semana de Corpus Christi no município.



Há cinco anos, a OFM promove o espetáculo, que passou a integrar o calendário cultural da cidade e se consolidou como uma tradição que une música de concerto, espiritualidade e patrimônio cultural. A Série Ametista é dedicada ao repertório sacro, valorizando obras e compositores ligados à música religiosa e proporcionando experiências artísticas que dialogam com a fé, a memória coletiva e a identidade cultural da população.


A apresentação acontece em um dos períodos mais emblemáticos para São Gonçalo. Durante a semana de Corpus Christi, a paróquia, com apoio do poder público municipal, coordena a confecção do maior tapete de sal da América Latina, tradição que mobiliza artistas, voluntários e moradores em uma das mais importantes manifestações religiosas e culturais da cidade.


“Esse concerto representa um encontro entre arte, espiritualidade e identidade cultural. A cada edição, percebemos o quanto a música sacra aproxima o público da experiência coletiva proporcionada pelo período de Corpus Christi em São Gonçalo”, destaca Rafael Vieira, ativista social e fundador do Instituto dos Sonhos. 


Para o maestro Gustavo Fernandes, o concerto também reafirma o compromisso da orquestra com a democratização da cultura. “Levar a Série Ametista para a Igreja Matriz durante a abertura dos festejos de Corpus Christi reforça nosso compromisso com a valorização do patrimônio cultural e com o acesso da população à música de concerto”, afirma.


Com duração aproximada de 60 minutos, o concerto tem entrada gratuita (ingressos no Sympla) e é voltado para toda a comunidade, especialmente para apreciadores da música de concerto e da música sacra. A expectativa é receber cerca de 350 pessoas.


SERVIÇO: Concerto Sacro – Série Ametista

Data: 01 de junho de 2026 (segunda-feira)

Horário: 20h

Local: Paróquia São Gonçalo de Amarante (Alameda Pio XII, 86 – Centro – São Gonçalo)

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre 

Ingressos grátis pelo link do Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/orquestra-filarmonica-metropolitana-concerto-sacro/3436265

Público estimado: 350 pessoas



29 de agosto de 2026
A Fundação de Arte de Niterói convida você para o lançamento do FANDelas, projeto pensado para valorizar e celebrar o protagonismo feminino nos palcos! No sábado, 29 de agosto, a partir das 16h, o Reserva Cultural recebe a primeira edição do projeto, que reúne diferentes gerações, estilos e referências. A festa tem entrada franca e vai contar com um set caprichado da DJ Taia Pitaia, passeando pelos sucessos de grandes mulheres da música nacional e mundial. O palco recebe também a cantora baiana Thathi, fazendo um tributo para a gigante Marina Lima e, na sequência, Natalia Voss comanda a Roda de Marisa, celebrando a arte de Marisa Monte! Além de música da melhor qualidade, teremos um espaço de convivência perfeito para brindar com opções incríveis de bebidas e petiscos. Serviço FANDelas Data: Sábado, 29 de agosto de 2026 Horário: 16h Entrada gratuita Reserva Cultural Av. Visconde do Rio Branco, 880 – São Domingos, Niterói
29 de agosto de 2026
Uma das grandes comediantes do país, a atriz Berta Loran (1926-2025) terá seu centenário de nascimento celebrado no lugar onde ela mais se sentia feliz: o teatro. Com texto de Miriam Halfim (sobrinha de Berta) e Marcelo Aquino e direção de Ary Coslov, o espetáculo inédito "Berta – Minha vida por um palco" estreia em 4 de setembro de 2026 no teatro do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF). No elenco, os atores Andrea Dantas, Alexandre Regis, Junior Vieira e Patrícia Pinho dão vida a uma narrativa que transita entre a comédia e a crítica contundente sobre o esquecimento cultural no Brasil. A montagem homenageia a trajetória e o legado de uma das artistas mais queridas e marcantes do Brasil. Em cena, as etapas marcantes de sua vida são lembradas desde a infância difícil em Varsóvia, na Polônia, até a sua morte aos 99 anos em 2025, em Copacabana. Berta migrou para o Brasil aos 9 anos de idade, junto com os pais e cinco irmãos fugindo da perseguição nazista crescente na Europa. Ao chegar no Rio de Janeiro, a família se instalou num sobrado na Praça Tiradentes. Por incentivo do pai, que era alfaiate e ator, Berta ingressou no teatro ainda adolescente e nunca parou. Com quase oito décadas de carreira e mais de 2 mil personagens, Berta começou no teatro de revista, esteve em dezenas de peças teatrais e foi nos programas de humor na TV que ela ficou famosa em todo o Brasil. Sua ida a Portugal para participar da peça “Fogo no Pandeiro” acabou lhe rendendo um enorme sucesso no país, onde morou por seis anos, entre o fim dos anos 1950 e o início dos 1960. Essa experiência acabou criando uma das personagens mais marcantes de sua carreira na TV. Nos anos 1990, na Escolinha do Professor Raimundo, ela criou a imigrante portuguesa Manuela D'Além Mar, cujo sotaque carregado e o bordão "Manuela D'Além Mar, de Trás-os-Montes, sim senhoire!" se tornaram sua marca registrada. Com um humor ácido, a montagem utiliza a figura da icônica comediante para dialogar sobre a falta de preservação da memória artística e histórica do país. Como dramaturga, Miriam Halfim tem se destacado com obras que jogam luz sobre personalidades e episódios históricos. Filha de um dos irmãos de Berta, a autora teve muito contato com a tia ao longo de sua vida. "O palco deu a ela tudo o que ela quis. Apesar de uma infância muito difícil, miserável, em Varsóvia, Berta escolheu viver com alegria. Ela dizia que felicidade é uma escolha", lembra Miriam. “É muito importante que as pessoas conheçam a história da vida dela e se lembrem de Berta Loran. Ela era extremamente talentosa”, diz o diretor Ary Coslov, que decidiu ter duas atrizes – Andrea Dantas e Patrícia Pinho – dividindo o papel de Berta Loran (além de fazerem outros papéis) em diferentes etapas da trajetória dela. Para construir a narrativa da peça, além das muitas lembranças pessoais, Miriam contou com a extensa pesquisa do ator, diretor e autor Marcelo Aquino, coautor do texto. “Nós somos um país com um problema sério de preservação da memória. Tem uma questão cultural com a memória, a gente apaga com muita rapidez muitos artistas”, diz Marcelo. “Por isso, acho que a Miriam presta um serviço não só para arte, mas também para a memória. A Berta é uma artista que abriu caminho para muitos humoristas que estão aqui hoje, principalmente para as mulheres”, afirma Marcelo. A equipe de criação reúne um time de grandes nomes dos bastidores do teatro brasileiro. A iluminação é de Aurélio de Simoni. Os figurinos foram criados por Mauro Leite. A trilha sonora do espetáculo é assinada por Ary Coslov e Marcelo Aquino. A direção de produção fica a cargo do experiente Celso Lemos. SERVIÇO Espetáculo: “Berta – Minha vida por um palco” Temporada: de 4 a 27 de setembro de 2026 Dias e horários: Sextas: às 20h | Sábados e domingos (sessões duplas): às 16h30 e às 19h Local: CCJF - Centro Cultural Justiça Federal Endereço: Av. Rio Branco, 241 - Centro, Rio de Janeiro Ingressos pela Sympla Valores: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia) Classificação Indicativa: 14 anos Duração: 80 min.