14 de março de 2025

Minecraft – A Busca do Diamante Eterno” tem última semana de apresentação

 Do game para o teatro, Minecraft é um espetáculo divertido, cheio de músicas e personagens direto do game. O jogo mais jogado pelas crianças, Minecraft, agora estará nos palcos do Rio de Janeiro. Qual criança não quer ver Steve, Alex, Zumbi, Creeper e os animais ao vivo e bem pertinho. Este espetáculo é a realização do sonho de muitas crianças e é imperdível.

Prepare-se para uma aventura épica no mundo de blocos e pixels com o espetáculo “Minecraft – A Busca do Diamante Eterno”! Inspirado em um dos jogos mais amados da atualidade, esta jornada leva Steve e Alex em uma missão cheia de perigos e descobertas.

História: Em “Minecraft – A Busca do Diamante Eterno”, nossos heróis Steve e Alex partem em uma emocionante expedição para encontrar o raro e cobiçado Diamante Eterno. Mas o caminho não é fácil! Eles precisam ser rápidos e astutos para evitar os temíveis Creeper e Zumbi, que estão sempre à espreita.

Música e Diversão: Com uma trilha sonora vibrante e performances cheias de energia, o espetáculo promete muita diversão e interatividade. As crianças e suas famílias vão cantar, dançar e se encantar com cada cena.


Encontro dos Animais: E o que seria de uma aventura Minecraft sem seus adoráveis animais? Preparem-se para rir e se surpreender com a Ovelha, a Galinha, o Porco e a Vaca, que trazem humor e leveza ao espetáculo. Cada encontro é uma nova história cheia de risadas e alegria!

SERVIÇO


MINECRAFT, em busca do diamante eterno
Teatro do Grandes Atores
Avenidas das Américas, 3.555, Barra da Tijuca
Único fim de semana – 15 e 16 de março
Sábados e domingos - 17h
Classificação livre
45 minutos
Inteira R$ 70,00
Meia R$ 35,00
Compre com desconto e escolha o seu lugar no Divertix.
https://divertix.com.br/teatro/minecraft

16 de março de 2026
Com curadoria e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz no museu Janete Costa em Niterói até 29 de março de 2026. Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos. Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes e histórias que atravessam gerações. Cada peça revela a marca das mãos que a moldaram e a herança de quem ensinou o ofício. No barro, na fibra e na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas de toda a América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para proteger, proteger para preservar, preservar para celebrar. A arte popular latino-americana é feita desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós. Jorge G. Mendes Curador Acolher é um gesto de humanidade. É um ato de cuidado que reconhece o outro, que o legitima e o preserva. A reunião dessas obras criadas por artistas populares, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas, reafirma o compromisso da Fundação de Arte de Niterói em proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro - especialmente aquele que nasce das mãos e dos saberes coletivos. É nesse encontro que celebramos a pluralidade da nossa arte, viva, pulsante e ancestral. O Museu Janete Costa de Arte Popular se torna, mais uma vez, um espaço de pertencimento: um lugar onde memórias são honradas, identidades são reconhecidas e o Brasil profundo encontra visibilidade e respeito. Que esta exposição inspire em cada visitante o desejo de acolher histórias, tradições, territórios e pessoas. Micaela Costa Presidenta da Fundação de Arte de Niterói
16 de março de 2026
Nesse mês dedicado às mulheres, a Sala José Cândido de Carvalho, sob Curadoria de Desirée Monjardim, traz 11 potentes artistas que, em coletivo, entrelaçam vozes, gestos e visões, afirmando o feminino como linguagem, território e permanência um campo vivo de criação, direito e memória. Segundo Be Sancho, artista visual, curador e mestre em Ensino de História, "no encontro cultivamos afetos, tecemos memórias, nutrimos a corpo-templo. É nesse espaço de trocas que as artistas visuais revelam a dimensão sensivel e insurgente do feminino, expandindo seus gestos criadores em potência e poder, sensibilidade e beleza, marcando presença em nosso tempo e lugar de pertencimento. São discursos estéticos que nos inspiram a ver para além do percebido de imediato, atravessando camadas visiveis e invisíveis, nos movendo a seguir com confiança na construção de novos valores e sentidos. A mulher em suas diferentes dimensões ganha potência nessa mostra, onde cada artista nos oferece diferentes perspectivas estéticas e poéticas. Pintura, cerâmica e fotografia compõem o campo sensível da exposição, ofertando-nos elementos simbólicos que nos impulsionam a imaginar e a construir novas narrativas sobre o feminino."  Serviço Exposição: 'O Feminino é Arte' - coletivo Curadoria: Desirée Monjardim Assistente de curadoria: Lina Ponzi Abertura: 10 de março de 2026, às 18h Visitação: Até 08 de maio de 2026 - 2ª a 6ª, das 9h às 17h Local: Sala José Cândido de Carvalho Rua Presidente Pedreira, 98. Ingá, Niterói