8 de julho de 2022

Bauernfest, a festa do colono alemão em Petrópolis

A festa que, tradicionalmente, acontece todo mês de junho, esse ano teve sua data modificada para o mês de agosto tendo em vista as fortes chuvas que atingiram a cidade serrana no mês de fevereiro. Mas não se preocupe, pois Petrópolis está se reestruturando e ficando linda para a festa. Vale lembrar também que durante o mês de agosto (e no inverno todo), apesar de fazer bastante frio em Petrópolis, os dias de chuva são raros.


O que esperar da Bauernfest 2022


A Bauernfest Petrópolis, também conhecida como a Festa do Colono Alemão, acontece todo ano entre os meses de junho e julho desde 1989. Ela é um dos eventos que mais movimenta a Cidade Imperial e já faz parte da agenda cultural de Petrópolis. Para se ter uma ideia, ela é a maior festa cervejeira do estado do Rio de Janeiro e de toda a região sudeste. Esse ano, a festa acontecerá de 12 de agosto até 28 de agosto, para garantir que a cidade esteja preparada para receber a grande quantidade de turistas esperada com segurança.


Embora hajam atividades espalhadas em outros pontos da cidade, como a Praça da Liberdade, o lugar que recebe as principais atrações da Bauernfest não poderia ter mais a cara de Petrópolis. Tudo acontece em um dos principais cartões postais da cidade: o Palácio de Cristal.


A proposta da festa é resgatar as raízes germânicas que marcaram a história de Petrópolis. E não falta tradição: por lá você encontra apresentações de dança típica, corais, concursos, além de comidas e cervejas deliciosas vendidas nas barraquinhas. Isso sem falar na programação recheada de espetáculos e produtos alemães.

Uma novidade bem legal que acontece desde 2018 é a “Lei da Bauern”, que valoriza os produtores locais. Com essa lei, o espaço ao redor do Palácio de Cristal é reservado para empresas petropolitanas que trabalhem com produtos artesanais alemães. Outra novidade desde o ano de 2018 foi a chegada das cervejas artesanais, com uma barraca só para elas.


Bauernfest Itaipava


A Bauernfest Itaipava é, na verdade, uma novidade na agenda local. Logo após o período oficial da festa em Petrópolis, a festa continua nos distritos. O espírito é o mesmo: muita cerveja, animação, comidas gostosas e danças e músicas típicas para manter a tradição germânica. 



16 de março de 2026
Com curadoria e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz no museu Janete Costa em Niterói até 29 de março de 2026. Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos. Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes e histórias que atravessam gerações. Cada peça revela a marca das mãos que a moldaram e a herança de quem ensinou o ofício. No barro, na fibra e na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas de toda a América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para proteger, proteger para preservar, preservar para celebrar. A arte popular latino-americana é feita desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós. Jorge G. Mendes Curador Acolher é um gesto de humanidade. É um ato de cuidado que reconhece o outro, que o legitima e o preserva. A reunião dessas obras criadas por artistas populares, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas, reafirma o compromisso da Fundação de Arte de Niterói em proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro - especialmente aquele que nasce das mãos e dos saberes coletivos. É nesse encontro que celebramos a pluralidade da nossa arte, viva, pulsante e ancestral. O Museu Janete Costa de Arte Popular se torna, mais uma vez, um espaço de pertencimento: um lugar onde memórias são honradas, identidades são reconhecidas e o Brasil profundo encontra visibilidade e respeito. Que esta exposição inspire em cada visitante o desejo de acolher histórias, tradições, territórios e pessoas. Micaela Costa Presidenta da Fundação de Arte de Niterói
16 de março de 2026
Nesse mês dedicado às mulheres, a Sala José Cândido de Carvalho, sob Curadoria de Desirée Monjardim, traz 11 potentes artistas que, em coletivo, entrelaçam vozes, gestos e visões, afirmando o feminino como linguagem, território e permanência um campo vivo de criação, direito e memória. Segundo Be Sancho, artista visual, curador e mestre em Ensino de História, "no encontro cultivamos afetos, tecemos memórias, nutrimos a corpo-templo. É nesse espaço de trocas que as artistas visuais revelam a dimensão sensivel e insurgente do feminino, expandindo seus gestos criadores em potência e poder, sensibilidade e beleza, marcando presença em nosso tempo e lugar de pertencimento. São discursos estéticos que nos inspiram a ver para além do percebido de imediato, atravessando camadas visiveis e invisíveis, nos movendo a seguir com confiança na construção de novos valores e sentidos. A mulher em suas diferentes dimensões ganha potência nessa mostra, onde cada artista nos oferece diferentes perspectivas estéticas e poéticas. Pintura, cerâmica e fotografia compõem o campo sensível da exposição, ofertando-nos elementos simbólicos que nos impulsionam a imaginar e a construir novas narrativas sobre o feminino."  Serviço Exposição: 'O Feminino é Arte' - coletivo Curadoria: Desirée Monjardim Assistente de curadoria: Lina Ponzi Abertura: 10 de março de 2026, às 18h Visitação: Até 08 de maio de 2026 - 2ª a 6ª, das 9h às 17h Local: Sala José Cândido de Carvalho Rua Presidente Pedreira, 98. Ingá, Niterói