14 de agosto de 2023

Youtuber Primo Pobre lança livro no Rio

Obra é escrita por Eduardo Feldberg, criador do canal “Primo Pobre” que tem mais de 1,4 milhões de inscritos


Conversar sobre dívidas, orçamento, o hábito de poupar e os primeiros passos no mundo dos investimentos, são os objetivos do livro “Deixe de ser pobre” (Maquinaria Editorial), escrito pelo empreendedor e administrador Eduardo Feldberg, criador do canal Primo Pobre, um dos maiores e mais populares canais sobre educação financeira do país, com mais de 1,4 milhões de inscritos e que vem ao Rio de Janeiro, para o lançamento na quinta e sexta-feira, 17 e 18 de agosto, às 18h, nas livrarias Leitura Tijuca e Leitura Bangu, respectivamente.


De maneira direta, simples e divertida, o autor aborda temas que fazem parte do cotidiano, mas que nem toda a população tem conhecimento como cartão de crédito, economia doméstica, organização financeira, planejamento de salário, investimentos, reserva de emergência e dívidas. “Uma boa educação financeira pode melhorar muito a vida de qualquer pessoa, inclusive a das que ganham pouco”, salienta.


Eduardo Feldberg é paulistano de Osasco e tem uma história real, na qual vivendo com o básico, economizando, trabalhando e ganhando um salário que alternou entre 295 e 3 mil reais ao longo de quase vinte anos, com a ajuda das rendas extras, conseguiu comprar um carro à vista, financiar um apartamento, viajar diversas vezes pelo Brasil e exterior, me casar e quitar todas as despesas com a cerimônia e a festa até a data do casamento – e ainda juntar 100 mil na poupança durante esse período. Começou a postar vídeos por diversão (de assuntos variados, principalmente tocando instrumentos musicais) e viralizou com o vídeo “Como quitar um financiamento de 30 anos em 3”, que obteve 8 milhões de visualizações.


Em seu canal no YouTube, Primo Pobre, conversa e ensina quem cansou de não entender as próprias finanças a cuidar do dinheiro de maneira fácil e descomplicada. O livro é o resultado de tudo que aprendeu, viveu e de indignação. “Eu estava indignado com o fato de muita gente boa trabalhar demais o tempo todo para, no final das contas, ter uma vida mais lascada que joelho de freira”, completa. “Apesar de falar de dinheiro na internet, eu não sou um milionário - estou muito longe disso - e quero justamente ir na contramão dos clichês de influenciadores de finanças”, completa.


Ao longo das 224 páginas, Deixe de ser pobre contribui para administrar melhor as finanças para que toda a família tenha o que merece, sem a necessidade de um salário altíssimo para isso. “A habilidade de lidar com o dinheiro envolve muitas coisas, como a inteligência de criar novas fontes de renda para aumentar seus ganhos, o esforço em poupar para conquistar metas e sonhos, a capacidade de providenciar recursos para o futuro, o autocontrole para não ser seduzido a comprar coisas desnecessárias anunciadas na televisão ou internet, a sabedoria de saber como e quando usar o cartão de crédito, o equilíbrio para saber quando e quanto gastar em certos produtos e a consciência de que, às vezes, o barato sai caro, mas, às vezes, pagar caro é burrice”, finaliza.


 SERVIÇO LANÇAMENTO PRIMO POBRE

Dia: 17 de agosto

Horário: 18h às 20h

Local: Livraria Leitura Tijuca, Shopping Tijuca - Av. Maracanã, 987 - Tijuca, Rio de Janeiro - RJ, 20511-000

Dia: 18 de agosto

Horário: 18h às 20h

Local: Livraria Leitura Bangu, Bangu Shopping - R. Fonseca, 240 - 158A - Bangu, Rio de Janeiro - RJ, 21820-005

16 de março de 2026
Com curadoria e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz no museu Janete Costa em Niterói até 29 de março de 2026. Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos. Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes e histórias que atravessam gerações. Cada peça revela a marca das mãos que a moldaram e a herança de quem ensinou o ofício. No barro, na fibra e na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas de toda a América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para proteger, proteger para preservar, preservar para celebrar. A arte popular latino-americana é feita desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós. Jorge G. Mendes Curador Acolher é um gesto de humanidade. É um ato de cuidado que reconhece o outro, que o legitima e o preserva. A reunião dessas obras criadas por artistas populares, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas, reafirma o compromisso da Fundação de Arte de Niterói em proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro - especialmente aquele que nasce das mãos e dos saberes coletivos. É nesse encontro que celebramos a pluralidade da nossa arte, viva, pulsante e ancestral. O Museu Janete Costa de Arte Popular se torna, mais uma vez, um espaço de pertencimento: um lugar onde memórias são honradas, identidades são reconhecidas e o Brasil profundo encontra visibilidade e respeito. Que esta exposição inspire em cada visitante o desejo de acolher histórias, tradições, territórios e pessoas. Micaela Costa Presidenta da Fundação de Arte de Niterói
16 de março de 2026
Nesse mês dedicado às mulheres, a Sala José Cândido de Carvalho, sob Curadoria de Desirée Monjardim, traz 11 potentes artistas que, em coletivo, entrelaçam vozes, gestos e visões, afirmando o feminino como linguagem, território e permanência um campo vivo de criação, direito e memória. Segundo Be Sancho, artista visual, curador e mestre em Ensino de História, "no encontro cultivamos afetos, tecemos memórias, nutrimos a corpo-templo. É nesse espaço de trocas que as artistas visuais revelam a dimensão sensivel e insurgente do feminino, expandindo seus gestos criadores em potência e poder, sensibilidade e beleza, marcando presença em nosso tempo e lugar de pertencimento. São discursos estéticos que nos inspiram a ver para além do percebido de imediato, atravessando camadas visiveis e invisíveis, nos movendo a seguir com confiança na construção de novos valores e sentidos. A mulher em suas diferentes dimensões ganha potência nessa mostra, onde cada artista nos oferece diferentes perspectivas estéticas e poéticas. Pintura, cerâmica e fotografia compõem o campo sensível da exposição, ofertando-nos elementos simbólicos que nos impulsionam a imaginar e a construir novas narrativas sobre o feminino."  Serviço Exposição: 'O Feminino é Arte' - coletivo Curadoria: Desirée Monjardim Assistente de curadoria: Lina Ponzi Abertura: 10 de março de 2026, às 18h Visitação: Até 08 de maio de 2026 - 2ª a 6ª, das 9h às 17h Local: Sala José Cândido de Carvalho Rua Presidente Pedreira, 98. Ingá, Niterói