3 de fevereiro de 2024

Tradição de Maricá apresentará a cultura nordestina no Maricarnaval

Verde e Branco de Itapeba será a penúltima escola a desfilar na Passarela Adélia Breve, no Centro, na terça-feira (13/02)

A Tradição de Maricá será a penúltima escola a desfilar na terça-feira (13/02) de Carnaval. A Verde e Branco de Itapeba levará para a Passarela Adélia Breve, no Centro, a cultura nordestina com o samba-enredo “A Asa Branca Tradição e a saga do sambaião”, do carnavalesco Renato Figueiredo. O Maricarnaval é organizado pela Prefeitura, por meio da Secretaria de Turismo.



Fundada em 1993, a Tradição de Maricá tem sete títulos no Carnaval – uma pelo grupo especial e seis no acesso. A Verde e Branco conta com sete intérpretes (Jota Pê, Pedrinho, Neguinho, Luizinho da Mumbuca, Ediel, Celsinho da Cabuçu e Amarildo) para entoar o samba-enredo na avenida com os 400 componentes. A bateria Guardiões do Samba, com 60 integrantes, será conduzida pelos mestres Armando e Gilson, tendo à frente a rainha Thayna Laysa e a princesa Rosana Barbosa, além de dois casais de mestre sala e porta-bandeira - Cassia e Yuri / Gabriela e Felipe.

A presidente da escola, Antônia de Oliveira, transformou a residência no Centro em um ateliê para preparar as fantasias e os adereços para a folia. Segundo ela, 12 pessoas trabalham dia e noite para deixar tudo preparado para o desfile na terça-feira.

“É uma alegria muito grande voltar a desfilar no Carnaval da cidade. Estamos correndo contra o tempo para deixar tudo pronto. Vamos comemorar os 30 anos da Tradição com muito xote, xaxado e baião”, afirmou Antônia, que também falou da expectativa em buscar a oitava taça no Maricarnaval. “Queremos o título, mas independente disso vamos mostrar na avenida toda nossa alegria”, completou.

No barracão, em Itapeba, o diretor de Carnaval, Moreira Maia, de 68 anos, organiza a equipe que prepara os carros alegóricos e informou que, na próxima semana, será feito o acabamento dos veículos.

“Temos um ensaio na próxima terça-feira, dia 6, e a expectativa é enorme para fazer mais um grande Carnaval nessa volta com os desfiles. A comunidade está muito animada e vamos mostrar a força da Tradição”, destacou Moreira, que fundou a escola em 1993.


23 de maio de 2026
A artista Carol Ambrósio apresenta a exposição individual Jardim, no Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro, com curadoria de Gabriela Davies. Reunindo obras recentes inéditas, a mostra apresenta esculturas, assemblages e trabalhos bidimensionais construídos a partir da coleta, destruição e recomposição de cerâmicas, porcelanas, toalhas de mesa e utensílios domésticos. Ao reorganizar esses elementos em estruturas instáveis, frágeis e ao mesmo tempo resistentes, Carol transforma o universo doméstico em um campo de reflexão sobre as construções sociais do feminino, seus códigos de comportamento e suas possibilidades de ruptura. A exposição parte de um repertório íntimo ligado ao antiquário de sua família, ambiente no qual a artista conviveu desde a infância com objetos carregados de memória, acúmulos e narrativas. Em Jardim, esse imaginário reaparece em figuras fragmentadas, paisagens interrompidas, totens cerâmicos e composições híbridas que parecem oscilar entre ornamentação e colapso. Em muitas obras, figuras femininas aparecem fundidas a objetos decorativos, vasos e flores, numa investigação crítica sobre os lugares historicamente atribuídos às mulheres no espaço doméstico e social. São trabalhos que evocam comportamentos associados à mulher, ressignificados em construções marcadas por deslocamento, ironia e resistência. SERVIÇO: “Jardim”, de Carol Ambrósio Curadoria: Gabriela Davies Abertura: 27 de maio de 2026 Local: Centro Cultural Correios Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 Centro – Rio de Janeiro Entrada gratuita | classificação livre
23 de maio de 2026
O escândalo é só o começo. Um jogador no auge da carreira, milionário, idolatrado, decide sabotar a própria trajetória. Ele quer ser punido. Para contar a sua versão da história, convoca uma jornalista que cobre guerras — alguém acostumada a lidar com situações-limite. Com texto de Luiz Eduardo Soares e direção de Marcus Faustini, o espetáculo “Assim na terra como no céu”, que encerra temporada, neste domingo (24/05), no Teatro Ipanema, começa como uma entrevista exclusiva, vendida como “bombástica”, e se transforma em um duelo intenso sobre culpa, poder, verdade e sobrevivência. Não é sobre futebol. É sobre o nosso tempo. Serão 20 sessões gratuitas ao longo da temporada, às quintas e sextas, às 20h, aos sábados, às 17h e 20h e, aos domingos, às 19h. Serviço: Assim na terra como no céu Temporada: de 30 de abril a 24 de maio de 2026 Dias e horários: quintas e sextas, às 20h, sábados, às 17h e 20h e domingos, às 19h. Teatro Ipanema: Rua Prudente de Morais, 824 - Ipanema, Rio de Janeiro Ingressos: gratuitos, com retirada na bilheteria Duração: 1h15 Lotação: 192 lugares Classificação: 14 anos