26 de março de 2024

Sala José Cândido de Carvalho recebe a exposição “Discurso sobre a Feminilidade”

A ArtistaVisual, Fotógrafa e Pesquisadora, Amanda Erthal inaugura a sua exposição “Discursos sobre a Feminilidade”, no dia 26 de março (terça-feira), às 18 horas, na Sala José cândido de Carvalho. A mostra será composta por cerca de trinta trabalhos que retratam o modo como o patriarcalismo se renova para, coercitivamente, atribuir às mulheres funções sociais que confundem cuidado com trabalho e garantem que nossos corpos sejam docilizados para servir.


Nascida em Niterói, Amanda, foi aluna no curso de Mestrado em Estudos Contemporâneos das Artes na UFF, onde desenvolveu e aprofundou sua pesquisa sobre a Feminilidade. Em seus processos artísticos, utiliza imagens e palavras para compor narrativas poéticas que compreendam a Arte Feminista enquanto instrumento de transformação que nos guie até o alcance crítico necessário para a insurreição dos corpos femininos e de seus modos de existir.


Dispondo de técnicas, tradicionalmente consideradas femininas, como o bordado e a costura. Além da fotografia e da pintura. A artista buscou inspiração teórica nos clássicos O Segundo Sexo, da filósofa existencialista, Simone Beauvoir e A Mística Feminina, da ativista feminista, Betty Friedman. Além de se inspirar, e sempre questionar, as tão conhecidas frases ditas para todas as meninas e mulheres ao longo de suas vidas, tais como “fala baixo”, “senta direito”, “tira o batom vermelho” que compõem os mecanismos de controle que traduzem os discursos de uma antiga feminilidade.


Nesta exposição, encontraremos cerca de trinta trabalhos que retratam o modo como o patriarcalismo se renova para, coercitivamente, atribuir às mulheres funções sociais que confundem cuidado com trabalho e garantem que nossos corpos sejam docilizados para servir. Portanto, o que se propõe através desta exposição é questionar os discursos que ditam as formas da norma, para que se torne possível alcançar o caráter emancipatório necessário para reconhecer que os velhos modelos de feminilidade não nos servem mais.


SERVIÇO

Exposição “Discursos sobre a Feminilidade” – Amanda Erthal

Abertura: 26 de março

Horário: 18h

Visitação: até 24 de maio

Horário: De segunda a sexta, das 9h às 17h

Local: Sala José Cândido de Carvalho

Endereço: Rua Presidente Pedreira, 98, Ingá, Niterói.


23 de maio de 2026
A artista Carol Ambrósio apresenta a exposição individual Jardim, no Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro, com curadoria de Gabriela Davies. Reunindo obras recentes inéditas, a mostra apresenta esculturas, assemblages e trabalhos bidimensionais construídos a partir da coleta, destruição e recomposição de cerâmicas, porcelanas, toalhas de mesa e utensílios domésticos. Ao reorganizar esses elementos em estruturas instáveis, frágeis e ao mesmo tempo resistentes, Carol transforma o universo doméstico em um campo de reflexão sobre as construções sociais do feminino, seus códigos de comportamento e suas possibilidades de ruptura. A exposição parte de um repertório íntimo ligado ao antiquário de sua família, ambiente no qual a artista conviveu desde a infância com objetos carregados de memória, acúmulos e narrativas. Em Jardim, esse imaginário reaparece em figuras fragmentadas, paisagens interrompidas, totens cerâmicos e composições híbridas que parecem oscilar entre ornamentação e colapso. Em muitas obras, figuras femininas aparecem fundidas a objetos decorativos, vasos e flores, numa investigação crítica sobre os lugares historicamente atribuídos às mulheres no espaço doméstico e social. São trabalhos que evocam comportamentos associados à mulher, ressignificados em construções marcadas por deslocamento, ironia e resistência. SERVIÇO: “Jardim”, de Carol Ambrósio Curadoria: Gabriela Davies Abertura: 27 de maio de 2026 Local: Centro Cultural Correios Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 Centro – Rio de Janeiro Entrada gratuita | classificação livre
23 de maio de 2026
O escândalo é só o começo. Um jogador no auge da carreira, milionário, idolatrado, decide sabotar a própria trajetória. Ele quer ser punido. Para contar a sua versão da história, convoca uma jornalista que cobre guerras — alguém acostumada a lidar com situações-limite. Com texto de Luiz Eduardo Soares e direção de Marcus Faustini, o espetáculo “Assim na terra como no céu”, que encerra temporada, neste domingo (24/05), no Teatro Ipanema, começa como uma entrevista exclusiva, vendida como “bombástica”, e se transforma em um duelo intenso sobre culpa, poder, verdade e sobrevivência. Não é sobre futebol. É sobre o nosso tempo. Serão 20 sessões gratuitas ao longo da temporada, às quintas e sextas, às 20h, aos sábados, às 17h e 20h e, aos domingos, às 19h. Serviço: Assim na terra como no céu Temporada: de 30 de abril a 24 de maio de 2026 Dias e horários: quintas e sextas, às 20h, sábados, às 17h e 20h e domingos, às 19h. Teatro Ipanema: Rua Prudente de Morais, 824 - Ipanema, Rio de Janeiro Ingressos: gratuitos, com retirada na bilheteria Duração: 1h15 Lotação: 192 lugares Classificação: 14 anos