6 de julho de 2025

Orquestra Petrobras Sinfônica em Concerto “Francês” na Sala Cecília Meireles

A Sala Cecilia Meireles, um espaço FUNARJ, apresenta na sexta-feira, dia 14 de julho, às 19 horas, e sábado, dia 5 de julho, às 17 horas, dentro da Série Sala Orquestras, a Orquestra Petrobras Sinfônica, sob a regência de Javier Logioia Orbe, tendo como solista a pianista Erika Ribeiro. No repertório, obras de Erik Satie, Maurice Ravel e Georges Bizet.

 

A Temporada 2025 da Sala Cecília Meireles tem o patrocínio da Petrobras.

 

Ingressos a R$ 40,00 e 20,00

 

Link para a compra de ingressos:

 

Sexta-feira, 4 de julho: https://shre.ink/xOeP

Sábado, 5 de julho: https://shre.ink/xOey

 

Sob a regência do maestro argentino Javier Logioia Orbe, o repertório celebra a delicadeza e a intensidade dos compositores franceses. O programa se inicia com as atmosféricas Gymnopédies de Erik Satie, em orquestração de Claude Debussy. Em seguida, a premiada pianista Erika Ribeiro, destaque no cenário nacional e internacional, interpreta o vibrante Concerto para piano em Sol maior, de Maurice Ravel. Para encerrar, a orquestra apresenta a Sinfonia nº 1 em Dó maior, de Georges Bizet.

 

Programa 

 

Erik Satie (1866 - 1925), orquestração: Claude Debussy (1862 - 1918)

Trois Gymnopédies

I. Lent et douloureux 

II. Lent et grave

 

As Trois Gymnopédies orquestradas por Claude Debussy transformam a delicadeza minimalista de Satie em cores harmônicas ricas, com cordas e madeiras ampliando sua melancolia etérea. Debussy preservou a simplicidade original, mas acrescentou camadas sutis de textura e movimento, realçando a beleza introspectiva das peças. Essa versão orquestral tornou-se tão icônica quanto as originais para piano, unindo o gênio de dois mestres do impressionismo francês.

 

Maurice Ravel (1875 - 1937)

Concerto para piano em Sol maior, M. 38 

I. Allegramente

II. Adagio assai

III. Presto


O Concerto para Piano em Sol maior de Ravel (1931) é uma obra brilhante que funde jazz, folclore basco e virtuosismo pianístico numa estrutura clássica refinada. O primeiro movimento irradia energia rítmica, enquanto o Adagio central é de uma beleza lírica comovente, quase celestial. Típico de Ravel, a orquestração é deslumbrante, equilibrando precisão mecânica e emotividade profundamente humana.

 

Georges Bizet (1838 - 1875)

Sinfonia em Dó

I. Allegro vivo 

II. Adagio 

III. Menuetto (Scherzo)

IV. Allegro Vivace (Finale)

 

A Sinfonia em Dó maior de Bizet, composta aos 17 anos (1855), é uma jóia da música clássica, revelando seu talento precoce e domínio da forma sinfônica. Com melodias límpidas, vivacidade rítmica e uma orquestração brilhante, a obra ecoa influências de Haydn e Beethoven, mas já antecipa o estilo fresco e melodioso de Carmen. Apesar de esquecida por décadas, hoje é celebrada como uma das mais encantadoras sinfonias do século XIX.



5 de outubro de 2026
Mais de quatro séculos depois de sua criação, Romeu e Julieta segue atual e volta ao palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro em uma nova montagem, reunindo o Ballet e a Orquestra Sinfônica da casa, sob direção, concepção e coreografia de Luiz Fernando Bongiovanni, regência de Tobias Volkmann e direção geral de Hélio Bejani. Com patrocínio oficial Petrobras, o espetáculo revisita a célebre partitura de Sergei Prokofiev para contar a história de dois jovens cujo amor é interrompido pela rivalidade entre suas famílias, Capuletos e Montéquios. A montagem traz à cena temas como a intolerância, os conflitos e a dificuldade de conviver com as diferenças, questões que permanecem presentes na sociedade contemporânea. As apresentações acontecem de 7 a 10 de outubro, às 19h e no dia 11, às 17h. No elenco, os primeiros bailarinos Márcia Jaqueline, Cícero Gomes, Juliana Valadão e os solistas Gabriela Cidade e Rodrigo Hermesmeyer. Serviço: Romeu e Julieta Ballet e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro Dias: 6/10 (Ensaio Geral), 7/10 (Estreia), 8/10,9/10,10/10, às 19h e 11/10, às 17h Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro Endereço: Praça Floriano, s/n° – Centro Ingressos: Frisas e Camarotes – R$90,00 (ingresso individual) Plateia e Balcão Nobre – R$80,00 Balcão Superior e Lateral – R$50,00 Galeria Central e Lateral– R$30,00 Ingressos através do site www.theatromunicipal.rj.gov.br ou na bilheteria do Theatro.
5 de outubro de 2026
Com apresentação agendada para o Theatro Municipal de Niterói, na quarta-feira, 07 de outubro, às 19h, em O Teatro da Cura: Música e Medicina o grupo propõe um percurso pela música de câmara em diferentes formações, com concertos comentados e o uso de instrumentos de época - alguns deles originais do século XVIII. O espetáculo O Teatro da Cura, parte da série "Viagem no Tempo", apresenta uma reflexão sobre as maneiras como a sociedade lidou com os males físicos e os desafios da saúde ao longo dos séculos. Através de peças musicais do período barroco, a montagem relaciona práticas históricas de cuidado com obras de compositores renomados. A interpretação é realizada com instrumentos históricos, preservando a sonoridade e a técnica do repertório selecionado, e a apresentação combina trechos narrativos e de caráter cômico para contextualizar a relação entre arte, história e a figura do médico. O espetáculo traz um retrato musical divertido e sentimental da medicina e dos médicos, com suas pílulas, cirurgias, elixires e encantamentos para lidar com os males da condição humana. No programa, música de Bach, Haendel, Lully, Couperin, Marais, Charpentier, Kuhnau. Com Laura Rónai, (flauta barroca), Roger Ribeiro (violino barroco), Eduardo Antonello (cravo), e Myrna Herzog (viola de gamba). Serviço O Teatro da Cura | Série "Viagem no Tempo" com Ensemble PHOENIX Data: Quarta-feira, 07 de outubro de 2026 Horário: 19h Classificação indicativa: 12 anos Duração: 60min Ingressos: R$ 80,00 (R$ 60,00 na compra antecipada até o dia 06/10) Vendas pelo Fever, ou na bilheteria do Theatro Local: Theatro Municipal de Niterói End: Rua XV de Novembro, 35, Centro - Niterói Site: www.tmjc.com.br