9 de setembro de 2022

Musical conta história do Clube da Esquina

 

“Um espetáculo sobre amizade e um movimento artístico que entrou para história. O Clube da Esquina trouxe um som inovador, transformador e conseguiu juntar em suas músicas diversas referências, de diferentes partes do Brasil e do mundo, e fazer algo bem distinto do que era produzido musicalmente na época. Clube da Esquina – Os Sonhos Não Envelhecem é um musical brasileiro que também mostra a história de nosso País”, detalha o diretor Dennis Carvalho em seu primeiro trabalho depois de deixar a TV Globo, onde dirigiu várias novelas durante 40 anos.


Baseado no livro “Os Sonhos Não Envelhecem – Histórias do Clube da Esquina”, de Márcio Borges, o musical foi idealizado pelas coprodutoras Buenos Dias e MRG e tem o Grupo Prisma como produtor associado. A superprodução chega ao Rio de Janeiro no dia 9 de setembro, no Teatro Riachuelo. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Sesc Palladium e no site www.sympla.com.br.



O musical mostrará a potência da canção mineira, fundamental para construção da identidade de nosso País e de nossa cultura. O Clube da Esquina é respeitado mundialmente como um dos mais importantes movimentos artísticos dos últimos tempos. Responsável pela adaptação e dramaturgia do livro de Márcio Borges, Fernanda Brandalise, busca ser o mais fiel possível à história dos músicos: “Clube da Esquina – Os Sonhos Não Envelhecem é sobre um grupo de jovens, em Minas Gerais, que sonhava em mudar o mundo com música. Contaremos, no palco, como surgiu o Clube da Esquina. Falaremos sobre amizade e poesia, fruto da esperança inabalável de que a arte pode transformar o mundo em algo melhor.”


Assim, a ditadura militar, a evolução musical e a amizade de Milton (Tiago Barbosa), Wagner Tiso (Vitor Novello), Fernando Brant (Daniel Haidar), Lô Borges (Cadu Libonati), Márcio Borges (Rômulo Weber), Ronaldo Bastos (Gab Lara) e Beto Guedes (Tom Karabachian), integrantes do movimento, estão presentes nos 120 minutos do musical. Tiago Barbosa, o Milton do espetáculo, vem despontando como um dos grandes nomes do teatro musical – ele concorre inclusive ao Prêmio Broadwayworld Spain como melhor ator pelo musical “Kinky Boots” e, também, já foi preparador vocal e atuou no grupo Nós do Morro. Radicado na Europa, ele está de volta ao Brasil por causa do Clube da Esquina.


“De todos os planos que eu havia traçado nesse exato momento e contexto social, não havia melhor oportunidade para regressar: Milton Nascimento merece esse valor e destaque! Está sendo um privilégio contar essa história e fazê-la conhecida para novas gerações. Sinto-me honrado por representar esse cara de voz ativa, que reuniu pessoas incríveis naquela época, Milton Nascimento sempre foi um guerreiro”, diz Tiago.


Na banda há seis instrumentistas, dirigidos musicalmente por lexandre Kassin, que buscou respeitar a essência dos arranjos originais. Para o espetáculo foram escolhidas 25 canções, entre elas, as icônicas “Cais” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos), “Para Lennon e McCartney” (Lô Borges, Márcio Borges e Fernando Brant), “Trem Azul” (Lô Borges e Ronaldo Bastos) e “Tudo que Você Podia Ser” (Márcio Borges e Lô Borges), “Clube da Esquina” e “Clube da Esquina 2”, dentre outras. “Poder desvendar os detalhes dessas canções maravilhosas e mergulhar nessas harmonias é um prazer e um desafio”, conta Kassin.



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30 de julho de 2026
O movimento e a fala caminham juntos no espetáculo de dança-teatro “Sem corpo não há aqui”. Foi durante o processo de ensaios que a dramaturga e diretora Isabel Cavalcanti desenvolveu os textos que acompanham e se misturam aos gestos da bailarina Giselda Fernandes e da atriz Joana Lerner, madrasta e enteada na vida real, que perderam, há dois anos, o marido e pai, o artista plástico Hilton Berredo. “Sem corpo não há aqui” estreia na Sala Multiuso do Sesc Copacabana no dia 6 de agosto de 2026. A temporada segue até o dia 16 do mesmo mês, com sessões às quintas e sextas, às 19h, e aos sábados e domingos, às 17h. O projeto foi contemplado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2025/2026.  Misturando realidade e ficção, e fugindo da narrativa linear, o espetáculo investiga a vulnerabilidade como condição da existência: acontecimentos aparentemente insignificantes revelam dimensões inesperadas da experiência humana. Nesse território instável, onde o cotidiano e o extraordinário se equivalem, a cena se desenvolve. Com humor e densidade, as intérpretes Giselda Fernandes e Joana Lerner atravessam memórias, ausências e deslocamentos, numa reflexão sobre perda, convivência e transformação. Dramaturga e diretora da montagem, Isabel Cavalcanti lembra que foi um grande desafio dirigir uma bailarina e uma atriz, que são madrasta e enteada na vida real e que estão vivendo o luto. “Como realidade e ficção se misturavam o tempo todo nesse processo, precisei criar um espaço em que elas se sentissem seguras para expor as dores, alegrias, memórias, os conflitos, encontros e desencontros existentes entre elas e, simultaneamente, transformar isso tudo em ficção, em dança-teatro”. “A articulação entre fala e movimento na criação da dramaturgia levou meses, dias e noites insones. Foi um longo processo de escrever e apagar, acrescentar e descartar. No início dos ensaios, propus a criação de partituras corporais a partir da história do corpo de cada intérprete. As partituras e minha observação da relação das duas me trouxeram a necessidade de também dizer com palavras. Fui entendendo aos poucos o fluxo entre movimento e fala. E a dramaturgia foi se costurando. Tudo é dança, afinal: a palavra e o gesto”, diz a diretora. A trilha sonora original e o desenho de som da montagem são assinados por Isadora Medella. Os figurinos criados por Marieta Spada vão se modificando em cena, ganhando elementos que remetem ao universo da dança. O vestido usado por Joana Lerner é uma criação de Marcelo De Gang, usado originalmente no solo “Dagmar e seu espelho”, de Giselda Fernandes. O cenário criado por Aurora dos Campos traz objetos ligados à dança e ao corpo. Inicialmente espalhadas, essas peças vão se encontrando durante a narrativa, formando uma escultura de memórias. SERVIÇO Espetáculo: “Sem corpo não há aqui” Temporada: 06 a 16 de agosto de 2026 Dias e horários: Quintas e sextas, às 19h | Sábados e domingos, às 17h Local: Sesc Copacabana – Sala Multiuso (Rua Domingos Ferreira, 160) Ingressos: R$40 (inteira) | R$ 36 (convênio) | R$ 28 (credencial plena Sesc) | R$ 31 (convênio empresário) | R$ 20 (meia-entrada) | gratuito (PCG) Informações: (21) 2547-0156 Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a sexta, das 9h às 20h. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 20h. Vendas online: site da Ingresso.com Capacidade: 50 lugares Classificação: 14 anos. Duração: 60 min.
28 de julho de 2026
Com o objetivo de mostrar, de maneira lúdica e divertida, a importância de preservar o meio ambiente, o premiado musical infantil “TcHiBuM! – A Liga Aquática” faz nova temporada, a partir de 8 de agosto, às 11h, na EcoVilla Ri Happy, no Jardim Botânico. A peça é idealizada por Diego Morais e Pedro Henrique Lopes, criadores do premiado projeto infanto-juvenil “Grandes Músicos para Pequenos”. A dupla também reestreia, no mesmo dia e espaço, “Ritinha Rock & Roll – Rita Lee para Crianças”, com sessões às 16h. Em “TcHiBuM!”, eles convidam os espectadores para um mergulho muito divertido e cheio de aventuras com um Boto cinza que sabe de tudo, uma Lontra sempre perdida e uma ave Biguatinga muito animada pelas águas da Baía de Guanabara. Junto das crianças, eles tentam acabar com a sujeira de Fefê Fedida, uma barata do mar que se alimenta de lixo e restos. O espetáculo venceu o Prêmio CBTIJ nas categorias Atuação cênica e dramaturgia original. Com temas relacionados à preservação e à conscientização sobre as águas, o espetáculo tem direção de Diego Morais, direção musical de Tony Lucchesi, texto de Pedro Henrique Lopes e músicas inéditas de Tony Lucchesi e Marcelo Mendonça. A trama conta a história de Junior e Yasmin, duas crianças que adoram brincar perto da água. Um dia, Yasmin joga um canudo nas águas da baía. O canudo é arremessado de volta e acerta a menina, que, ao olhar de perto é puxada magicamente para uma aventura no fundo do mar junto de seu amigo. Ao conhecerem os animais que ainda vivem na baía, Yasmin e Junior (junto da plateia) descobrem que as águas estão muito poluídas e que o fundo do mar precisa de ajuda urgente! No elenco, estão Lucas da Purificação (Junior), Sara Chaves (Yasmin), Pablo Áscoli (Botão), Gabriel Querino (Bibi), Aline Carrocino (Lilon), Victor Maia (Fefê Fedida) e Erick Villas (Stand in). “Mais do que divertir as crianças e gerar momentos inesquecíveis para as famílias, acreditamos que nosso trabalho enquanto criadores é também conscientizar sobre o mundo, sobre a natureza, sobre a sociedade, sobre o presente e o futuro”, conta Diego Morais. “Adoramos ver as famílias cantando junto e se divertindo. E esperamos que a cada trabalho que a gente coloca em cartaz, contribuamos para construir uma sociedade mais igualitária, mais justa e mais feliz”, acrescenta Pedro Henrique Lopes. Serviço: “TcHiBuM! – A Liga Aquática” EcoVilla Ri Happy: Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico Temporada: De 8 de agosto a 6 de setembro de 2026 Telefone: 3553-2616 Dias e horários: Sábados e domingos, às 11h Ingressos: Plateia vip: R$ 90 e R$ 45 (meia-entrada); Plateia lateral: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada) Lotação: 325 pessoas Duração: 1h05 Classificação: Livre Venda de ingressos: na bilheteria da EcoVilla ou no site Ingresso.com