21 de fevereiro de 2024

Museu do Amanhã faz exposição “Sentir Mundo – Uma jornada imersiva”

Como será que as formigas enxergam o mundo? E os insetos voadores? Já imaginou como é a perspectiva de cada um deles? O Museu do Amanhã convida o público para experimentar essas sensações e para se aproximar de diferentes espécies na exposição “Sentir Mundo – Uma Jornada Imersiva”, que abre para os visitantes no dia 30 de janeiro.


Um recorte do projeto idealizado e desenvolvido pelo Sensory Odyssey Studio, em coprodução com o Muséum National d’Histoire Naturelle, leva os espectadores a passearem por três áreas temáticas: no dossel da floresta, por dentro do solo e a dança dos insetos, através de projeções em alta definição, sons característicos, estímulos olfativos.

 

“A primeira exposição temporária de 2024 joga luz sobre a coexistência das espécies e a interdependência da humanidade com a natureza. “Sentir Mundo” coloca os visitantes em diferentes perspectivas e no habitat de outras espécies, propondo um mergulho na rede de interação entre elas. A mostra também levanta questões de preservação ambiental, que dialoga com toda programação do Museu e reforça a importância do tema e de se pensar em soluções. Tenho certeza que a exposição é um ótimo programa para todas as idades”, explica João Falcão, diretor-geral do Museu do Amanhã.

 

Ao entrar em “Sentir Mundo”, o público dará um salto para o inesperado e poderá usar a curiosidade como uma bússola para explorar as características da floresta, do solo e da vida dos insetos. Os visitantes serão surpreendidos por cheiros desenvolvidos especialmente para a mostra, inspirados no ambiente natural, de acordo com o ecossistema que estiverem visitando. Na área do dossel das florestas - que é a cobertura formada pelas copas das árvores - por exemplo, será possível se sentir no topo das árvores. O que aguarda na sequência é um passeio lado a lado a microrganismos responsáveis pela vida subterrânea, onde será possível ouvir barulhos de formigas, insetos carregando folhas e sentir o cheiro de terra molhada.

 

A obra seguinte adiciona um superzoom às imagens de insetos, para que o público possa ver bem de perto como eles vivem e imaginar como são variadas as percepções que seres tão fascinantes têm de cada ambiente. O cheiro floral e o barulho de zumbidos completam a experiência. O trajeto final prepara os visitantes para uma volta ao dia a dia mais atentos e conscientes em relação aos diversos estímulos sensoriais que nos cercam e à importância da preservação da biodiversidade. 

 

Além da parceria com o Sensory Odyssey Studio, a exposição “Sentir Mundo – Uma Jornada Imersiva” conta com um conteúdo exclusivo produzido pelo Museu Nacional. Os pesquisadores desenvolveram três insetários (caixas com diferentes espécies de insetos) para apresentar as espécies que fazem parte dos ecossistemas presentes na mostra. O material estará presente em um painel com textos explicativos e imagens logo após a saída do espaço imersivo.

 

“Sentir Mundo – Uma Jornada Imersiva” chega ao Museu do Amanhã atraindo olhares curiosos do público que aguarda por mais uma mostra inédita e exclusiva, características que já fazem parte do histórico do Museu. O projeto original, desenvolvido pelo Sensory Odyssey Studio em coprodução com o Muséum National d’Histoire Naturelle, (Museu Nacional de História Natural) já passou por Paris e Singapura e recebeu mais de 375 mil visitantes desde a sua inauguração, em 2021. No Rio de Janeiro, a exposição é apresentada pela Livelo, com o apoio da IFF e realização do Museu do Amanhã. E conta também com parceria de conteúdo do Museu Nacional e ESDI.


Exposição Sentir Mundo - Uma jornada imersiva

De 30 de janeiro a 2 de junho de 2023

Endereço.: Praça Mauá, 1 - Centro

Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h (com última entrada às 17h). Às terças-feiras a entrada é gratuita. Nos demais dias, os ingressos custam R$ 30 a inteira e R$ 15 a meia-entrada.

 

30 de julho de 2026
O movimento e a fala caminham juntos no espetáculo de dança-teatro “Sem corpo não há aqui”. Foi durante o processo de ensaios que a dramaturga e diretora Isabel Cavalcanti desenvolveu os textos que acompanham e se misturam aos gestos da bailarina Giselda Fernandes e da atriz Joana Lerner, madrasta e enteada na vida real, que perderam, há dois anos, o marido e pai, o artista plástico Hilton Berredo. “Sem corpo não há aqui” estreia na Sala Multiuso do Sesc Copacabana no dia 6 de agosto de 2026. A temporada segue até o dia 16 do mesmo mês, com sessões às quintas e sextas, às 19h, e aos sábados e domingos, às 17h. O projeto foi contemplado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2025/2026.  Misturando realidade e ficção, e fugindo da narrativa linear, o espetáculo investiga a vulnerabilidade como condição da existência: acontecimentos aparentemente insignificantes revelam dimensões inesperadas da experiência humana. Nesse território instável, onde o cotidiano e o extraordinário se equivalem, a cena se desenvolve. Com humor e densidade, as intérpretes Giselda Fernandes e Joana Lerner atravessam memórias, ausências e deslocamentos, numa reflexão sobre perda, convivência e transformação. Dramaturga e diretora da montagem, Isabel Cavalcanti lembra que foi um grande desafio dirigir uma bailarina e uma atriz, que são madrasta e enteada na vida real e que estão vivendo o luto. “Como realidade e ficção se misturavam o tempo todo nesse processo, precisei criar um espaço em que elas se sentissem seguras para expor as dores, alegrias, memórias, os conflitos, encontros e desencontros existentes entre elas e, simultaneamente, transformar isso tudo em ficção, em dança-teatro”. “A articulação entre fala e movimento na criação da dramaturgia levou meses, dias e noites insones. Foi um longo processo de escrever e apagar, acrescentar e descartar. No início dos ensaios, propus a criação de partituras corporais a partir da história do corpo de cada intérprete. As partituras e minha observação da relação das duas me trouxeram a necessidade de também dizer com palavras. Fui entendendo aos poucos o fluxo entre movimento e fala. E a dramaturgia foi se costurando. Tudo é dança, afinal: a palavra e o gesto”, diz a diretora. A trilha sonora original e o desenho de som da montagem são assinados por Isadora Medella. Os figurinos criados por Marieta Spada vão se modificando em cena, ganhando elementos que remetem ao universo da dança. O vestido usado por Joana Lerner é uma criação de Marcelo De Gang, usado originalmente no solo “Dagmar e seu espelho”, de Giselda Fernandes. O cenário criado por Aurora dos Campos traz objetos ligados à dança e ao corpo. Inicialmente espalhadas, essas peças vão se encontrando durante a narrativa, formando uma escultura de memórias. SERVIÇO Espetáculo: “Sem corpo não há aqui” Temporada: 06 a 16 de agosto de 2026 Dias e horários: Quintas e sextas, às 19h | Sábados e domingos, às 17h Local: Sesc Copacabana – Sala Multiuso (Rua Domingos Ferreira, 160) Ingressos: R$40 (inteira) | R$ 36 (convênio) | R$ 28 (credencial plena Sesc) | R$ 31 (convênio empresário) | R$ 20 (meia-entrada) | gratuito (PCG) Informações: (21) 2547-0156 Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a sexta, das 9h às 20h. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 20h. Vendas online: site da Ingresso.com Capacidade: 50 lugares Classificação: 14 anos. Duração: 60 min.
28 de julho de 2026
Com o objetivo de mostrar, de maneira lúdica e divertida, a importância de preservar o meio ambiente, o premiado musical infantil “TcHiBuM! – A Liga Aquática” faz nova temporada, a partir de 8 de agosto, às 11h, na EcoVilla Ri Happy, no Jardim Botânico. A peça é idealizada por Diego Morais e Pedro Henrique Lopes, criadores do premiado projeto infanto-juvenil “Grandes Músicos para Pequenos”. A dupla também reestreia, no mesmo dia e espaço, “Ritinha Rock & Roll – Rita Lee para Crianças”, com sessões às 16h. Em “TcHiBuM!”, eles convidam os espectadores para um mergulho muito divertido e cheio de aventuras com um Boto cinza que sabe de tudo, uma Lontra sempre perdida e uma ave Biguatinga muito animada pelas águas da Baía de Guanabara. Junto das crianças, eles tentam acabar com a sujeira de Fefê Fedida, uma barata do mar que se alimenta de lixo e restos. O espetáculo venceu o Prêmio CBTIJ nas categorias Atuação cênica e dramaturgia original. Com temas relacionados à preservação e à conscientização sobre as águas, o espetáculo tem direção de Diego Morais, direção musical de Tony Lucchesi, texto de Pedro Henrique Lopes e músicas inéditas de Tony Lucchesi e Marcelo Mendonça. A trama conta a história de Junior e Yasmin, duas crianças que adoram brincar perto da água. Um dia, Yasmin joga um canudo nas águas da baía. O canudo é arremessado de volta e acerta a menina, que, ao olhar de perto é puxada magicamente para uma aventura no fundo do mar junto de seu amigo. Ao conhecerem os animais que ainda vivem na baía, Yasmin e Junior (junto da plateia) descobrem que as águas estão muito poluídas e que o fundo do mar precisa de ajuda urgente! No elenco, estão Lucas da Purificação (Junior), Sara Chaves (Yasmin), Pablo Áscoli (Botão), Gabriel Querino (Bibi), Aline Carrocino (Lilon), Victor Maia (Fefê Fedida) e Erick Villas (Stand in). “Mais do que divertir as crianças e gerar momentos inesquecíveis para as famílias, acreditamos que nosso trabalho enquanto criadores é também conscientizar sobre o mundo, sobre a natureza, sobre a sociedade, sobre o presente e o futuro”, conta Diego Morais. “Adoramos ver as famílias cantando junto e se divertindo. E esperamos que a cada trabalho que a gente coloca em cartaz, contribuamos para construir uma sociedade mais igualitária, mais justa e mais feliz”, acrescenta Pedro Henrique Lopes. Serviço: “TcHiBuM! – A Liga Aquática” EcoVilla Ri Happy: Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico Temporada: De 8 de agosto a 6 de setembro de 2026 Telefone: 3553-2616 Dias e horários: Sábados e domingos, às 11h Ingressos: Plateia vip: R$ 90 e R$ 45 (meia-entrada); Plateia lateral: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada) Lotação: 325 pessoas Duração: 1h05 Classificação: Livre Venda de ingressos: na bilheteria da EcoVilla ou no site Ingresso.com