14 de agosto de 2022

Magia do Cirque Amar chega ao Rio

Com origem francesa e mais de 150 anos de história, o espetáculo circense promete deixar sua marca na Cidade Maravilhosa.



Vai ter espetáculo sim, senhor! Com direito a

um número inédito de Motocross, o Cirque Amar estreia no Rio de Janeiro nesta

sexta-feira (12), com um show clássico e surpreendente. Malabaristas, palhaços

e trapezistas ocupam uma área de 20 mil m² na Avenida das Américas, em frente à

Ribalta, com uma arena para 2.500 pessoas distribuídas em cinco setores.


Dos cenários aos figurinos, o evento mistura

cores vibrantes, materiais inovadores e trilha sonora ao vivo com banda

própria. A Banda Amar é responsável por criar uma atmosfera única, tocando ao

vivo toda a trilha sonora do espetáculo. As sessões ocorrem diariamente e os

ingressos custam de R$ 50 (meia-entrada) a R$ 300.


Para quem deseja uma imersão especial, o setor

Tapis Rouge está disponível. Já o camarote possui poltronas especiais com maior

conforto e visão privilegiada que elevam a experiência e transportam toda a

família para um mundo ainda mais mágico.


Com cerca de 140 colaboradores, entre equipes

de montagem, de manutenção e artistas, o circo conta uma equipe que vêm de

vários lugares do mundo – França, Brasil, Mongólia, Ucrânia, Espanha,

Austrália, Argentina, Portugal, Estados Unidos e Chile. A interação está

presente durante todo o show. Os palhaços, ilusionistas, trapezistas,

equilibristas e contorcionistas conquistam o público de todas as idades com

muita personalidade e comédia. Além disso, o globo da morte apresenta oito

motos e promete transformar os momentos ali vividos em memórias inesquecíveis.

O destaque vai para um número inédito de Freestyle Motocross, onde quatro motos

voam até 25 metros de altura com manobras radicais em cima da plateia.


“Hoje, pelo 20º país em turnê, mantemos viva a

magia e a cultura do circo ao redor do mundo. Temos uma equipe diversa que, com

uma energia especial, anima todo o público. Chegamos para esta primeira

temporada e temos certeza de que vamos surpreender e fazer história na Cidade

Maravilhosa”, conta Bryan Stevanovich, diretor do circo que está em turnê pela

América Latina.


Entre a mistura de sons e cores, o show de

1h50 de duração possui 15 minutos de intervalo. Imersos em um ambiente mágico e

lúdico, uma atração promete surpreender crianças e adultos com a rapidez com

que o casal asiático Baadma e Zuulgin Baldan faz uma troca de roupas

inesperada. “Todos na plateia costumam ficar chocados. Nós sempre nos

encantamos com a resposta do público para o número que é feito com muito

carinho”, comenta Baadma.


A grande estreia aconteceu no dia 12 de

agosto. Nos demais dias da temporada, as apresentações de segunda à sexta

(exceto quarta) ocorrem às 20h30. Já aos sábados, domingos e feriados, são três

sessões diárias – às 15h, 18h e 20h30. Os ingressos custam de R$ 50 a R$ 300 e podem ser comprados

neste link. Para aqueles que optarem por fazer a compra de forma presencial, podem se dirigir

até a Avenida das Américas, em frente à Ribalta, das 10h às 21h, com venda de

ingressos sem taxa.


A classificação etária do Cirque Amar é livre.

Serviço

Cirque Amar

Av. das Américas, 10000, Barra da Tijuca, Rio

de Janeiro.



  • Título do Slide

    Escreva sua legenda aqui
    Botão
  • Título do Slide

    Escreva sua legenda aqui
    Botão
  • Título do Slide

    Escreva sua legenda aqui
    Botão
  • Título do Slide

    Escreva sua legenda aqui
    Botão
  • Título do Slide

    Escreva sua legenda aqui
    Botão
  • Título do Slide

    Escreva sua legenda aqui
    Botão
  • Título do Slide

    Escreva sua legenda aqui
    Botão
  • Título do Slide

    Escreva sua legenda aqui
    Botão
  • Título do Slide

    Escreva sua legenda aqui
    Botão
  • Título do Slide

    Escreva sua legenda aqui
    Botão
  • Título do Slide

    Escreva sua legenda aqui
    Botão
  • Título do Slide

    Escreva sua legenda aqui
    Botão

30 de julho de 2026
O movimento e a fala caminham juntos no espetáculo de dança-teatro “Sem corpo não há aqui”. Foi durante o processo de ensaios que a dramaturga e diretora Isabel Cavalcanti desenvolveu os textos que acompanham e se misturam aos gestos da bailarina Giselda Fernandes e da atriz Joana Lerner, madrasta e enteada na vida real, que perderam, há dois anos, o marido e pai, o artista plástico Hilton Berredo. “Sem corpo não há aqui” estreia na Sala Multiuso do Sesc Copacabana no dia 6 de agosto de 2026. A temporada segue até o dia 16 do mesmo mês, com sessões às quintas e sextas, às 19h, e aos sábados e domingos, às 17h. O projeto foi contemplado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2025/2026.  Misturando realidade e ficção, e fugindo da narrativa linear, o espetáculo investiga a vulnerabilidade como condição da existência: acontecimentos aparentemente insignificantes revelam dimensões inesperadas da experiência humana. Nesse território instável, onde o cotidiano e o extraordinário se equivalem, a cena se desenvolve. Com humor e densidade, as intérpretes Giselda Fernandes e Joana Lerner atravessam memórias, ausências e deslocamentos, numa reflexão sobre perda, convivência e transformação. Dramaturga e diretora da montagem, Isabel Cavalcanti lembra que foi um grande desafio dirigir uma bailarina e uma atriz, que são madrasta e enteada na vida real e que estão vivendo o luto. “Como realidade e ficção se misturavam o tempo todo nesse processo, precisei criar um espaço em que elas se sentissem seguras para expor as dores, alegrias, memórias, os conflitos, encontros e desencontros existentes entre elas e, simultaneamente, transformar isso tudo em ficção, em dança-teatro”. “A articulação entre fala e movimento na criação da dramaturgia levou meses, dias e noites insones. Foi um longo processo de escrever e apagar, acrescentar e descartar. No início dos ensaios, propus a criação de partituras corporais a partir da história do corpo de cada intérprete. As partituras e minha observação da relação das duas me trouxeram a necessidade de também dizer com palavras. Fui entendendo aos poucos o fluxo entre movimento e fala. E a dramaturgia foi se costurando. Tudo é dança, afinal: a palavra e o gesto”, diz a diretora. A trilha sonora original e o desenho de som da montagem são assinados por Isadora Medella. Os figurinos criados por Marieta Spada vão se modificando em cena, ganhando elementos que remetem ao universo da dança. O vestido usado por Joana Lerner é uma criação de Marcelo De Gang, usado originalmente no solo “Dagmar e seu espelho”, de Giselda Fernandes. O cenário criado por Aurora dos Campos traz objetos ligados à dança e ao corpo. Inicialmente espalhadas, essas peças vão se encontrando durante a narrativa, formando uma escultura de memórias. SERVIÇO Espetáculo: “Sem corpo não há aqui” Temporada: 06 a 16 de agosto de 2026 Dias e horários: Quintas e sextas, às 19h | Sábados e domingos, às 17h Local: Sesc Copacabana – Sala Multiuso (Rua Domingos Ferreira, 160) Ingressos: R$40 (inteira) | R$ 36 (convênio) | R$ 28 (credencial plena Sesc) | R$ 31 (convênio empresário) | R$ 20 (meia-entrada) | gratuito (PCG) Informações: (21) 2547-0156 Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a sexta, das 9h às 20h. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 20h. Vendas online: site da Ingresso.com Capacidade: 50 lugares Classificação: 14 anos. Duração: 60 min.
28 de julho de 2026
Com o objetivo de mostrar, de maneira lúdica e divertida, a importância de preservar o meio ambiente, o premiado musical infantil “TcHiBuM! – A Liga Aquática” faz nova temporada, a partir de 8 de agosto, às 11h, na EcoVilla Ri Happy, no Jardim Botânico. A peça é idealizada por Diego Morais e Pedro Henrique Lopes, criadores do premiado projeto infanto-juvenil “Grandes Músicos para Pequenos”. A dupla também reestreia, no mesmo dia e espaço, “Ritinha Rock & Roll – Rita Lee para Crianças”, com sessões às 16h. Em “TcHiBuM!”, eles convidam os espectadores para um mergulho muito divertido e cheio de aventuras com um Boto cinza que sabe de tudo, uma Lontra sempre perdida e uma ave Biguatinga muito animada pelas águas da Baía de Guanabara. Junto das crianças, eles tentam acabar com a sujeira de Fefê Fedida, uma barata do mar que se alimenta de lixo e restos. O espetáculo venceu o Prêmio CBTIJ nas categorias Atuação cênica e dramaturgia original. Com temas relacionados à preservação e à conscientização sobre as águas, o espetáculo tem direção de Diego Morais, direção musical de Tony Lucchesi, texto de Pedro Henrique Lopes e músicas inéditas de Tony Lucchesi e Marcelo Mendonça. A trama conta a história de Junior e Yasmin, duas crianças que adoram brincar perto da água. Um dia, Yasmin joga um canudo nas águas da baía. O canudo é arremessado de volta e acerta a menina, que, ao olhar de perto é puxada magicamente para uma aventura no fundo do mar junto de seu amigo. Ao conhecerem os animais que ainda vivem na baía, Yasmin e Junior (junto da plateia) descobrem que as águas estão muito poluídas e que o fundo do mar precisa de ajuda urgente! No elenco, estão Lucas da Purificação (Junior), Sara Chaves (Yasmin), Pablo Áscoli (Botão), Gabriel Querino (Bibi), Aline Carrocino (Lilon), Victor Maia (Fefê Fedida) e Erick Villas (Stand in). “Mais do que divertir as crianças e gerar momentos inesquecíveis para as famílias, acreditamos que nosso trabalho enquanto criadores é também conscientizar sobre o mundo, sobre a natureza, sobre a sociedade, sobre o presente e o futuro”, conta Diego Morais. “Adoramos ver as famílias cantando junto e se divertindo. E esperamos que a cada trabalho que a gente coloca em cartaz, contribuamos para construir uma sociedade mais igualitária, mais justa e mais feliz”, acrescenta Pedro Henrique Lopes. Serviço: “TcHiBuM! – A Liga Aquática” EcoVilla Ri Happy: Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico Temporada: De 8 de agosto a 6 de setembro de 2026 Telefone: 3553-2616 Dias e horários: Sábados e domingos, às 11h Ingressos: Plateia vip: R$ 90 e R$ 45 (meia-entrada); Plateia lateral: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada) Lotação: 325 pessoas Duração: 1h05 Classificação: Livre Venda de ingressos: na bilheteria da EcoVilla ou no site Ingresso.com