8 de março de 2025

Livro "Velhice Radical", propõe envelhecer sem perder o espírito aventureiro




O jornalista Antoninho Rossini lançará seu livro, o Velhice Radical, no dia 18 de março de 2025, em um evento na Agência Rino & Partners, em São Paulo, às 19h. Este é o 16º livro autoral do jornalista e propõe ao leitor uma reflexão sobre a forma de enxergar a vida, mostrando que a idade não deve ser uma barreira para alcançar seus sonhos. Além da edição física, o livro será comercializado em versão digital por meio das plataformas Amazon KDP e pelo Google Book. De espírito aventureiro, com saltos de paraquedas, tirolesa, rapel, caminhadas e trilhas de longa distância, sempre foram prazeres que o mantém com preparo físico e disposição, apesar dos seus mais de 82 anos. 


“Esse livro é resultado de uma experiência mal sucedida ocorrida comigo em julho do ano passado quando praticava trilha na Serra da Canastra, no interior de Minas Gerais. Foi escrito em menos de um mês enquanto me recuperava de um grave acidente, tendo que passar por cirurgia, colocação de placas, pinos e parafuso na perna direita, convivendo com dores atrozes. Meu tratamento ainda se encontra em curso, mas em fase de franca recuperação”, diz Rossini. Embora afastado de suas atividades por quase sete meses, considerou que deveria, com esse livro, alertar que as pessoas devem manter seus sonhos, apesar da idade e outras barreiras sociais ou preconceituosas. 


A obra reúne relatos pessoais e emocionantes da vida do jornalista, além de fotos de suas "aventuras", desde sua atuação como repórter nos tempos da ditadura militar até o acidente.

Antoninho ainda atuou como repórter do jornal “O Combate Democrático”, que foi fechado durante a ditadura militar. Integrou o time de profissionais do jornal “Última Hora”, um dos principais jornais do Brasil, e também fez parte do seleto grupo de jornalistas que inauguraram a revista “Veja”, em setembro de 1968, além de ter atuado em emissoras de rádio como Bandeirantes e CBN.




Ele conta: “O que eu mais gosto? Se é da aventura, ou da escrita? Eu acho que em algum momento elas se confundem, só não sei em que altura”. E completa, “Eu não posso parar. Já estou criando novos planos para as minhas peraltices de aventureiro”, afirma. “Tenho 82 anos. Pretendo ser a melhor versão de mim mesmo”, finaliza. 

27 de outubro de 2026
Como podemos propor outras formas de convivência entre humanos e não-humanos? É possível cultivar amizade e parentesco entre as espécies? O que podemos aprender com cavalos e éguas? Com esses questionamentos, as artistas-pesquisadoras Aline Bernardi e Dani Lima convidam o público para assistir ao espetáculo “Equina”, que volta em cartaz, de 07 a 29 de novembro, no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto/Sala Preta. A narrativa afetuosa busca pensar sobre políticas de cuidado e a manutenção da vida cultivadas a partir dessas relações interespécies. A criação é um desdobramento da pesquisa de doutorado de Aline, que também está em cena, no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da UFRJ. “A aposta desta obra é investigar de forma fabulatória como as ecologias relacionais e as alianças interespécies podem propor modos de reparação micropolítica em um mundo danificado”, explica a bailarina e pesquisadora Aline Bernardi. “A criação é um desdobramento da minha pesquisa de doutorado, que fabula memórias da relação de amizade e parentesco que tenho com cavalos e éguas”, completa. As raízes desta pesquisa remontam à infância de Aline, quando a artista morou na zona rural do oeste paulista, e teve uma convivência íntima com cavalos de uma fazenda onde seu pai trabalhava. A partir dessa história pessoal e dos diálogos travados com as pesquisadoras Donna Haraway, Vinciane Despret e Anna Tsing, “Equina” busca articular as três dimensões da ecologia, segundo o filósofo e psicanalista Félix Guattari: a das subjetividades, a social e a ambiental, para especular sobre o papel das alianças interespécies na regeneração da vida. “Fazemos um convite para praticarmos parentesco e amizade com outras espécies. Queremos questionar o uso exploratório e extrativista dos cavalos e das éguas, assim como de outras espécies, no processo de civilização humana, que levam às consequências da crise socioambiental que a gente está vivendo. O que me interessa é convocar nossa espécie a cultivar imaginários de interdependência e conexões colaborativas com as outras espécies e com tudo que está vivo em nosso planeta”, observa Aline. A pesquisadora também aponta seu interesse em dialogar com as cosmovisões indígenas, que criam alianças afetivas com outras espécies, conceito proposto por Ailton Krenak, e cultivam relações de respeito com animais, vegetais, rios, florestas, montanhas. Serviço Espetáculo: Equina Temporada: de 07 a 29 de novembro 2026 Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto/Sala Preta: Rua Visconde de Silva s/nº, ao lado do nº 292 – Humaitá. Acesso somente por escadas. Telefone: (21) 2535-3846 Dias e horários: sábados, às 19h, e domingos às 18h. Ingressos: 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada). Capacidade: 25 pessoas Duração: 1h Classificação etária: 18 anos Venda de ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/128177 e na bilheteria do centro cultural, de quarta a domingo das 15h às 21h.
27 de outubro de 2026
A comédia “O Nome do Bebê”, com Bianca Bin no elenco e direção de Elias Andreato, chega ao Teatro Axia Casa Grande, no Leblon, para uma curta temporada de 5 a 27 de novembro de 2026. As sessões serão às quintas e sextas-feiras, sempre às 20h, segundo a programação oficial do teatro. Na trama, Vicente e Anna, que esperam o primeiro filho, vão jantar na casa da irmã dele e do cunhado, com a presença de um amigo de infância, para anunciar o nome escolhido para o bebê. Vicente faz uma brincadeira infeliz e diz que a criança vai se chamar Adolfo. A partir daí, a conversa vira uma discussão crescente, que traz à tona memórias, ressentimentos guardados, preconceitos e contradições do grupo. Segundo a apresentação do espetáculo, a montagem discute a dificuldade de escuta nas relações mais próximas e a necessidade de aceitar o outro com suas diferenças. A versão brasileira, de acordo com o teatro, soma mais de 100 apresentações entre São Paulo e outras capitais antes de chegar ao Rio. Serviço • Espetáculo: O Nome do Bebê • Temporada: de 5 a 27 de novembro de 2026 • Dias e horário: quintas e sextas-feiras, às 20h (abertura da casa 1h antes) • Local: Teatro Axia Casa Grande — Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, Loja A, Leblon, Rio de Janeiro (RJ) • Classificação: 12 anos. Menores a partir de 10 anos entram acompanhados dos pais ou responsáveis. Crianças de até 1 ano e 11 meses no colo do responsável não pagam. • Ingressos: à venda pela Eventim, canal oficial indicado pelo teatro, e na bilheteria. Valores na página de venda. • Informações: (21) 2511-0800