4 de setembro de 2023

Guga Gallo apresenta “Bruxinha que era Boa” no Teatro da Gávea

Conhecido por suas exitosas produções de teatro infantil, em Niterói e todo o Estado do Rio de Janeiro, o diretor de Teatro e da Companhia Arte de Interpretar, Guga Gallo, atravessa a Baía para apresentar “A Bruxinha que era Boa”, texto de Maria Clara Machado, no Shopping da Gávea, Teatro dos 4, nos dias 7 , 9 e 10 de setembro/2023, sempre às 16h. Vendas no local e através do Sympla e Clubinho de Ofertas.

O clássico de Maria Clara Machado aborda a história de uma bruxa que não consegue fazer maldades e sofre na mão de outras bruxas e conta com a ajuda de seu amigo Pedrinho para escapar das garras de um terrível bruxo.

A Bruxinha que era boa conta a história de Ângela, uma bruxinha que sempre se atrapalha ao tentar fazer maldades, ao contrário de suas colegas da Escola de Maldades. A bruxinha boa vive sendo alvo de piadas e sendo excluída. Após tempos de estudos, chega o momento do grande teste das bruxas, a vencedora vai ganhar uma vassoura a jato e quem não passar no exame, vai viver o resto da vida presa na Torre de Piche.

 Ângela não consegue disfarçar sua bondade, mas vai contar com a ajuda do novo amigo Pedrinho, um jovem lenhador com gostos bem parecidos com os dela, para tentar acabar com toda a maldade das demais.

Todas as bruxas querem ganhar a fabulosa vassourinha a jato. Sua nova amizade e seu jeito bonzinho não agradam o grande Bruxo Belzebu III, que promete prendê-la na Torre de Piche.


Local, datas e horários


Shopping da Gávea - Teatro dos 4


Dias 2,3,7 (Feriado),9 e 10 de setembro 2023, sempre às 16h.


Valor do ingresso: R$ 80,00 e R$40,00 (meia) 


16 de março de 2026
Com curadoria e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz no museu Janete Costa em Niterói até 29 de março de 2026. Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos. Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes e histórias que atravessam gerações. Cada peça revela a marca das mãos que a moldaram e a herança de quem ensinou o ofício. No barro, na fibra e na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas de toda a América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para proteger, proteger para preservar, preservar para celebrar. A arte popular latino-americana é feita desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós. Jorge G. Mendes Curador Acolher é um gesto de humanidade. É um ato de cuidado que reconhece o outro, que o legitima e o preserva. A reunião dessas obras criadas por artistas populares, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas, reafirma o compromisso da Fundação de Arte de Niterói em proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro - especialmente aquele que nasce das mãos e dos saberes coletivos. É nesse encontro que celebramos a pluralidade da nossa arte, viva, pulsante e ancestral. O Museu Janete Costa de Arte Popular se torna, mais uma vez, um espaço de pertencimento: um lugar onde memórias são honradas, identidades são reconhecidas e o Brasil profundo encontra visibilidade e respeito. Que esta exposição inspire em cada visitante o desejo de acolher histórias, tradições, territórios e pessoas. Micaela Costa Presidenta da Fundação de Arte de Niterói
16 de março de 2026
Nesse mês dedicado às mulheres, a Sala José Cândido de Carvalho, sob Curadoria de Desirée Monjardim, traz 11 potentes artistas que, em coletivo, entrelaçam vozes, gestos e visões, afirmando o feminino como linguagem, território e permanência um campo vivo de criação, direito e memória. Segundo Be Sancho, artista visual, curador e mestre em Ensino de História, "no encontro cultivamos afetos, tecemos memórias, nutrimos a corpo-templo. É nesse espaço de trocas que as artistas visuais revelam a dimensão sensivel e insurgente do feminino, expandindo seus gestos criadores em potência e poder, sensibilidade e beleza, marcando presença em nosso tempo e lugar de pertencimento. São discursos estéticos que nos inspiram a ver para além do percebido de imediato, atravessando camadas visiveis e invisíveis, nos movendo a seguir com confiança na construção de novos valores e sentidos. A mulher em suas diferentes dimensões ganha potência nessa mostra, onde cada artista nos oferece diferentes perspectivas estéticas e poéticas. Pintura, cerâmica e fotografia compõem o campo sensível da exposição, ofertando-nos elementos simbólicos que nos impulsionam a imaginar e a construir novas narrativas sobre o feminino."  Serviço Exposição: 'O Feminino é Arte' - coletivo Curadoria: Desirée Monjardim Assistente de curadoria: Lina Ponzi Abertura: 10 de março de 2026, às 18h Visitação: Até 08 de maio de 2026 - 2ª a 6ª, das 9h às 17h Local: Sala José Cândido de Carvalho Rua Presidente Pedreira, 98. Ingá, Niterói