21 de novembro de 2023

Folclore nacional é homenageado em literatura contemporânea

Saci, Curupira, Mula Sem Cabeça e outros mitos nacionais ganham novas aventuras nesta obra de Gerson MontemorCom narrativas que despertam a nostalgia dos fãs da série literária de Monteiro Lobato, Sítio do Picapau Amarelo, o escritor Gerson Montemor retrata situações inusitadas, vivenciadas por personagens do folclore brasileiro na obra Lendas Brasilis.

O que aconteceria, por exemplo, se o Curupira acordasse com os pés virados para frente? Quais as consequências dessa situação para os viventes da floresta? Aquilo que parecia normal para os outros seres se revela um grande perigo quando o guardião da mata precisa enfrentar caçadores e proteger a fauna e a flora de um incêndio causado pelos homens.


As pegadas do Curupira, que antes os iludiam,
eram agora facilmente rastreadas por
aqueles que estavam em seu encalço.
O Curupira tentava os seus antigos truques,
porém dessa vez eles se mostravam em vão!
(Lendas Brasilis, pg. 24-25)


Dividido em seis contos, o livro conta também com aventuras, mistérios e conflitos com Saci, Mula Sem Cabeça, Boto-cor-de-rosa, Iara e Kauê, um indígena amigo dos entes da floresta. Sob o pseudônimo G. S. Montemor, o escritor evoca personalidades e criaturas que fizeram parte do imaginário brasileiro, com histórias leves e divertidas, capazes de despertar memórias afetivas da infância.

Com o apoio das ilustrações de Marcus Maia, o autor constrói uma narrativa literária capaz de conduzir o leitor cena a cena, como um roteiro de cinema. Nesta obra, a atmosfera da floresta tropical brasileira e o folclore nacional ganham uma releitura com toques estilísticos de escritores consagrados, a exemplo de Monteiro Lobato, Câmara Cascudo, J.K. Rowling, Julio Verne e Charles Dickens.



FICHA TÉCNICA
Título: Lendas Brasilis
Autor: G. S. Montemor
ISBN: 978-65-254-5660-7
Dimensões: 2 x 14 x 21 cm
Páginas: 146
Preço: R$ 54,90
Onde comprar:
Amazon, Americanas, Magalu


23 de maio de 2026
A artista Carol Ambrósio apresenta a exposição individual Jardim, no Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro, com curadoria de Gabriela Davies. Reunindo obras recentes inéditas, a mostra apresenta esculturas, assemblages e trabalhos bidimensionais construídos a partir da coleta, destruição e recomposição de cerâmicas, porcelanas, toalhas de mesa e utensílios domésticos. Ao reorganizar esses elementos em estruturas instáveis, frágeis e ao mesmo tempo resistentes, Carol transforma o universo doméstico em um campo de reflexão sobre as construções sociais do feminino, seus códigos de comportamento e suas possibilidades de ruptura. A exposição parte de um repertório íntimo ligado ao antiquário de sua família, ambiente no qual a artista conviveu desde a infância com objetos carregados de memória, acúmulos e narrativas. Em Jardim, esse imaginário reaparece em figuras fragmentadas, paisagens interrompidas, totens cerâmicos e composições híbridas que parecem oscilar entre ornamentação e colapso. Em muitas obras, figuras femininas aparecem fundidas a objetos decorativos, vasos e flores, numa investigação crítica sobre os lugares historicamente atribuídos às mulheres no espaço doméstico e social. São trabalhos que evocam comportamentos associados à mulher, ressignificados em construções marcadas por deslocamento, ironia e resistência. SERVIÇO: “Jardim”, de Carol Ambrósio Curadoria: Gabriela Davies Abertura: 27 de maio de 2026 Local: Centro Cultural Correios Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 Centro – Rio de Janeiro Entrada gratuita | classificação livre
23 de maio de 2026
O escândalo é só o começo. Um jogador no auge da carreira, milionário, idolatrado, decide sabotar a própria trajetória. Ele quer ser punido. Para contar a sua versão da história, convoca uma jornalista que cobre guerras — alguém acostumada a lidar com situações-limite. Com texto de Luiz Eduardo Soares e direção de Marcus Faustini, o espetáculo “Assim na terra como no céu”, que encerra temporada, neste domingo (24/05), no Teatro Ipanema, começa como uma entrevista exclusiva, vendida como “bombástica”, e se transforma em um duelo intenso sobre culpa, poder, verdade e sobrevivência. Não é sobre futebol. É sobre o nosso tempo. Serão 20 sessões gratuitas ao longo da temporada, às quintas e sextas, às 20h, aos sábados, às 17h e 20h e, aos domingos, às 19h. Serviço: Assim na terra como no céu Temporada: de 30 de abril a 24 de maio de 2026 Dias e horários: quintas e sextas, às 20h, sábados, às 17h e 20h e domingos, às 19h. Teatro Ipanema: Rua Prudente de Morais, 824 - Ipanema, Rio de Janeiro Ingressos: gratuitos, com retirada na bilheteria Duração: 1h15 Lotação: 192 lugares Classificação: 14 anos