31 de agosto de 2023

Cine & Manas exibe filme sobre os Racionais MC em Bangu

O projeto, de distribuição de impacto com caráter itinerante, traz a trajetória do grupo, escrito e dirigido pela diretora Juliana Vicente, na Arena Carioca Hermeto Paschoal

Em agosto, o Cine & Manas dá continuidade ao seu projeto itinerante, com a exibição dos filmes “Racionais MC: Das Ruas de São Paulo para o Mundo’, escrito e dirigido por Juliana Vicente, no dia 31/08 (quinta), a partir das 18h, na Arena Carioca Hermeto Paschoal, Bangu/RJ, gratuitamente.


Com seus protestos em forma de música, o lendário grupo de rap Racionais MC’s transformou a poesia de rua em um movimento poderoso no Brasil e no mundo. O filme trata de sua trajetória de glória e luta. A sessão é seguida de debate com tradução para libras e será aceita a doação de roupas e alimentos não perecíveis.


“O Cine&Manas comemora o mês do documentário nacional, exibindo o filme documentário Racionais MCs das Ruas de São Paulo Para o Mundo, da diretora Juliana Vicente.


O documentário, mostra a trajetória do grupo Racionais MCs, que saíram da região periférica da cidade de São Paulo para se tornarem os grandes nomes do rap nacional. A diretora apresenta os bastidores de 30 anos de carreira explorando o surgimento do grupo como uma voz de protesto da comunidade negra dos anos 90, as grandes vítimas do Brasil pós-ditadura. Um racismo estrutural que perdura até os dias atuais. O filme é um registro nu e cru do Brasil, sem colocar panos quentes.


Juliana Vicente acompanha o ritmo das músicas de Mano Brown, Ice Blue, Edi Rock e KL Jay e entrega um documentário intenso e que deixa o espectador à flor da pele e emocionado do início ao fim. “



O projeto tem patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura, através do Programa de Fomento à Cultura Carioca e apoio da Riofilme

 

16 de março de 2026
Com curadoria e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz no museu Janete Costa em Niterói até 29 de março de 2026. Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos. Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes e histórias que atravessam gerações. Cada peça revela a marca das mãos que a moldaram e a herança de quem ensinou o ofício. No barro, na fibra e na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas de toda a América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para proteger, proteger para preservar, preservar para celebrar. A arte popular latino-americana é feita desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós. Jorge G. Mendes Curador Acolher é um gesto de humanidade. É um ato de cuidado que reconhece o outro, que o legitima e o preserva. A reunião dessas obras criadas por artistas populares, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas, reafirma o compromisso da Fundação de Arte de Niterói em proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro - especialmente aquele que nasce das mãos e dos saberes coletivos. É nesse encontro que celebramos a pluralidade da nossa arte, viva, pulsante e ancestral. O Museu Janete Costa de Arte Popular se torna, mais uma vez, um espaço de pertencimento: um lugar onde memórias são honradas, identidades são reconhecidas e o Brasil profundo encontra visibilidade e respeito. Que esta exposição inspire em cada visitante o desejo de acolher histórias, tradições, territórios e pessoas. Micaela Costa Presidenta da Fundação de Arte de Niterói
16 de março de 2026
Nesse mês dedicado às mulheres, a Sala José Cândido de Carvalho, sob Curadoria de Desirée Monjardim, traz 11 potentes artistas que, em coletivo, entrelaçam vozes, gestos e visões, afirmando o feminino como linguagem, território e permanência um campo vivo de criação, direito e memória. Segundo Be Sancho, artista visual, curador e mestre em Ensino de História, "no encontro cultivamos afetos, tecemos memórias, nutrimos a corpo-templo. É nesse espaço de trocas que as artistas visuais revelam a dimensão sensivel e insurgente do feminino, expandindo seus gestos criadores em potência e poder, sensibilidade e beleza, marcando presença em nosso tempo e lugar de pertencimento. São discursos estéticos que nos inspiram a ver para além do percebido de imediato, atravessando camadas visiveis e invisíveis, nos movendo a seguir com confiança na construção de novos valores e sentidos. A mulher em suas diferentes dimensões ganha potência nessa mostra, onde cada artista nos oferece diferentes perspectivas estéticas e poéticas. Pintura, cerâmica e fotografia compõem o campo sensível da exposição, ofertando-nos elementos simbólicos que nos impulsionam a imaginar e a construir novas narrativas sobre o feminino."  Serviço Exposição: 'O Feminino é Arte' - coletivo Curadoria: Desirée Monjardim Assistente de curadoria: Lina Ponzi Abertura: 10 de março de 2026, às 18h Visitação: Até 08 de maio de 2026 - 2ª a 6ª, das 9h às 17h Local: Sala José Cândido de Carvalho Rua Presidente Pedreira, 98. Ingá, Niterói