8 de junho de 2022

Cine Arte UFF homenageia Milton Gonçalves

Seguindo com exibições em película, o Cine Arte UFF homenageia o grande ator Milton Gonçalves. A exibição de A rainha Diaba no suporte 35mm é possível graças ao trabalho de instituições e profissionais da preservação, como é o caso do Centro Técnico Audiovisual, o CTAv, que disponibilizou a cópia para essa homenagem dupla, realizada dos dois lados da baía: no Estação Net Botafogo, no Rio de Janeiro, e no Cine Arte UFF, em Niterói. As duas salas vêm realizando sessões especiais, revisitando clássicos do cinema brasileiro, ativando a memória cinéfila e contribuindo na formação de novos públicos para a sala de cinema.


Mais conhecido como ator de novelas, Milton Gonçalves teve uma extensa carreira no teatro, na televisão e no cinema, inclusive tendo trabalhado como diretor e dublador e escrito algumas peças. Nascido em Monte Santo de Minas em 1933, foi em São Paulo que descobriu o teatro e iniciou a carreira com Augusto Boal em 1957, no Teatro Arena. Já em 58 estreia no cinema em O grande momento e em 61 participa de um episódio da série O vigilante rodoviário, na tv Tupi. Militante do movimento negro, Milton Gonçalves chegou a tentar a carreira política. Foi o primeiro brasileiro a apresentar uma categoria na cerimônia de premiação do Emmy Internacional em 2006. Além do prêmio no festival de Brasília por A rainha Diaba, tem três Kikitos do festival de Gramado.


A RAINHA DIABA



Brasil, 1974, 106', 18 anos, 35mm

De Antônio Carlos da Fontoura

Com Milton Gonçalves, Odete Lara, Wilson Grey, Stepan Nercessian, Nelson Xavier


Lapa, Rio de Janeiro. A história gira em torno de um homossexual autodenominado Diaba, que controla uma rede de narcotráfico a partir de um quarto nos fundos de um prostíbulo. Ao saber que um de seus homens está prestes a ser preso pela polícia, Diaba decide usar como bode expiatório um jovem gigolô, a fim de envolvê-lo numa série de crimes e entregá-lo como se fosse o verdadeiro procurado. Com roteiro de Fontoura e argumento de Plínio Marcos, o filme foi livremente inspirado no criminoso carioca da primeira metade do século XX, João Francisco dos Santos, conhecido como Madame Satã. Melhor Ator, Trilha Sonora (Guilherme Vaz) e Fotografia (José Medeiros) no Festival de Brasília 1975.


Ingressos

Taxa de manutenção – R$ 8,00


7 de fevereiro de 2026
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, nesta quinta-feira (5/02), o Projeto de Resolução nº 1876/2025, de autoria da deputada estadual Zeidan (PT), que concede ao ator Wagner Moura a Medalha Tiradentes, maior honraria do parlamento fluminense. Para a deputada, Wagner Moura — que além de ator é diretor, roteirista, produtor e músico — tornou-se um dos artistas brasileiros de maior projeção internacional, graças às suas atuações em produções nacionais e estrangeiras. Com uma carreira internacional consolidada, o artista é reconhecido como uma das principais vozes na defesa do fortalecimento da representação positiva de latinos em Hollywood. Segundo Zeidan, por meio de seu trabalho, Wagner Moura contribui diretamente para a ampliação da diversidade nas telas.
7 de fevereiro de 2026
Chay Suede vai fazer sua estreia no teatro, e com o encenador Felipe Hirsch na direção, e ainda com o escritor Caetano W. Galindo que divide com Hirsch a dramaturgia do espetáculo. PEÇA INFANTIL – A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY, trata-se de um espetáculo adulto humorístico-filosófico, um passeio pela formação e pelas histórias inacreditáveis de uma personagem apresentada como Cavalheiro Roobertchay. A peça provoca sua audiência com o formato de um pseudo-documentário, onde o que é verdade e o que não é se entrelaçam. E é com essa curiosidade que nos deparamos com o relato, por vezes incrível e ao mesmo tempo fidelíssimo das venturas e desventuras que cercaram nosso herói desde antes de sua concepção até o brilho de suas estrelas nos dias de hoje. As agruras e doçuras que geraram o menino Cavalheiro Roobertchay. Com direção geral de Felipe Hirsch, dramaturgia Caetano W. Galindo e Felipe Hirsch, direção de arte de Daniela Thomas, PEÇA INFANTIL – A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY se desenvolve em torno da atuação de Chay Suede, emprestando sua memória voluntária e involuntária a esses doze fragmentos breves que partem de suas experiências e se ampliam para atingir importantes questões do espírito de nossos tempos: fama, influência, autenticidade. Os disputados ingressos, para as temporadas do Rio e de São Paulo, estarão disponíveis online a partir do dia 30, agora de outubro, no site da Ticketmaster e nos pontos oficiais de venda. Curta Temporada no Teatro Casa Grande no Rio de Janeiro a partir de 15 de Janeiro, e no Teatro Cultura Artística em São Paulo a partir de 7 de Março. Horários: Janeiro: Quintas, sextas e sábado: 20h30 | Domingos: 19h30 Local: Teatro Casa Grande Endereço: Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – a – Leblon, Rio de Janeiro