18 de outubro de 2025

6º Concurso Fotográfico do Fundo Brasil convida profissionais e coletivos a retratar a defesa dos direitos humanos no país

Com o tema “Direitos Humanos, Transformação Social”, o Fundo Brasil de Direitos Humanos está com inscrições abertas para a 6ª edição do Concurso Fotográfico 2025. Dividido em duas categorias, Grupos Apoiados e Geral, podem participar coletivos e movimentos sociais que já foram ou são apoiados pela fundação, além de fotógrafos que ainda não tiveram apoio. As inscrições são gratuitas e ficam abertas até 20 de outubro, no site oficial. 


O concurso busca não apenas valorizar boas imagens, mas também destacar a fotografia como ferramenta de mobilização e de defesa dos direitos humanos. Dessa forma, cada participante poderá inscrever até cinco imagens que expressem a luta por direitos realizada por grupos, associações e pela sociedade civil organizada. 


“As fotografias são uma ferramenta de documentação, são registros de importantes ações realizadas pela sociedade civil organizada. Uma boa comunicação revela injustiças, amplia lutas por direitos e ajuda a sensibilizar quem está distante dessas realidades. É esse impacto que faz do nosso concurso fotográfico uma plataforma de mobilização pela defesa dos direitos humanos no país”, explica Ana Valéria Araújo, diretora executiva do Fundo Brasil. 


As 10 melhores imagens de cada categoria serão escolhidas por um comitê de fotógrafos e especialistas convidados. Em seguida, haverá uma votação popular, com as fotos divulgadas nos canais do Fundo Brasil e os votos registrados em formulário no Google Forms. 


O resultado será divulgado no Dia Internacional dos Direitos Humanos (10 de dezembro) e as fotografias farão parte de uma programação especial em celebração aos 20 anos do Fundo Brasil em 2026. 


O regulamento completo e as informações sobre os prêmios estão disponíveis no site oficial.


 

Sobre o Fundo Brasil de Direitos Humanos


O Fundo Brasil de Direitos Humanos é uma fundação independente, sem fins lucrativos, criada em 2006 por ativistas com a missão de promover o respeito aos direitos humanos no país, criando mecanismos sustentáveis, inovadores e efetivos para fortalecer organizações da sociedade civil e para desenvolver a filantropia de justiça social.


A fundação faz isso captando recursos para destiná-los a organizações e comunidades que lutam por direitos fundamentais e combatem as desigualdades, a violência institucional e a discriminação em todo o país. Desta forma, atua como uma ponte, conectando doadores a projetos de transformação social.

 

A instituição apoia a busca por justiça racial e de gênero, a luta por direitos dos povos indígenas, de populações quilombolas e tradicionais, por justiça climática e socioambiental na Amazônia e nos demais biomas do país, por direitos de crianças e jovens, de pessoas LGBTQIA+, de trabalhadores rurais e precarizados, de comunidades impactadas por obras de infraestrutura e empreendimentos urbanos, de vítimas da violência de Estado e seus familiares, a luta contra o encarceramento em massa e a tortura no sistema prisional, entre outras.


23 de maio de 2026
A artista Carol Ambrósio apresenta a exposição individual Jardim, no Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro, com curadoria de Gabriela Davies. Reunindo obras recentes inéditas, a mostra apresenta esculturas, assemblages e trabalhos bidimensionais construídos a partir da coleta, destruição e recomposição de cerâmicas, porcelanas, toalhas de mesa e utensílios domésticos. Ao reorganizar esses elementos em estruturas instáveis, frágeis e ao mesmo tempo resistentes, Carol transforma o universo doméstico em um campo de reflexão sobre as construções sociais do feminino, seus códigos de comportamento e suas possibilidades de ruptura. A exposição parte de um repertório íntimo ligado ao antiquário de sua família, ambiente no qual a artista conviveu desde a infância com objetos carregados de memória, acúmulos e narrativas. Em Jardim, esse imaginário reaparece em figuras fragmentadas, paisagens interrompidas, totens cerâmicos e composições híbridas que parecem oscilar entre ornamentação e colapso. Em muitas obras, figuras femininas aparecem fundidas a objetos decorativos, vasos e flores, numa investigação crítica sobre os lugares historicamente atribuídos às mulheres no espaço doméstico e social. São trabalhos que evocam comportamentos associados à mulher, ressignificados em construções marcadas por deslocamento, ironia e resistência. SERVIÇO: “Jardim”, de Carol Ambrósio Curadoria: Gabriela Davies Abertura: 27 de maio de 2026 Local: Centro Cultural Correios Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 Centro – Rio de Janeiro Entrada gratuita | classificação livre
23 de maio de 2026
O escândalo é só o começo. Um jogador no auge da carreira, milionário, idolatrado, decide sabotar a própria trajetória. Ele quer ser punido. Para contar a sua versão da história, convoca uma jornalista que cobre guerras — alguém acostumada a lidar com situações-limite. Com texto de Luiz Eduardo Soares e direção de Marcus Faustini, o espetáculo “Assim na terra como no céu”, que encerra temporada, neste domingo (24/05), no Teatro Ipanema, começa como uma entrevista exclusiva, vendida como “bombástica”, e se transforma em um duelo intenso sobre culpa, poder, verdade e sobrevivência. Não é sobre futebol. É sobre o nosso tempo. Serão 20 sessões gratuitas ao longo da temporada, às quintas e sextas, às 20h, aos sábados, às 17h e 20h e, aos domingos, às 19h. Serviço: Assim na terra como no céu Temporada: de 30 de abril a 24 de maio de 2026 Dias e horários: quintas e sextas, às 20h, sábados, às 17h e 20h e domingos, às 19h. Teatro Ipanema: Rua Prudente de Morais, 824 - Ipanema, Rio de Janeiro Ingressos: gratuitos, com retirada na bilheteria Duração: 1h15 Lotação: 192 lugares Classificação: 14 anos