2 de setembro de 2023

2º Encontro Internacional de Teatroterapia acontece este mês no Grajaú

O termo Teatroterapia define uma disciplina que usa a linguagem do teatro para propósitos terapêuticos, expressivos e de reabilitação individual e de um grupo, a partir das próprias vivências, emoções e sentimentos. Fornece o guia para os sentidos, para a percepção do corpo e da própria emoção. O Teatroterapia é um importante ramo da grande “árvore” da Arteterapia.

Porém, no Brasil, a prática terapêutica através do teatro, ainda é pequena. Como metodologia, temos somente o Método Boal Arco Íris do Desejo como convite à reflexão sobre o tema e não temos cursos de formação que visem a utilização do Teatro como recurso terapêutico, enquanto em outros países, como na Itália, existem várias Instituições de Ensino que oferecem cursos de formação em Teatroterapia.

O 2º Encontro Internacional de Teatroterapia tem o intuito de estimular às reflexões e o debate sobre práticas que envolvem a disciplina e atrair o olhar de interessados no cuidado com auxílio da arte e que queiram ampliar seus horizontes em relação a metodologia oferecida na Itália.

O evento contará com a participação de Marcel Cavalcante, ator, educador, pesquisador e multiplicador do método Boal – Arco-Íris do Desejo, para ampliar nossas reflexões sobre a importância do diálogo sobre o tema.

Além disso, o evento também contará com a participação da psicóloga, arteterapeuta e autora do livro: ” Olhar para Si”, Suzane Guedes, e das profissionais italianas: Martina Angelo Quaranta, Atriz, Pedagoga e Teatroterapeuta e Cristina Bordogna, Consultora em metodologias autobiográficas e biográficas na relação de ajuda em Escrita Terapêutica (a participação das profissionais italianas será via Zoom). Participe conosco dessa experiência de arte, reflexões, emoção e conhecimento.

SERVIÇO
Local/Dia: Espaço CAASA – Coletivo de Arteterapeutas, Artistas, Sonhadores e Amigos
Rua Henrique Morize, 47, Grajaú-RJ.  Sábado, 30 de setembro – 9h-18h.
 
 

16 de março de 2026
Com curadoria e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz no museu Janete Costa em Niterói até 29 de março de 2026. Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos. Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes e histórias que atravessam gerações. Cada peça revela a marca das mãos que a moldaram e a herança de quem ensinou o ofício. No barro, na fibra e na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas de toda a América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para proteger, proteger para preservar, preservar para celebrar. A arte popular latino-americana é feita desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós. Jorge G. Mendes Curador Acolher é um gesto de humanidade. É um ato de cuidado que reconhece o outro, que o legitima e o preserva. A reunião dessas obras criadas por artistas populares, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas, reafirma o compromisso da Fundação de Arte de Niterói em proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro - especialmente aquele que nasce das mãos e dos saberes coletivos. É nesse encontro que celebramos a pluralidade da nossa arte, viva, pulsante e ancestral. O Museu Janete Costa de Arte Popular se torna, mais uma vez, um espaço de pertencimento: um lugar onde memórias são honradas, identidades são reconhecidas e o Brasil profundo encontra visibilidade e respeito. Que esta exposição inspire em cada visitante o desejo de acolher histórias, tradições, territórios e pessoas. Micaela Costa Presidenta da Fundação de Arte de Niterói
16 de março de 2026
Nesse mês dedicado às mulheres, a Sala José Cândido de Carvalho, sob Curadoria de Desirée Monjardim, traz 11 potentes artistas que, em coletivo, entrelaçam vozes, gestos e visões, afirmando o feminino como linguagem, território e permanência um campo vivo de criação, direito e memória. Segundo Be Sancho, artista visual, curador e mestre em Ensino de História, "no encontro cultivamos afetos, tecemos memórias, nutrimos a corpo-templo. É nesse espaço de trocas que as artistas visuais revelam a dimensão sensivel e insurgente do feminino, expandindo seus gestos criadores em potência e poder, sensibilidade e beleza, marcando presença em nosso tempo e lugar de pertencimento. São discursos estéticos que nos inspiram a ver para além do percebido de imediato, atravessando camadas visiveis e invisíveis, nos movendo a seguir com confiança na construção de novos valores e sentidos. A mulher em suas diferentes dimensões ganha potência nessa mostra, onde cada artista nos oferece diferentes perspectivas estéticas e poéticas. Pintura, cerâmica e fotografia compõem o campo sensível da exposição, ofertando-nos elementos simbólicos que nos impulsionam a imaginar e a construir novas narrativas sobre o feminino."  Serviço Exposição: 'O Feminino é Arte' - coletivo Curadoria: Desirée Monjardim Assistente de curadoria: Lina Ponzi Abertura: 10 de março de 2026, às 18h Visitação: Até 08 de maio de 2026 - 2ª a 6ª, das 9h às 17h Local: Sala José Cândido de Carvalho Rua Presidente Pedreira, 98. Ingá, Niterói