15 de junho de 2022

Visconde de Mauá realiza festival de cervejas artesanais

Visconde de Mauá recebe entre os dias 16 e 19 de junho o 3º Festival de Cerveja Artesanal. Realizado na Galeria Aldeia dos Imigrantes, o evento oferece ao público mais de 20 estilos de cervejas diferentes plugadas nas chopeiras, além da cerveja de pinhão, muito comum nesta época do ano.


Paulo Motta, produtor do evento, afirma:

"As cervejarias da região são muito conhecidas pelos moradores de Resende e cidades vizinhas, mas poucos

turistas conhecem, o que torna um atrativo a mais para quem procura Visconde de

Mauá para descansar, ficar em contato com a natureza e desfrutar das belíssimas

cachoeiras que nossa montanha tem para oferecer. Além, é claro, da forte

vocação gastronômica, com Chefs dos mais variados estilos, que Visconde de

Mauá, Maringá e Maromba possuem.”



Além das cervejas, o festival conta ainda com atrações musicais, moda, artesanato, comidas regionais,

veganas, vegetarianas, hambúrguer artesanal e muito mais. E para quem quer

saber um pouco mais sobre o universo das cervejas artesanais, haverá uma

brassagem ao vivo, um cervejeiro fará uma cerveja de panela enquanto o evento

acontece. A atração é para toda a família.

As cervejarias


Esta edição conta com as marcas Ograner (Resende), Vale do Pavão (Visconde de Mauá), Penedon (Volta Redonda), Penélope (Penedo), Trevisan (Penedo), Paranoide (Volta Redonda) e Elbers (Serrinha do Alambari).


Projeto Lixo Zero


A entrada para o festival é gratuita, mas, para degustar as cervejas artesanais, é preciso adquirir a caneca oficial do evento, que custará R$ 7. 


"A ideia das canecas surgiu com o desejo de não gerarmos lixo plástico. Visconde de Mauá tem uma enorme vocação na preservação da natureza e do descarte adequado do lixo orgânico e reciclável. Dessa forma, minimizamos a geração de lixo plástico e os impactos que isso pode causar. Sem contar que a caneca é uma bela lembrança do festival. Quem vem elogia muito a limpeza e nós ficamos muito felizes", explica Paulo Motta. 


16 de março de 2026
Com curadoria e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz no museu Janete Costa em Niterói até 29 de março de 2026. Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos. Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes e histórias que atravessam gerações. Cada peça revela a marca das mãos que a moldaram e a herança de quem ensinou o ofício. No barro, na fibra e na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas de toda a América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para proteger, proteger para preservar, preservar para celebrar. A arte popular latino-americana é feita desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós. Jorge G. Mendes Curador Acolher é um gesto de humanidade. É um ato de cuidado que reconhece o outro, que o legitima e o preserva. A reunião dessas obras criadas por artistas populares, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas, reafirma o compromisso da Fundação de Arte de Niterói em proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro - especialmente aquele que nasce das mãos e dos saberes coletivos. É nesse encontro que celebramos a pluralidade da nossa arte, viva, pulsante e ancestral. O Museu Janete Costa de Arte Popular se torna, mais uma vez, um espaço de pertencimento: um lugar onde memórias são honradas, identidades são reconhecidas e o Brasil profundo encontra visibilidade e respeito. Que esta exposição inspire em cada visitante o desejo de acolher histórias, tradições, territórios e pessoas. Micaela Costa Presidenta da Fundação de Arte de Niterói
16 de março de 2026
Nesse mês dedicado às mulheres, a Sala José Cândido de Carvalho, sob Curadoria de Desirée Monjardim, traz 11 potentes artistas que, em coletivo, entrelaçam vozes, gestos e visões, afirmando o feminino como linguagem, território e permanência um campo vivo de criação, direito e memória. Segundo Be Sancho, artista visual, curador e mestre em Ensino de História, "no encontro cultivamos afetos, tecemos memórias, nutrimos a corpo-templo. É nesse espaço de trocas que as artistas visuais revelam a dimensão sensivel e insurgente do feminino, expandindo seus gestos criadores em potência e poder, sensibilidade e beleza, marcando presença em nosso tempo e lugar de pertencimento. São discursos estéticos que nos inspiram a ver para além do percebido de imediato, atravessando camadas visiveis e invisíveis, nos movendo a seguir com confiança na construção de novos valores e sentidos. A mulher em suas diferentes dimensões ganha potência nessa mostra, onde cada artista nos oferece diferentes perspectivas estéticas e poéticas. Pintura, cerâmica e fotografia compõem o campo sensível da exposição, ofertando-nos elementos simbólicos que nos impulsionam a imaginar e a construir novas narrativas sobre o feminino."  Serviço Exposição: 'O Feminino é Arte' - coletivo Curadoria: Desirée Monjardim Assistente de curadoria: Lina Ponzi Abertura: 10 de março de 2026, às 18h Visitação: Até 08 de maio de 2026 - 2ª a 6ª, das 9h às 17h Local: Sala José Cândido de Carvalho Rua Presidente Pedreira, 98. Ingá, Niterói