2 de dezembro de 2022

“Pixinguinha, um perfil biográfico” é o novo livro de André Diniz

André Diniz, gestor, pesquisador cultural, escritor, lança mais um livro da Coleção Culturas Cariocas, agora, o “Pixinguinha, um perfil biográfico”, no dia 3 de dezembro, a partir das 16 h, na livraria Yorúbar, na Cantareira, em São Domingos, em Niterói. Imperdível, pois haverá também roda de samba e choro com o grupo Candogueiro e uma série de músicos convidados como: Silvério Pontes, Chico Alves, Henrique Cazes, Monica Mac, Adriana Dutra, Thiago Cunha, Cacau Campos, Paulão Sete Cordas, Dirceu Leite, Marquinhos Diniz e Inácio Rios.

 

Maestro, flautista, saxofonista, compositor e arranjador brasileiro. Pelo nome Alfredo da Rocha Vianna Filho quase ninguém o conhece, mas pelo popular apelido que ganhou ainda criança é uma unanimidade no meio musical: Pixinguinha. Autor da célebre composição Carinhoso, de 1917 e tocada até hoje em festas, comemorações e saraus.

 

Alfredo da Rocha Vianna Filho ou Pixinguinha, nome que mistura o dialeto africano "Pizin Din" (menino bom), dado por uma prima, com "Bexiguinha", por ter contraído bexiga, foi um dos músicos mais importantes da fase inicial da Música Popular Brasileira (MPB). Com um domínio técnico e um dom de improvisação encontrados nos grandes músicos de jazz, é considerado o maior flautista brasileiro de todos os tempos, além de um irreverente arranjador e compositor.

 

André Diniz, além de sua qualidade como escritor e pesquisador, mestrado em Memória Social da Música Brasileira na Uni-Rio e doutor em Geografia Cultural na UFF. Foi Secretário de Cultura e presidente da Fundação de Arte de Niterói. Além de vereador, foi Chefe da Representação do Ministério da Cultura no RJ e ES. Já publicou mais de 20 livros.

 

23 de maio de 2026
A artista Carol Ambrósio apresenta a exposição individual Jardim, no Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro, com curadoria de Gabriela Davies. Reunindo obras recentes inéditas, a mostra apresenta esculturas, assemblages e trabalhos bidimensionais construídos a partir da coleta, destruição e recomposição de cerâmicas, porcelanas, toalhas de mesa e utensílios domésticos. Ao reorganizar esses elementos em estruturas instáveis, frágeis e ao mesmo tempo resistentes, Carol transforma o universo doméstico em um campo de reflexão sobre as construções sociais do feminino, seus códigos de comportamento e suas possibilidades de ruptura. A exposição parte de um repertório íntimo ligado ao antiquário de sua família, ambiente no qual a artista conviveu desde a infância com objetos carregados de memória, acúmulos e narrativas. Em Jardim, esse imaginário reaparece em figuras fragmentadas, paisagens interrompidas, totens cerâmicos e composições híbridas que parecem oscilar entre ornamentação e colapso. Em muitas obras, figuras femininas aparecem fundidas a objetos decorativos, vasos e flores, numa investigação crítica sobre os lugares historicamente atribuídos às mulheres no espaço doméstico e social. São trabalhos que evocam comportamentos associados à mulher, ressignificados em construções marcadas por deslocamento, ironia e resistência. SERVIÇO: “Jardim”, de Carol Ambrósio Curadoria: Gabriela Davies Abertura: 27 de maio de 2026 Local: Centro Cultural Correios Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 Centro – Rio de Janeiro Entrada gratuita | classificação livre
23 de maio de 2026
O escândalo é só o começo. Um jogador no auge da carreira, milionário, idolatrado, decide sabotar a própria trajetória. Ele quer ser punido. Para contar a sua versão da história, convoca uma jornalista que cobre guerras — alguém acostumada a lidar com situações-limite. Com texto de Luiz Eduardo Soares e direção de Marcus Faustini, o espetáculo “Assim na terra como no céu”, que encerra temporada, neste domingo (24/05), no Teatro Ipanema, começa como uma entrevista exclusiva, vendida como “bombástica”, e se transforma em um duelo intenso sobre culpa, poder, verdade e sobrevivência. Não é sobre futebol. É sobre o nosso tempo. Serão 20 sessões gratuitas ao longo da temporada, às quintas e sextas, às 20h, aos sábados, às 17h e 20h e, aos domingos, às 19h. Serviço: Assim na terra como no céu Temporada: de 30 de abril a 24 de maio de 2026 Dias e horários: quintas e sextas, às 20h, sábados, às 17h e 20h e domingos, às 19h. Teatro Ipanema: Rua Prudente de Morais, 824 - Ipanema, Rio de Janeiro Ingressos: gratuitos, com retirada na bilheteria Duração: 1h15 Lotação: 192 lugares Classificação: 14 anos