30 de janeiro de 2026

Peça “Djavan – O Musical: Vidas pra Contar” entra em suas últimas semanas em cartaz no Teatro Claro Mais

Em suas últimas semanas em cartaz, o Teatro Claro Mais RJ recebe a temporada de “Djavan – O Musical: Vidas pra Contar”, produção da Turbilhão de Ideias, com realização da Nove Produções, apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Caixa Vida e Previdência, com apoio da Caixa Seguridade. Em cartaz desde 8 de janeiro, o espetáculo marca o retorno ao Rio de Janeiro em novo palco, consolidando uma trajetória de grande adesão do público após temporadas esgotadas, passagens pelo Rio e São Paulo e uma turnê nacional que percorreu cidades como Belo Horizonte, Curitiba, Brasília e Maceió. Os ingressos seguem à venda pelo site da Uhuu e na bilheteria física do teatro.


Idealizado por Gustavo Nunes, com direção artística de João Fonseca e texto de Patrícia Andrade e Rodrigo França, o musical percorre a trajetória e a obra do cantor e compositor alagoano a partir de episódios de sua vida pessoal e artística. A dramaturgia organiza esses momentos tomando a própria criação musical de Djavan como eixo narrativo, conectando experiências, encontros e escolhas que moldaram sua história e sua identidade artística.


Com cerca de duas horas de duração, o espetáculo tem direção musical assinada por João Viana, filho do homenageado, ao lado de Fernando Nunes. O repertório reúne canções que atravessam diferentes fases da carreira de Djavan, como Oceano, Um Amor Puro, Meu Bem Querer, Correnteza e Luanda, entre outras composições que revelam a diversidade de influências presentes em sua obra — do samba ao jazz, do pop aos ritmos afro-brasileiros.


Raphael Elias interpreta Djavan em diferentes momentos da narrativa. Negro e natural de Divinópolis (MG), o ator construiu sua trajetória artística a partir do interior de Minas Gerais, movido pela paixão pela música e incentivado pela família, até alcançar seu primeiro papel de protagonismo em uma grande produção nacional. Selecionado entre mais de 250 candidatos, sua escolha dialoga com o percurso do próprio homenageado e com os temas centrais do espetáculo, levando à cena não apenas a musicalidade do artista, mas também sua dimensão humana, marcada por escolhas, deslocamentos e perseverança.


Ao seu lado, o elenco se desdobra em múltiplos personagens que representam figuras centrais da vida pessoal e artística do biografado. Marcela Rodrigues vive Dona Virgínia, sua mãe; Ester Freitas interpreta Djanira, sua irmã; Alexandre Mitre dá vida a Djacir, o irmão mais velho; Thainá Gallo interpreta Aparecida, a primeira esposa e mãe de seus três filhos; e Douglas Netto vive João Mello. Aline Deluna interpreta Maria Bethânia, Gab Lara dá vida a Chico Buarque, Tom Karabachian interpreta Caetano Veloso e Milton Filho surge como Elegbara, entidade simbólica que atravessa a narrativa.


A equipe criativa reúne profissionais de reconhecida atuação nas artes cênicas. A coreografia e a direção de movimento são assinadas por Marcia Rubin; a iluminação, por Daniela Sanchez; a cenografia, por André Cortez; e os figurinos, por Karen Brusttolin. Os arranjos e a preparação vocal ficam a cargo de Jules Vandystadt, ao lado do design de som de João Paulo Pereira. O visagismo é assinado por Sidnei Oliveira.


O percurso do espetáculo também se reflete no circuito de prêmios, acompanhando a forte recepção da montagem desde a estreia. “Djavan – O Musical: Vidas pra Contar” conquistou o Prêmio Arcanjo de Cultura na categoria Teatro Musical Brasileiro e recebeu indicações ao Prêmio Destaque Imprensa Digital, nas categorias Destaque Direção Musical e Destaque Revelação para Raphael Elias. A produção soma ainda indicações recentes ao Prêmio Shell de Teatro, na categoria Cenografia, e ao Prêmio APTR, concorrendo a Melhor Produção em Teatro Musical e Melhor Ator Coadjuvante para Milton Filho.


Combinando música, teatro e dança em uma encenação estruturada a partir da obra de Djavan, o espetáculo entra em sua reta final no Rio de Janeiro convidando o público a vivenciar, em cena, a trajetória e parte do repertório de um dos grandes nomes da música brasileira — em um momento especial que antecede as celebrações dos 50 anos de carreira do artista, previstos para 2026.



SERVIÇO:


Local: Teatro Claro MAIS RJ

Rua Siqueira Campos, 143, 2º Piso - Copacabana, Rio de Janeiro

Temporada: 08 de Janeiro de 2026 a 08 de Fevereiro de 2026

Quinta e Sexta às 20h | Sábados 16h30 e 20h30 | Domingos 18h

Valor: a partir de R$ 19,80 em até 6x

Vendas: Site Uhuu



16 de março de 2026
Com curadoria e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz no museu Janete Costa em Niterói até 29 de março de 2026. Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos. Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes e histórias que atravessam gerações. Cada peça revela a marca das mãos que a moldaram e a herança de quem ensinou o ofício. No barro, na fibra e na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas de toda a América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para proteger, proteger para preservar, preservar para celebrar. A arte popular latino-americana é feita desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós. Jorge G. Mendes Curador Acolher é um gesto de humanidade. É um ato de cuidado que reconhece o outro, que o legitima e o preserva. A reunião dessas obras criadas por artistas populares, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas, reafirma o compromisso da Fundação de Arte de Niterói em proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro - especialmente aquele que nasce das mãos e dos saberes coletivos. É nesse encontro que celebramos a pluralidade da nossa arte, viva, pulsante e ancestral. O Museu Janete Costa de Arte Popular se torna, mais uma vez, um espaço de pertencimento: um lugar onde memórias são honradas, identidades são reconhecidas e o Brasil profundo encontra visibilidade e respeito. Que esta exposição inspire em cada visitante o desejo de acolher histórias, tradições, territórios e pessoas. Micaela Costa Presidenta da Fundação de Arte de Niterói
16 de março de 2026
Nesse mês dedicado às mulheres, a Sala José Cândido de Carvalho, sob Curadoria de Desirée Monjardim, traz 11 potentes artistas que, em coletivo, entrelaçam vozes, gestos e visões, afirmando o feminino como linguagem, território e permanência um campo vivo de criação, direito e memória. Segundo Be Sancho, artista visual, curador e mestre em Ensino de História, "no encontro cultivamos afetos, tecemos memórias, nutrimos a corpo-templo. É nesse espaço de trocas que as artistas visuais revelam a dimensão sensivel e insurgente do feminino, expandindo seus gestos criadores em potência e poder, sensibilidade e beleza, marcando presença em nosso tempo e lugar de pertencimento. São discursos estéticos que nos inspiram a ver para além do percebido de imediato, atravessando camadas visiveis e invisíveis, nos movendo a seguir com confiança na construção de novos valores e sentidos. A mulher em suas diferentes dimensões ganha potência nessa mostra, onde cada artista nos oferece diferentes perspectivas estéticas e poéticas. Pintura, cerâmica e fotografia compõem o campo sensível da exposição, ofertando-nos elementos simbólicos que nos impulsionam a imaginar e a construir novas narrativas sobre o feminino."  Serviço Exposição: 'O Feminino é Arte' - coletivo Curadoria: Desirée Monjardim Assistente de curadoria: Lina Ponzi Abertura: 10 de março de 2026, às 18h Visitação: Até 08 de maio de 2026 - 2ª a 6ª, das 9h às 17h Local: Sala José Cândido de Carvalho Rua Presidente Pedreira, 98. Ingá, Niterói