25 de maio de 2026

Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga apresenta concerto Sons do Oriente na Sala Cecília Meireles

 

Uma viagem musical pelos territórios sonoros da Ásia, onde tradição, espiritualidade e natureza se entrelaçam em paisagens sonoras de grande força expressiva. Essa é a proposta do concerto Sons do Oriente, que a Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga, por meio de sua Academia de Monitoras, apresentará no dia 27 de maio (quarta-feira), na Sala Cecília Meireles, sob a regência do maestro Anderson Alves. A noite conta ainda com a participação especial dos solistas Stephanie Doyle (violinista), Ludmilla Bauerfeldt (soprano), Yu Xi (soprano) e Jessé Bueno (tenor).

 

O concerto Sons do Oriente e a Orquestra Sinfônica Juvenil Chiquinha Gonzaga contam com o patrocínio da State Grid Brazil Holding, CNOOC e PETRONAS Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Integram ainda o ecossistema social de apoio à OSJ Chiquinha, como patrocinadores mantenedores, as empresas Petrogal Brasil, joint venture Galp-Sinopec, e Zurich Santander, também por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

O programa, dividido em duas partes, apresenta obras inspiradas em culturas orientais, explorando escalas, timbres e ritmos que evocam países como a Malásia, o Japão, a China, a Índia e outras regiões do Oriente, em diálogo com a escrita sinfônica ocidental. A primeira parte é composta por músicas folclóricas orientais, arranjadas por Vinicius Louzada. Já a segunda traz obras que evidenciam a influência oriental no Ocidente, com composições de Giacomo Puccini, Franz Lehár, Giuseppe Verdi, Carlos Gomes e Heitor Villa-Lobos.

 

“A riqueza da música oriental é infinita, com sonoridades muito particulares, escalas, modos e sistemas harmônicos diferentes da tradição ocidental. Enquanto a música europeia foi construída principalmente a partir do sistema temperado, muitas culturas orientais preservam microtons e melodias que criam cores sonoras sofisticadas e emocionantes”, explica a pianista Moana Martins, diretora-executiva do IBME.

 

É fato que o Oriente sempre despertou um fascínio nos compositores Europeus. Moana conta que, principalmente a partir do século XIX, houve um intenso intercâmbio cultural entre Europa e Ásia, e que essa influência aparece nas escalas, nos timbres, nas cores orquestrais e nos ritmos.

 

“A música sempre foi um espaço de encontro entre culturas e que, mesmo separadas geograficamente, Oriente e Ocidente se influenciaram mutuamente ao longo da história. Compositores como Giuseppe Verdi e Giacomo Puccini incorporaram elementos orientais em suas obras para criar novas paisagens sonoras e dramáticas. Na música brasileira, essa influência também aparece de maneira muito interessante. Villa-Lobos, por exemplo, mesmo muito ligado à identidade brasileira, também buscava expandir os limites sonoros da música ocidental, explorando timbres, texturas e atmosferas que muitas vezes se aproximam da espiritualidade e da liberdade estética presentes nas tradições orientais”, pontua a pianista.

 

Para as jovens instrumentistas da OSJ Chiquinha Gonzaga, o concerto será um grande desafio artístico e, ao mesmo tempo, uma experiência muito enriquecedora. Moana Martins conta que interpretar esse repertório exige uma escuta aberta a novas possibilidades sonoras, com concepções estéticas bastante diferentes da tradição Ocidental. 

 

“OSJ Chiquinha Gonzaga é muito mais do que uma orquestra, é um programa de formação integral que proporciona às instrumentistas ferramentas para ampliação do repertório cultural e de visão de mundo. Quando nossas musicistas entram em contato com tradições musicais da China, Malásia, Japão, Índia e de outros países orientais, elas não aprendem apenas novas composições, mas outras formas de sentir, perceber a arte e a vida, completa a diretora-executiva.

 

Serviço

 

Sons do Oriente

Concerto da Academia de Monitoras da OSJ Chiquinha Gonzaga

Data: 27 de maio (quarta-feira), às 19h
Local: Sala Cecília Meireles – Rua da Lapa 47

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)

Classificação etária: Livre

 


10 de julho de 2026
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