17 de dezembro de 2024

Neste sábado, 21, Orquestra Forte de Copacabana encerra temporada 2024

Orquestra Forte de Copacabana realiza concerto especial de Natal em Copacabana, sábado, 21/12



Apresentando um programa que passeia por Bach, Jobim, Pixinguinha e Chick Corea, orquestra comemora grandes conquistas de 2024, como o título de Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro e a turnê pela China, ganhando elogios até do Presidente Xi Jinping



No próximo dia 21 de dezembro, sábado, às 18h, a Orquestra Forte de Copacabana e Shalom retornará ao seu tradicional palco, o Forte de Copacabana, para mais um concerto de sua série mensal no espaço, um dos pontos turísticos cariocas mais visitados. Com entrada franca, o último concerto do ano será dedicado ao Natal e trará um repertório bastante diversificado, transitando entre obras de Bach, Pixinguinha, Jobim, Milton Nascimento e Melin, dentre outros. O evento realizará uma ação de Natal Solidário, com arrecadação de alimentos não perecíveis para doação a instituições de atendimento social.


O concerto fecha com chave de ouro um ano de realizações excepcionais. A orquestra foi recentemente declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Em setembro, a Orquestra realizou uma exitosa turnê à China, mais especificamente na capital do país, Pequim. Foram realizadas apresentações em universidades, como a Universidade de Pequim, Universidade de Tecnologia e Negócios de Pequim. O grupo teve também a oportunidade de tocar em um grande evento organizado pela Embaixada do Brasil em Pequim, que contou com presenças ilustres, dentre elas, o próprio Vice-Presidente do país, Sr. Han Zheng. A experiência comoveu até o Presidente Xi Janping, que, em carta enviada à Orquestra e em artigo na semana do Rio G20, destacou a importância da Orquestra Forte de Copacabana como instrumento de Educação e Desenvolvimento Social.



"Para a Orquestra Forte de Copacabana, o título de Patrimônio Cultural Imaterial representa o reconhecimento de uma trajetória construída com dedicação e paixão pela música e pela cultura brasileira. É uma conquista singular, que fortalece nosso compromisso com a inclusão social e com o acesso à arte. Somos profundamente gratos à Deputada Tia Ju, cuja iniciativa e apoio foram fundamentais para tornar esse sonho realidade," declara Marcia Melchior, diretora da Orquestra Forte de Copacabana.



Além dos violões, a Orquestra Forte de Copacabana reúne instrumentos como clarineta, flauta transversa, saxofone, trompete, trombone, teclado, percussão e bateria. Os jovens são convidados a apresentar músicas do repertório tradicional da MPB, muito conhecido pelo público, assim como músicas belíssimas de grandes nomes da nossa música, porém não tão conhecidas pelo grande público.



O projeto é idealizado pelo Instituto Rudá, por meio da Lei Rouanet - Lei de Incentivo à Cultura e conta como mantenedores o Grupo Shalom e a CNOOC – PETROLEUM BRASIL. O projeto conta ainda com o apoio cultural da FHE-POUPEX e da Associação de Arte e Cultura RioMont.



O Instituto Rudá é especializado em gestão de orquestras, e com idealização da produtora e empresária Márcia Melchior, a Orquestra Forte de Copacabana é formada por 28 jovens que possuem de 13 a 21 anos, alunos da rede pública de ensino. Os componentes ensaiam uma vez por semana no Forte de Copacabana e ainda contam com ensino de apoio, como aulas de inglês. A Orquestra também é parceira da Orquestra Shalom, que a acompanha há 12 anos.



“O objetivo da Orquestra é capacitar os jovens para que eles cheguem a ingressar em orquestras profissionais, em orquestras das Forças Armadas, e que tenham um caminho profissionalizante, graças à música. Felizmente, ao longo dos anos, diversos estudantes da Orquestra ingressaram em projetos musicais e culturais, na academia, alguns chegando mesmo ao doutorado. Essa é a nossa maior missão”, diz Márcia Melchior.



Tendo realizado diversas apresentações neste tempo, a Orquestra Forte de Copacabana vem cumprindo o papel de incentivar novos talentos, e de difundir a cultura musical, fazendo dessa arte um instrumento de inclusão social e formação profissional. Acreditando na modificação do indivíduo através da arte, o Instituto empreendeu ações educativas envolvendo jovens em situação de carência econômica e social, fazendo da música um elemento formador de comportamento. Além dos conhecimentos próprios à execução do instrumento escolhido, a música proporciona aos jovens amadurecimento, profissionalização e maior solidariedade entre os componentes da Orquestra.



SERVIÇO:



Orquestra Forte de Copacabana


Data: 21 de dezembro, sábado


Horário: 18h


Local: Alameda do Forte de Copacabana - Praça Cel. Eugênio Franco, 1, Posto 6.


60 minutos. Grátis. Livre


27 de outubro de 2026
Como podemos propor outras formas de convivência entre humanos e não-humanos? É possível cultivar amizade e parentesco entre as espécies? O que podemos aprender com cavalos e éguas? Com esses questionamentos, as artistas-pesquisadoras Aline Bernardi e Dani Lima convidam o público para assistir ao espetáculo “Equina”, que volta em cartaz, de 07 a 29 de novembro, no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto/Sala Preta. A narrativa afetuosa busca pensar sobre políticas de cuidado e a manutenção da vida cultivadas a partir dessas relações interespécies. A criação é um desdobramento da pesquisa de doutorado de Aline, que também está em cena, no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da UFRJ. “A aposta desta obra é investigar de forma fabulatória como as ecologias relacionais e as alianças interespécies podem propor modos de reparação micropolítica em um mundo danificado”, explica a bailarina e pesquisadora Aline Bernardi. “A criação é um desdobramento da minha pesquisa de doutorado, que fabula memórias da relação de amizade e parentesco que tenho com cavalos e éguas”, completa. As raízes desta pesquisa remontam à infância de Aline, quando a artista morou na zona rural do oeste paulista, e teve uma convivência íntima com cavalos de uma fazenda onde seu pai trabalhava. A partir dessa história pessoal e dos diálogos travados com as pesquisadoras Donna Haraway, Vinciane Despret e Anna Tsing, “Equina” busca articular as três dimensões da ecologia, segundo o filósofo e psicanalista Félix Guattari: a das subjetividades, a social e a ambiental, para especular sobre o papel das alianças interespécies na regeneração da vida. “Fazemos um convite para praticarmos parentesco e amizade com outras espécies. Queremos questionar o uso exploratório e extrativista dos cavalos e das éguas, assim como de outras espécies, no processo de civilização humana, que levam às consequências da crise socioambiental que a gente está vivendo. O que me interessa é convocar nossa espécie a cultivar imaginários de interdependência e conexões colaborativas com as outras espécies e com tudo que está vivo em nosso planeta”, observa Aline. A pesquisadora também aponta seu interesse em dialogar com as cosmovisões indígenas, que criam alianças afetivas com outras espécies, conceito proposto por Ailton Krenak, e cultivam relações de respeito com animais, vegetais, rios, florestas, montanhas. Serviço Espetáculo: Equina Temporada: de 07 a 29 de novembro 2026 Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto/Sala Preta: Rua Visconde de Silva s/nº, ao lado do nº 292 – Humaitá. Acesso somente por escadas. Telefone: (21) 2535-3846 Dias e horários: sábados, às 19h, e domingos às 18h. Ingressos: 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada). Capacidade: 25 pessoas Duração: 1h Classificação etária: 18 anos Venda de ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/128177 e na bilheteria do centro cultural, de quarta a domingo das 15h às 21h.
27 de outubro de 2026
A comédia “O Nome do Bebê”, com Bianca Bin no elenco e direção de Elias Andreato, chega ao Teatro Axia Casa Grande, no Leblon, para uma curta temporada de 5 a 27 de novembro de 2026. As sessões serão às quintas e sextas-feiras, sempre às 20h, segundo a programação oficial do teatro. Na trama, Vicente e Anna, que esperam o primeiro filho, vão jantar na casa da irmã dele e do cunhado, com a presença de um amigo de infância, para anunciar o nome escolhido para o bebê. Vicente faz uma brincadeira infeliz e diz que a criança vai se chamar Adolfo. A partir daí, a conversa vira uma discussão crescente, que traz à tona memórias, ressentimentos guardados, preconceitos e contradições do grupo. Segundo a apresentação do espetáculo, a montagem discute a dificuldade de escuta nas relações mais próximas e a necessidade de aceitar o outro com suas diferenças. A versão brasileira, de acordo com o teatro, soma mais de 100 apresentações entre São Paulo e outras capitais antes de chegar ao Rio. Serviço • Espetáculo: O Nome do Bebê • Temporada: de 5 a 27 de novembro de 2026 • Dias e horário: quintas e sextas-feiras, às 20h (abertura da casa 1h antes) • Local: Teatro Axia Casa Grande — Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, Loja A, Leblon, Rio de Janeiro (RJ) • Classificação: 12 anos. Menores a partir de 10 anos entram acompanhados dos pais ou responsáveis. Crianças de até 1 ano e 11 meses no colo do responsável não pagam. • Ingressos: à venda pela Eventim, canal oficial indicado pelo teatro, e na bilheteria. Valores na página de venda. • Informações: (21) 2511-0800