26 de fevereiro de 2026

“Mulher em Fuga” estreia no Teatro Firjan SESI

Chega ao teatro brasileiro “Mulher em Fuga”, a primeira adaptação nacional de Lutas e Metamorfoses de uma Mulher e Monique se Liberta, obras marcantes do escritor francês Édouard Louis que, até o momento, nunca haviam sido encenadas no país. A dramaturgia inédita é assinada por Pedro Kosovski, com direção de Inez Viana, atuação de Malu Galli e Tiago Martelli, que também é o idealizador do projeto, e coordenação geral de produção de Cicero de Andrade. A estreia nacional de “Mulher em Fuga” ocorreu em janeiro de 2026, em São Paulo; no Rio de Janeiro, a temporada de estreia será no Teatro Firjan SESI Centro, de 5 de março até 5 de abril, quintas e sextas às 19h, sábados e domingos às 17h. 


A narrativa da peça acompanha Monique, a mãe do autor, em diferentes momentos de sua vida: gesto literário ao mesmo tempo, íntimo e político, que expõe as engrenagens sociais que silenciam e subjugam mulheres da classe trabalhadora. Entre a luta e a libertação, o que vemos é uma mulher que insiste em recomeçar. E, nesse gesto, Monique se torna também o retrato de tantas mulheres brasileiras que, contra todas as adversidades, assumem a chefia de suas famílias e reinventam suas vidas. Édouard Louis participa da encenação “Mulher em Fuga” por meio de voz off, na cena em que ele e sua mãe conversam ao telefone.


Serviço 


Mulher em fuga

Temporada: 5 de março até 5 de abril. Quintas e sextas, às 19h, sábados e domingos às 17h.

Local: Teatro Firjan SESI Centro – Av. Graça Aranha, 1 - Centro, Rio de Janeiro (Próximo ao Metrô Cinelândia)

Ingressos: R$ 40,00 (inteira)

Classificação: 14 anosDuração: 80 minutos 

27 de maio de 2026
Realizado pelos jornais O GLOBO e EXTRA, o encontro debate novos modelos de financiamento e o impacto da cultura na economia do RJ. No dia 28 de maio, às 8h, acontece a segunda edição de 2026 do evento Caminhos do Rio, que este ano traz como tema central A Potência Criativa do Rio. Sediado no auditório da Editora Globo, o encontro colocará no centro do debate a cultura como um dos motores históricos da identidade e da economia fluminense, além de apontar caminhos promissores para a retomada do crescimento do Estado do Rio de Janeiro. O evento será aberto ao público e as inscrições poderão ser realizadas diretamente pelo site oficial. Com o objetivo de ampliar o alcance das discussões, o público também poderá acompanhar o evento de forma totalmente online. As transmissões ao vivo serão realizadas pelas redes sociais do jornal O Globo, através do Facebook e do YouTube, e também pela página do Extra no Facebook. A programação desta edição está dividida em dois painéis estratégicos que pretendem conectar o setor cultural às engrenagens do desenvolvimento econômico. A primeira mesa do dia, intitulada Financiamento e sustentabilidade dos projetos culturais, vai propor uma discussão profunda sobre novos modelos de captação, explorando desde patrocínios privados e leis de incentivo até fundos de investimento e outras fontes de recursos capazes de garantir a sustentabilidade financeira do setor a longo prazo. Participam deste debate Andrea Alves, CEO na Sarau Cultura Brasileira; Lucas Padilha, secretário municipal de Cultura do Rio; e Ricardo Piquet, diretor-geral do Instituto de Desenvolvimento e Gestão. Logo em seguida, a segunda mesa debaterá o Impacto da indústria cultural na economia. O painel abordará como a revitalização da economia cultural é capaz de impulsionar o desenvolvimento de todo o estado, funcionando como um catalisador para o fomento do turismo, a geração de empregos e a atração de novos investimentos. A discussão terá como palestrantes Aniela Jordan, sócia e diretora artística e de produção geral da Aventura; Julio Ludemir, criador da Festa Literária das Periferias (Flup); e Marcel Balassiano, subsecretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação do Rio. Ambos os painéis serão conduzidos pelo mediador Rafael Galdo, editor de Rio do O GLOBO, que acompanhará os debates ao longo de todo o evento. O ciclo Caminhos do Rio é realizado pelos jornais O GLOBO e EXTRA e conta com o patrocínio da Prefeitura do Rio e da Riotur. CAMINHOS DO RIO 2026 – 2ª EDIÇÃO Data: quinta-feira, 28 de maio Horário: 8h, com início do painel e da transmissão ao vivo às 8h30 Local: Auditório da Editora Globo Endereço: Rua Marquês de Pombal, 25 – Centro, Rio de Janeiro Evento gratuito e aberto ao público. Inscrições pelo link: oglobo.globo.com/projetos/caminhosdorio
27 de maio de 2026
Na estreia será exibido o longa-metragem "Kasa branca", premiado no Festival do Rio O Centro Cultural Cauby Peixoto recebe, na próxima quarta-feira (27), às 18h30, a estreia do Cine Fonseca, nova iniciativa gratuita de exibição audiovisual voltada para jovens estudantes da rede pública e para o público em geral. A sessão de abertura acontece no jardim em frente ao casarão histórico, no Fonseca, com a exibição do longa-metragem "Kasa Branca", dirigido por Luciano Vidigal. O filme acompanha a trajetória de Dé, um jovem da periferia do Rio de Janeiro. Ao descobrir que sua avó está em estágio avançado de Alzheimer, ele conta com a ajuda dos amigos para transformar os últimos dias dela em experiências de afeto, cuidado e celebração da vida. A obra aborda amizade, pertencimento e relações comunitárias, tendo recebido destaque em festivais nacionais e internacionais. No Festival do Rio, por exemplo, foram quatro prêmios, incluindo Melhor Direção de Ficção para Luciano Vidigal, que se tornou o primeiro diretor negro a vencer na categoria; Melhor Ator Coadjuvante (Diego Francisco); Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora. “O cinema é uma linguagem fundamental da cultura brasileira e garantir acesso gratuito a esse tipo de experiência também é fortalecer o direito à cultura nos territórios. O Cine Fonseca nasce aproximando o audiovisual da população, formando público e reafirmando a potência cultural da Zona Norte de Niterói”, afirmou a secretária das Culturas de Niterói, Júlia Pacheco. O Cine Fonseca inaugura uma programação mensal gratuita no Centro Cultural Cauby Peixoto, com exibição de curtas e longas-metragens brasileiros. A proposta é ampliar o acesso ao cinema na Zona Norte de Niterói, incentivar a formação de público e fortalecer a circulação audiovisual nos territórios. “A proposta do Cine Fonseca é consagrar o Centro Cultural da Zona Norte como um novo lugar de exibições. Vamos exibir curtas e longas na área externa e no teatro do bairro que já teve duas salas de cinema”, destacou Leandro Santana, diretor do Centro Cultural Cauby Peixoto. A iniciativa também reforça o papel dos equipamentos culturais públicos na democratização do acesso ao audiovisual e na garantia do direito à cultura. Com programação gratuita e permanente, o Cine Fonseca busca aproximar o público do cinema brasileiro e consolidar novos espaços de encontro, convivência e formação cultural na Zona Norte de Niterói.