11 de novembro de 2025

Homenagem a Clara Nunes é destaque em Niterói

Na sexta-feira, 14 de novembro de 2025, às 20h, a Sala Nelson Pereira dos Santos recebe em seu palco o projeto "Samba às Claras", uma homenagem à Clara Nunes, comandada pelas cantoras Janaina Bessa, Vitória Bessa, Michele Andrade e Victoria Coutinho. O espetáculo conta também com a participação de Geisi Nara dos Santos, dançarina e atriz, que faz com que a apresentação tenha um contexto visual muito mais envolvente.


O show, que traz no repertório canções que consagraram a artista Clara Nunes como recordista de vendas de discos no período de 1960 a 1983, conta com texto narrado e áudios retirados de entrevistas, tornando o espetáculo ainda mais emocionante.


Não só cantar a história da vida, mas também o processo de reconhecimento com as raízes negras e das "três raças", como dito um em dos álbuns mais vendidos por ela, tornou-se o foco desse projeto. A mudança de cenário musical, do bolero para o samba, promoveu para Clara uma intimidade maior com sua ancestralidade e intimidade com o sagrado, trazendo aos ouvintes da sua interpretação voz ao seu dia-a-dia, cor para sua auto imagem e esperança de igualdade social.


O grupo "Samba da Mulher" foi criando em 2017 pela cantora e produtora Janaina Bessa, com o propósito de unir mulheres instrumentistas da cidade serrana que já fossem musicistas ou tivessem interesse de mostrar e incentivar a outras mulheres o interesse pelos instrumentos musicais por intermédio do samba de Raiz.


Com 3 álbuns gravados para o youtube com o projeto "O Samba tá na...", dois especiais e participações em projetos dedicados a cantores como Zé keti, Dona Ivone Lara, Beth Carvalho e agora Clara Nunes o grupo mostra um vasto conhecimento na cultura musical, do samba, do BRASIL e da Mulher.


O grupo será acompanhado por uma banda formada por Leandro Junnhyor (violão e guitarra), Gabriel Moreira (flauta), Fernando Morais (baixo) e Deivid Preceito (percussão).


Janaína Bessa, cantora profissional desde 2007 e multi instrumentista, deu início a carreira cantando com seu irmão Rubinho Bessa com a Banda "Nó da Madeira". Em seguida, iniciou os seus estudos de música clássica (técnica e teoria musical) pela escola de música da UCP, onde foi coralista por 7 anos.


Vitória Bessa é percussionista e pandeirista, com participação em coral pela regência do maestro Paulo Afonso. Desenvolvido com o tempo a paixão pela música popular brasileira e pelo Samba, apresentação assim feita pelos irmãos (Janaína e Rubinho) que já trabalhavam na área.


Michele Andrade é percussionista. Autodidata, aprendeu com 7 anos a tocar repique, tantan e pandeiro. Quando adolescente fez parte de uma bateria de escola de samba local, porém, ficou por um tempo afastada da música e por um acaso ocorrido na Cidade de Maricá, conheceu as meninas do Grupo e hoje também faz parte da banda Samba da Mulher.


Niteroiense, Victoria Coutinho aprendeu a tocar com 16 anos. Muito curiosa, treina um pouco de cada instrumento, mas tem como especialidade o tantan. Sempre muito alegre e participante assídua das rodas de samba e pagode da cidade por influência da família, destacou-se pelo repertório jovem e atualizado, até começar a sentir vontade de tocar também.



Serviço


O Samba às Claras

Data: Sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Horários: 20h

Classificação Indicativa: Livre

Duração: 90min

Ingresso: R$ 40 (inteira)


‌Local: Sala Nelson Pereira dos Santos

  • End: Av. Visconde do Rio Branco, 880 - São Domingos, Niterói 
30 de julho de 2026
O movimento e a fala caminham juntos no espetáculo de dança-teatro “Sem corpo não há aqui”. Foi durante o processo de ensaios que a dramaturga e diretora Isabel Cavalcanti desenvolveu os textos que acompanham e se misturam aos gestos da bailarina Giselda Fernandes e da atriz Joana Lerner, madrasta e enteada na vida real, que perderam, há dois anos, o marido e pai, o artista plástico Hilton Berredo. “Sem corpo não há aqui” estreia na Sala Multiuso do Sesc Copacabana no dia 6 de agosto de 2026. A temporada segue até o dia 16 do mesmo mês, com sessões às quintas e sextas, às 19h, e aos sábados e domingos, às 17h. O projeto foi contemplado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2025/2026.  Misturando realidade e ficção, e fugindo da narrativa linear, o espetáculo investiga a vulnerabilidade como condição da existência: acontecimentos aparentemente insignificantes revelam dimensões inesperadas da experiência humana. Nesse território instável, onde o cotidiano e o extraordinário se equivalem, a cena se desenvolve. Com humor e densidade, as intérpretes Giselda Fernandes e Joana Lerner atravessam memórias, ausências e deslocamentos, numa reflexão sobre perda, convivência e transformação. Dramaturga e diretora da montagem, Isabel Cavalcanti lembra que foi um grande desafio dirigir uma bailarina e uma atriz, que são madrasta e enteada na vida real e que estão vivendo o luto. “Como realidade e ficção se misturavam o tempo todo nesse processo, precisei criar um espaço em que elas se sentissem seguras para expor as dores, alegrias, memórias, os conflitos, encontros e desencontros existentes entre elas e, simultaneamente, transformar isso tudo em ficção, em dança-teatro”. “A articulação entre fala e movimento na criação da dramaturgia levou meses, dias e noites insones. Foi um longo processo de escrever e apagar, acrescentar e descartar. No início dos ensaios, propus a criação de partituras corporais a partir da história do corpo de cada intérprete. As partituras e minha observação da relação das duas me trouxeram a necessidade de também dizer com palavras. Fui entendendo aos poucos o fluxo entre movimento e fala. E a dramaturgia foi se costurando. Tudo é dança, afinal: a palavra e o gesto”, diz a diretora. A trilha sonora original e o desenho de som da montagem são assinados por Isadora Medella. Os figurinos criados por Marieta Spada vão se modificando em cena, ganhando elementos que remetem ao universo da dança. O vestido usado por Joana Lerner é uma criação de Marcelo De Gang, usado originalmente no solo “Dagmar e seu espelho”, de Giselda Fernandes. O cenário criado por Aurora dos Campos traz objetos ligados à dança e ao corpo. Inicialmente espalhadas, essas peças vão se encontrando durante a narrativa, formando uma escultura de memórias. SERVIÇO Espetáculo: “Sem corpo não há aqui” Temporada: 06 a 16 de agosto de 2026 Dias e horários: Quintas e sextas, às 19h | Sábados e domingos, às 17h Local: Sesc Copacabana – Sala Multiuso (Rua Domingos Ferreira, 160) Ingressos: R$40 (inteira) | R$ 36 (convênio) | R$ 28 (credencial plena Sesc) | R$ 31 (convênio empresário) | R$ 20 (meia-entrada) | gratuito (PCG) Informações: (21) 2547-0156 Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a sexta, das 9h às 20h. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 20h. Vendas online: site da Ingresso.com Capacidade: 50 lugares Classificação: 14 anos. Duração: 60 min.
28 de julho de 2026
Com o objetivo de mostrar, de maneira lúdica e divertida, a importância de preservar o meio ambiente, o premiado musical infantil “TcHiBuM! – A Liga Aquática” faz nova temporada, a partir de 8 de agosto, às 11h, na EcoVilla Ri Happy, no Jardim Botânico. A peça é idealizada por Diego Morais e Pedro Henrique Lopes, criadores do premiado projeto infanto-juvenil “Grandes Músicos para Pequenos”. A dupla também reestreia, no mesmo dia e espaço, “Ritinha Rock & Roll – Rita Lee para Crianças”, com sessões às 16h. Em “TcHiBuM!”, eles convidam os espectadores para um mergulho muito divertido e cheio de aventuras com um Boto cinza que sabe de tudo, uma Lontra sempre perdida e uma ave Biguatinga muito animada pelas águas da Baía de Guanabara. Junto das crianças, eles tentam acabar com a sujeira de Fefê Fedida, uma barata do mar que se alimenta de lixo e restos. O espetáculo venceu o Prêmio CBTIJ nas categorias Atuação cênica e dramaturgia original. Com temas relacionados à preservação e à conscientização sobre as águas, o espetáculo tem direção de Diego Morais, direção musical de Tony Lucchesi, texto de Pedro Henrique Lopes e músicas inéditas de Tony Lucchesi e Marcelo Mendonça. A trama conta a história de Junior e Yasmin, duas crianças que adoram brincar perto da água. Um dia, Yasmin joga um canudo nas águas da baía. O canudo é arremessado de volta e acerta a menina, que, ao olhar de perto é puxada magicamente para uma aventura no fundo do mar junto de seu amigo. Ao conhecerem os animais que ainda vivem na baía, Yasmin e Junior (junto da plateia) descobrem que as águas estão muito poluídas e que o fundo do mar precisa de ajuda urgente! No elenco, estão Lucas da Purificação (Junior), Sara Chaves (Yasmin), Pablo Áscoli (Botão), Gabriel Querino (Bibi), Aline Carrocino (Lilon), Victor Maia (Fefê Fedida) e Erick Villas (Stand in). “Mais do que divertir as crianças e gerar momentos inesquecíveis para as famílias, acreditamos que nosso trabalho enquanto criadores é também conscientizar sobre o mundo, sobre a natureza, sobre a sociedade, sobre o presente e o futuro”, conta Diego Morais. “Adoramos ver as famílias cantando junto e se divertindo. E esperamos que a cada trabalho que a gente coloca em cartaz, contribuamos para construir uma sociedade mais igualitária, mais justa e mais feliz”, acrescenta Pedro Henrique Lopes. Serviço: “TcHiBuM! – A Liga Aquática” EcoVilla Ri Happy: Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico Temporada: De 8 de agosto a 6 de setembro de 2026 Telefone: 3553-2616 Dias e horários: Sábados e domingos, às 11h Ingressos: Plateia vip: R$ 90 e R$ 45 (meia-entrada); Plateia lateral: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada) Lotação: 325 pessoas Duração: 1h05 Classificação: Livre Venda de ingressos: na bilheteria da EcoVilla ou no site Ingresso.com