18 de setembro de 2023

Exposição "Reverie Percursos" é destaque no Espaço Cultural Correios Niterói

Exposição reflete a trajetória de Augusto Herkenhoff ao longo de 40 anos de carreira através de um mergulho nas suas séries que falam de temas como amor, ecologia, cotidiano, futebol, política, refletindo as tensões da vida contemporânea.

 

A primeira exposição coletiva de Augusto Herkenhoff foi em sua terra natal, na Galeria Elmo em Cachoeiro de Itapemirim, em 1982, aos 17 anos. A exposição “Reverie Percursos” mostra um conjunto significativo de obras do artista com aproximadamente 40 anos de carreira, ganhador de prêmio de arte mais importante do país (Prêmio Viagem ao Exterior do Salão Nacional pela Funarte) em 95 e presente em diversas coleções museais. O artista tem séries muito marcantes, que se debruçam em temas caros à sociedade contemporânea, mostradas em diversos suportes como pintura, gravura, desenho, cerâmicas.

O evento, que ocorrerá entre 12 de agosto e 23 de setembro, tem curadoria de Lia do Rio e produção cultural do Espaço Zagut, do próprio Augusto e Isabela Simões, no elegante Espaço Cultural Correios localizado bem em frente à estação das barcas em Niterói.

Segundo Fernando Cocchiarale, a obra de Augusto Herkenhoff é uma organização potente e vigorosa, na qual o conjunto de obras da mesma série, como apresentadas nesta exposição, têm força ainda maior do que cada obra singularmente.

O artista explica sobre seu trabalho: “Sobre o meu processo criativo, após exaustivo estudo gráfico (desenhando centenas de esboços), inicio o processo. Escolho em meu “dicionário pessoal” amostras de algo da minha imaginação, para ganhar corporeidade em escala. Minha expectativa é que a prática da obra possa produzir meu discurso, vinculado aos ícones do mundo das sensações contemporâneas. Busco uma síntese entre minha fantasmagoria privada e coletiva, um diálogo silencioso para execrar certezas e confidências da estabilidade humana.”

“Não se contentando com a obra única, subdivide a ideia principal em diversas outras. As sequências expressam um lado emocional, moderado pela atenção com que organiza as composições. “A pesquisa básica é um movimento de A para B em que o meio é a pesquisa, um lugar que você não sabe bem o que é, mais ou menos como que saindo de uma viagem”. Mergulhar nessas obras e nas questões por elas abordadas é, ao mesmo tempo, fascinante e intrigante, pois envolvem esse movimento de viagem. Agora, tornado nosso”, pontua a curadora Lia do Rio.


Serviço


Exposições | Reverie Percursos
Até o dia 23 de setembro
Segunda a sexta 11 às 18 h. e sábado das 13 às 18 h

Espaço Cultural Correios Niterói

R. Visconde do Rio Branco, 481, Niterói

6 de fevereiro de 2026
Com uma mistura única de inteligência e humor afiado, Luana Zucoloto traz ao público seu novo espetáculo de humor “Esse show poderia ser um E-mail”. Conhecida por sua habilidade em explorar temas cotidianos com um olhar crítico e bem-humorado, Luana cria uma experiência que satiriza o universo corporativo de maneira envolvente e divertida. No palco, Luana Zucoloto, humorista, atriz e criadora de conteúdo, guia o público por uma jornada de quatro atos que refletem as diversas etapas da vida profissional moderna. Desde o entusiasmo inicial dos novatos até a crua realidade das dinâmicas de escritório, o show mergulha sem piedade nas idiossincrasias do ambiente empresarial. “Esse Show poderia ser um E-mail” é não apenas uma celebração do riso, mas também uma oportunidade para o público refletir sobre suas próprias experiências no mundo corporativo. Prepare-se para uma noite de entretenimento inteligente e risos Garantidos. 07 de fevereiro – Abertura: Jeffinho Farias – Principal: Luana Zucolotto https://qualistage.com.br/luana-zucoloto Sábado às 21h no Qualistage
6 de fevereiro de 2026
A obra convida o público a refletir sobre a importância histórica, cultural e simbólica do Rio de Janeiro na formação do Brasil. A publicação é resultado de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Cultura e o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ) e faz parte das ações da Prefeitura voltadas à valorização da história, da memória e da identidade cultural da cidade. Organizado pelos professores Christian Lynch (Iesp-Uerj) e Elizeu Santiago de Sousa (AGCRJ), o livro reúne textos de pesquisadores reconhecidos nacionalmente. Entre os autores estão Antonio Edmilson Rodrigues (Uerj), Aspásia Camargo (UFRJ), Marieta de Moraes Ferreira (UFRJ) e Marly Motta (FGV). Juntos, eles analisam o papel do Rio de Janeiro como capital do país ao longo do tempo, sob diferentes pontos de vista: político, cultural, urbano e internacional. Com 590 páginas, a obra percorre a história do Rio desde 1808, quando se tornou capital do Império Português, passando pelo Império do Brasil e pela República, até a transferência da capital para Brasília, em 1960. O livro também aborda a fusão com o antigo estado do Rio de Janeiro, em 1975, durante o período da ditadura militar. Os autores destacam que, mesmo após deixar de ser capital oficialmente, o Rio de Janeiro manteve um papel central na vida nacional. A cidade segue como referência em áreas como cultura, saúde pública, produção de conhecimento, inovação e na realização de grandes eventos internacionais — da Conferência Rio-92 aos Jogos Olímpicos de 2016, passando pelo G20, em 2024, e pela Cúpula dos BRICS.