24 de julho de 2022

Cia italiana de dança se apresenta pela primeira vez em Niterói

Cia italiana de dança se apresenta pela primeira vez em Niterói nesta terça, 26, no Centro de Artes UFF - Teatro da UFF na Rua Miguel de Frias, 9 em Icaraí, às 19h. Ingressos a R$ 5 (valor único).


Ginevra Panzetti e Enrico Ticconi, dupla artística formada na Itália em 2008, chega ao Brasil pela primeira vez para apresentações. Nesta turnê, a renomada Cia italiana Panzetti&Ticconi, da qual Ginevra e Enrico fazem parte, apresenta dois espetáculos: AeReA e Harleking. O Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro é responsável pela idealização e pela organização da turnê, que inclui a apresentação de AeReA no Teatro da UFF. Os espetáculos fazem parte do festival Dança em Trânsito, durante o mês de julho, que chega à sua 20ª edição, nas cidades de Belo Horizonte (dias 15 e 16), Ipatinga (dia 19) e Vitória (de 21 a 23), incluindo as etapas de Niterói (dia 26 de julho, no Teatro da UFF) e de Salvador (dia 28, no Teatro Vila Velha), que acontecerão fora da agenda do festival. O Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro convidou a companhia de dança dentro de um vasto e abrangente programa cultural que inclui performance, exposições, show de música e mostras de cinema que acontecerão ainda neste ano entre Rio de Janeiro, Espírito Santo, Salvador (Bahia) e Minas Gerais.


A e R e A é a primeira parte de um díptico, articulado em torno de um objeto desde o início usado para manifestar pertencimento e separação: a bandeira. O título refere-se a duas palavras onde a sobreposição graficamente pode emergir de uma única palavra: ARA–AEREA. O primeiro faz alusão ao lugar, que nos tempos antigos era dedicado ao sacrifício; aqui entendido como um mecanismo gerador de morte, infligido, como um presente, àqueles a quem eram reconhecidos o mais alto poder. A segunda, indica a qualidade física do objeto da bandeira que se declara, em sua maior expressão de domínio, uma vez que se estende, pairando no ar. Em constante proximidade, como parte de uma única anatomia, humanos e bandeiras aparecem numa escuridão espessa. Como pertencente a um passado próximo ou distante, figuras fantasmagóricas tomam forma em uma partitura de revelações, evocando uma irmandade próxima e antiga entre dois objetos têxteis, a bandeira e a mortalha.




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23 de maio de 2026
A artista Carol Ambrósio apresenta a exposição individual Jardim, no Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro, com curadoria de Gabriela Davies. Reunindo obras recentes inéditas, a mostra apresenta esculturas, assemblages e trabalhos bidimensionais construídos a partir da coleta, destruição e recomposição de cerâmicas, porcelanas, toalhas de mesa e utensílios domésticos. Ao reorganizar esses elementos em estruturas instáveis, frágeis e ao mesmo tempo resistentes, Carol transforma o universo doméstico em um campo de reflexão sobre as construções sociais do feminino, seus códigos de comportamento e suas possibilidades de ruptura. A exposição parte de um repertório íntimo ligado ao antiquário de sua família, ambiente no qual a artista conviveu desde a infância com objetos carregados de memória, acúmulos e narrativas. Em Jardim, esse imaginário reaparece em figuras fragmentadas, paisagens interrompidas, totens cerâmicos e composições híbridas que parecem oscilar entre ornamentação e colapso. Em muitas obras, figuras femininas aparecem fundidas a objetos decorativos, vasos e flores, numa investigação crítica sobre os lugares historicamente atribuídos às mulheres no espaço doméstico e social. São trabalhos que evocam comportamentos associados à mulher, ressignificados em construções marcadas por deslocamento, ironia e resistência. SERVIÇO: “Jardim”, de Carol Ambrósio Curadoria: Gabriela Davies Abertura: 27 de maio de 2026 Local: Centro Cultural Correios Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 Centro – Rio de Janeiro Entrada gratuita | classificação livre
23 de maio de 2026
O escândalo é só o começo. Um jogador no auge da carreira, milionário, idolatrado, decide sabotar a própria trajetória. Ele quer ser punido. Para contar a sua versão da história, convoca uma jornalista que cobre guerras — alguém acostumada a lidar com situações-limite. Com texto de Luiz Eduardo Soares e direção de Marcus Faustini, o espetáculo “Assim na terra como no céu”, que encerra temporada, neste domingo (24/05), no Teatro Ipanema, começa como uma entrevista exclusiva, vendida como “bombástica”, e se transforma em um duelo intenso sobre culpa, poder, verdade e sobrevivência. Não é sobre futebol. É sobre o nosso tempo. Serão 20 sessões gratuitas ao longo da temporada, às quintas e sextas, às 20h, aos sábados, às 17h e 20h e, aos domingos, às 19h. Serviço: Assim na terra como no céu Temporada: de 30 de abril a 24 de maio de 2026 Dias e horários: quintas e sextas, às 20h, sábados, às 17h e 20h e domingos, às 19h. Teatro Ipanema: Rua Prudente de Morais, 824 - Ipanema, Rio de Janeiro Ingressos: gratuitos, com retirada na bilheteria Duração: 1h15 Lotação: 192 lugares Classificação: 14 anos