2 de novembro de 2022

Camerata Lieto Fine e o Barroco, do Claro ao Escuro, no Projeto Gestores 22

A preços populares a Sala Cecília Meireles, um espaço FUNARJ, apresenta sábado, dia 5 de novembro, às 16 horas, no Espaço Guiomar Novaes, dentro da série Sala Prisma do Projeto Gestores 22, a Camerata Lieto Fine. No repertório, o programa “Barroco: do Claro ao Escuro”

 

Ao longo de toda a história, a humanidade passou por momentos de nefastos conflitos e derradeira paz. E, mesmo em qualquer uma destas épocas, o homem nunca deixou de buscar na arte o reflexo do seu tempo, dos seus anseios, da sua alegria – ou mesmo da sua dor. É neste contexto que o espetáculo “Barroco – do claro ao escuro” convida à reflexão através da poesia e da declamação, da música e do teatro, passando por diferentes

momentos. 

 

EGN – dia 5, sábado, 16h - Ingressos: R$ 10,00

Festival Gestores 2022

Sala Prisma

Camerata Lieto Fine

Hebert Campos, contratenor 

Karen Barbosa, violoncelo barroco

 Luiz Mello, alaúde

 

BARROCO: DO CLARO AO ESCURO


1. Abertura: Girolamo Frescobaldi - Canzon prima à 2 bassi

2. Bloco I (Tempos de Paz):

Georg Friedrich Händel - Ombra mai fù - Ária da ópera Serse

Gaspar Sanz – Canários

Marc-Antoine Charpentier – Chaconne Sans Frayeur dans ce bois

Giovanni Zamboni - Sonata VIII, Arpeggio Sonate intavolatura di leuto, Opus 1,

Bloco II (Tempos de Incerteza):

Claudio Monteverdi – Lasciatemi morire Il sesto libro de madrigali a cinque voci,

Giovanni Zamboni - Sonata VI, Allemande

Georg Friedrich Händel - Lascia chio pianga mia cruda sorte Ária da ópera Rinaldo

Pietro Paolo Borrono - Pavana detta, la malcontenta,

4. Bloco III (Tempos de Angústia):

Marco Portugal - Sucede Marília bela

Johann Sebastian Bach - Suíte para violoncelo solo no. 2 – Sarabande

Giulio Caccini - Amarilli mia bela Le Nuove Musiche,1602

Henry Purcell - When I am laid in earth Ópera Dido & Aeneas,1688 – lamento de Dido

Bloco IV (Tempos de Escuridão):

Antonio Vivaldi - Vedró com mio dileto Ária da ópera Il Giustino, 1724

Johann Hieronymus Kapsberger - Toccata V intavolatura di lauto libro primo, 1611

Antonio Vivaldi - Sposa son disprezzata

6. Final

Rocco Greco - Sinfonia seconda

 

Ingressos na bilheteria da Sala ou pelo link http://salaceciliameireles.rj.gov.br/

 

 



23 de maio de 2026
A artista Carol Ambrósio apresenta a exposição individual Jardim, no Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro, com curadoria de Gabriela Davies. Reunindo obras recentes inéditas, a mostra apresenta esculturas, assemblages e trabalhos bidimensionais construídos a partir da coleta, destruição e recomposição de cerâmicas, porcelanas, toalhas de mesa e utensílios domésticos. Ao reorganizar esses elementos em estruturas instáveis, frágeis e ao mesmo tempo resistentes, Carol transforma o universo doméstico em um campo de reflexão sobre as construções sociais do feminino, seus códigos de comportamento e suas possibilidades de ruptura. A exposição parte de um repertório íntimo ligado ao antiquário de sua família, ambiente no qual a artista conviveu desde a infância com objetos carregados de memória, acúmulos e narrativas. Em Jardim, esse imaginário reaparece em figuras fragmentadas, paisagens interrompidas, totens cerâmicos e composições híbridas que parecem oscilar entre ornamentação e colapso. Em muitas obras, figuras femininas aparecem fundidas a objetos decorativos, vasos e flores, numa investigação crítica sobre os lugares historicamente atribuídos às mulheres no espaço doméstico e social. São trabalhos que evocam comportamentos associados à mulher, ressignificados em construções marcadas por deslocamento, ironia e resistência. SERVIÇO: “Jardim”, de Carol Ambrósio Curadoria: Gabriela Davies Abertura: 27 de maio de 2026 Local: Centro Cultural Correios Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20 Centro – Rio de Janeiro Entrada gratuita | classificação livre
23 de maio de 2026
O escândalo é só o começo. Um jogador no auge da carreira, milionário, idolatrado, decide sabotar a própria trajetória. Ele quer ser punido. Para contar a sua versão da história, convoca uma jornalista que cobre guerras — alguém acostumada a lidar com situações-limite. Com texto de Luiz Eduardo Soares e direção de Marcus Faustini, o espetáculo “Assim na terra como no céu”, que encerra temporada, neste domingo (24/05), no Teatro Ipanema, começa como uma entrevista exclusiva, vendida como “bombástica”, e se transforma em um duelo intenso sobre culpa, poder, verdade e sobrevivência. Não é sobre futebol. É sobre o nosso tempo. Serão 20 sessões gratuitas ao longo da temporada, às quintas e sextas, às 20h, aos sábados, às 17h e 20h e, aos domingos, às 19h. Serviço: Assim na terra como no céu Temporada: de 30 de abril a 24 de maio de 2026 Dias e horários: quintas e sextas, às 20h, sábados, às 17h e 20h e domingos, às 19h. Teatro Ipanema: Rua Prudente de Morais, 824 - Ipanema, Rio de Janeiro Ingressos: gratuitos, com retirada na bilheteria Duração: 1h15 Lotação: 192 lugares Classificação: 14 anos