14 de setembro de 2023

Caixa Cultural Rio de Janeiro retoma programação com shows do grupo 14 Bis

Agenda abre a nova temporada com os projetos aprovados no Programa de Ocupação na sexta-feira (15)

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta nesta sexta-feira (15) show do Grupo 14 Bis. O evento marca a retomada dos projetos do Programa de Ocupação dos Espaços do banco, que não era realizado há quatro anos, e faz parte de uma programação especial que acontece simultaneamente nos outros seis espaços culturais da CAIXA. Os outros espaços recebem shows de Mart’nália, Wado, Tetê Espíndola, Ceumar, Amaro Freitas e Zé Manoel e Francisco, el Hombre.

O grupo 14 Bis, que está há mais de quatro décadas em atividade, comemora seus 40 anos com o show “14 Bis Acústico Ao Vivo”. Com apresentações na sexta-feira (15) e sábado (16) a partir das 19 horas e no domingo (17) a partir das 18 horas.

Conhecido por sua originalidade ao misturar o peso do rock progressivo com a leveza e a poesia da MPB, além de criar canções com harmonias complexas e arranjos elaborados, o conjunto traz para o público uma apresentação desplugada com os grandes sucessos de seus quatro primeiros discos – “14 Bis”, “14 Bis II”, “Espelhos das Águas” e “Além Paraíso”.

O Programa de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural, com inscrições realizadas no início deste ano, vai investir R$ 30 milhões em um total de 171 eventos culturais selecionados dos segmentos teatro, dança, música, cinema, artes visuais e vivências. A seleção pública recebeu o número recorde de 7.727 inscrições.

Os projetos que passam a ocupar as unidades da CAIXA Cultural a partir de 15 de setembro foram anunciados no início de agosto. Até novembro deste ano, devem ser divulgados os projetos que serão patrocinados para ocuparem os espaços entre abril e dezembro do próximo ano.


Serviço:


Show 14 Bis Acústico Ao Vivo

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro - Teatro Nelson Rodrigues

Endereço: Avenida República do Paraguai, 230 Centro. Rio de Janeiro/RJ

Datas: 15, 16 e 17 de setembro 2023

Horários: sexta e sábado, 19h; domingo, 18h

Ingressos: Plateia R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia) / balcão R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia).

Meia-entrada para clientes CAIXA, idosos, estudantes, pessoas com deficiência e um acompanhante, menores de 21 anos, professores e profissionais da rede pública municipal de ensino, e outros casos previstos em lei

Bilheteria: de terça a domingo, das 13 às 19h no teatro ou no site https://bilheteriacultural.com/

22 de março de 2026
Rio de Janeiro, prepare-se. Uma super-heroína nada convencional está prestes a ocupar as noites de abril no icônico Teatro Ipanema. “Super Ela”, espetáculo inédito escrito e encenado pela atriz Flávia Reis, estreia no dia 02 de abril, às 20h, trazendo para o charmoso palco da Zona Sul uma mistura fina de humor ácido, reflexão e virtuosismo físico. A peça flagra a protagonista em um momento de tensão máxima: os instantes que antecedem um salto audacioso de uma plataforma em direção a um recipiente minúsculo. Sob o olhar atento da plateia, enquanto busca a concentração necessária para o mergulho, a Super Ela rompe o silêncio para compartilhar com os ouvintes os desafios de ser uma heroína contemporânea, já cansada das batalhas que se repetem através dos tempos e que, por vezes, parecem não evoluir. Tá puxado pra ela! SERVIÇO: “Super Ela” • Texto e encenação: Flávia Reis • Direção: Álvaro Assad • Estreia em 02 de abril • De quinta a domingo • Quintas, sextas e sábados às 20h • Domingo às 19h • Teatro Ipanema – Rua Prudente de Morais, 824 – Ipanema • Ingressos entre R$ 35 e R$ 70 – clique aqui • Classificação: Livre • Temporada até o dia 26 de abril
22 de março de 2026
Com prefácio do cantor Biafra e posfácio do neurologista Gustavo Valle, livro “O sorriso de Alana”, de Carol Reis, mostra a trajetória real da maternidade atípica. E será lançado dia 23 de março, às 17h, na Associação Fluminense de Reabilitação, em Niterói (RJ) A história de uma menina que aprendeu a se comunicar com o mundo por meio de sorrisos e de uma mãe que transformou desafios diários em aprendizado é o ponto de partida de “O sorriso de Alana”. O livro é a trajetória real da advogada Carol Reis e de sua filha Alana. E reúne relatos sensíveis sobre maternidade atípica, inclusão e bastidores emocionais do universo pouco visível das famílias que convivem com condições neurológicas graves. O lançamento será dia 23 de março, às 17h, na Associação Fluminense de Reabilitação, em Niterói (Rua Lopes Trovão 301, Icaraí). O livro propõe reflexões sobre sensibilidade social e políticas públicas voltadas para pessoas com deficiência e familiares. Ao longo das páginas, o leitor acompanha a rotina de Alana, que nasceu com paralisia cerebral severa, e tem visão, fala e o andar comprometidos. Muito mais que relatos sobre cirurgias, internações e diagnósticos, o livro mostra como a importância do afeto, das pequenas conquistas e dos vínculos familiares podem até desafiar previsões médicas. “Quando Alana tinha cinco meses e recebi o diagnóstico, os médicos disseram que ela teria apenas alguns anos de vida, mas escolhi acreditar no contrário. E diferente de todos os prognósticos, minha filha completa 18 anos em março”, conta Carol Reis. Viver a inclusão na prática é o caminho que a autora desbrava no livro. Alana frequentou escolas públicas até o Ensino Fundamental, faz viagens frequentes com a família e já até desfilou duas vezes na Sapucaí – ambas pela Virando Esperança, escola mirim da campeã 2026 Unidos do Viradouro, de Niterói (RJ), onde a autora e a protagonista vivem. O prefácio é assinado pelo cantor e compositor Biafra, avô de Alana, que transformou o amor pela neta na canção-título “Sorriso de Alana”. No texto, ele destaca a força da mãe diante das adversidades. “Quando esse sonho se rompe, é preciso encontrar outro. A Carol encontrou outro sonho — mais difícil, mais profundo, mais transformador”, escreve Biafra. Para o cantor, Alana se tornou símbolo de algo maior. “Hoje, o sorriso da Alana já não é só dela. Essa forma singular de se comunicar com o mundo saiu de sua boca para se tornar símbolo das crianças com deficiência do Brasil — e, quem sabe, do mundo”, diz. O posfácio é do neurologista Gustavo Valle, que acompanha Alana desde o diagnóstico da paralisia cerebral, quando ela tinha cinco meses. No texto, ele ressalta que diagnósticos médicos não são capazes de traduzir completamente a experiência de uma vida. “Um diagnóstico, por mais contundente que seja, não é sinônimo de destino”, afirma o especialista. Para o neurologista, o livro revela o que muitas vezes não aparece nos prontuários médicos: o trabalho das famílias, o impacto do cuidado cotidiano e a força do vínculo afetivo na construção da qualidade de vida. Ao narrar a história da filha, Carol Reis também expõe as barreiras enfrentadas por famílias que convivem com deficiência no Brasil — desde desafios estruturais e burocráticos até o cansaço emocional que acompanha a rotina de cuidados intensivos. O livro também busca ampliar o debate sobre inclusão, acessibilidade e responsabilidade coletiva no cuidado com pessoas vulneráveis. “Se todas as mães atípicas se unissem, independente do diagnóstico, teríamos mais força para cobrar o cumprimento da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). A maioria de nós é obrigada a deixar a vida profissional de lado pela necessidade de dedicação integral aos filhos. Não há leis que garantam condições reais de trabalho nem espaços adequados onde possamos deixar nossos filhos com segurança e tranquilidade enquanto trabalhamos. Muitas vezes a escola é o único local de acolhimento”, diz Carol.