14 de setembro de 2023

Assucena leva “Baby, te amo”, show em homenagem à Gal Costa

A artista indicada duas vezes ao Grammy Latino pelo trabalho com a banda “As Bahias e a Cozinheira Mineira” se apresenta na cidade no dia 20 de setembro, às 20h.


A cantora e compositora baiana Assucena apresenta o show intimista “Baby, te amo - Tributo à Gal Costa”, no dia 20 de setembro, às 20h, no Teatro Prudential, na cidade do Rio de Janeiro. Neste show intimista em que homenageia a artista que mais influenciou sua formação, Assucena apresenta releituras de sucessos como Baby, Tigresa, Vapor Barato, Pérola Negra e Coração Vagabundo. 

“Homenageio Gal por eu ter feito de mim, uma mulher que medita a respeito de minha época, de meu corpo, de minha voz e que deseja cantar um Brasil com o propósito da memória, da formação da consciência e do reencontro com suas raízes, mas também de sua contemporaneidade”, conta a artista.

Depois de seis anos de muitas experiências e conquistas como uma das idealizadoras da banda “As Bahias e a Cozinha Mineira”, incluindo dois Prêmios da Música Brasileira e duas indicações ao Grammy Latino, Assucena estreou sua carreira solo em 2021 com “Rio e também posso chorar”, para celebrar as cinco décadas de lançamento do icônico álbum Fatal - Gal A Todo Vapor. "Meu coração vagabundo finalmente achou morada numa expressão sincera e arrojada de uma de nossas maiores intérpretes. ‘Gal sempre me trata com choques elétricos…’, como bem disse Tom Zé. Ali, naquele ‘Vapor Barato’ eu pude aprender a ser visceral e ser delicada; pude ser guitarra e violão sincopado; pude ser a ‘Falsa Baiana’ de Geraldo Pereira, embora seja verdadeiramente uma baianíssima de um sertão que ainda espera ser mar”, revela a artista.

Assucena lançou em 2022 os primeiros singles da nova fase de sua carreira: a canção autoral inédita “Parti do Alto”; uma releitura-homenagem de “Ela”, gravada por Elis Regina há 50 anos. Neste momento, a artista está em estúdio preparando seu primeiro álbum solo, que será lançado em breve, com produção musical assinada por Pupillo e Rafael Acerbi, e direção artística da cantora Céu, ao lado da própria artista. Assucena lançou o primeiro single do álbum, “Menino Pele Cor de Jambo”, em novembro de 2022, e o segundo single, “Nu”, em março de 2023.

Enquanto se prepara para a produção deste trabalho que marca um momento especial em sua trajetória artística, já que será seu primeiro álbum solo, ela conta que seguirá reverenciando a memória da artista que mais influenciou sua formação. “Perdemos um cristal divino e profano que atravessou os gêneros da canção brasileira. Tenho o compromisso de zelar por esse monumento da cultura que é Gal Costa. Sem dúvida, uma das cantoras mais importantes de nossa história”, conclui Assucena.

 

 

6 de maio de 2026
Quais são as alianças que cultivamos com outras espécies em nosso cotidiano? De que maneira gestos sonoros e corporais são capazes de estimular as conexões entre humanos e não humanos? Essas indagações são o ponto de partida da oficina Caligrafias Gestuais Sonoras, conduzida pelas artistas-pesquisadoras Aline Bernardi e Dani Lima, que será oferecida, nos dias 15, 22 e 29 de maio, das 14h às 17h, no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. A atividade será gratuita, mediante inscrição pelo link https://forms.gle/n1dF1bk4V3LYAE6i8 . Serão oferecidas 50% das vagas, preferencialmente, a pessoas pretas, indígenas, quilombolas, cadeirantes, mães, mulheres e pessoas trans. A atividade faz parte do processo de criação do espetáculo “Manada”, que vai estrear em junho. A iniciativa é apresentada pelo Governo Federal, Ministério da Cultura, Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Política Nacional Aldir Blanc e do selo artístico Celeiro Moebius. O objetivo da oficina é estudar as relações entre danças e sonoridades nos modos de perceber, observar, sintonizar e cultivar conexões entre corpos vivos, sejam humanos ou não-humanos. Através de práticas somáticas e de improvisação em dança, os alunos vão experimentar conexões entre ritmos respiratórios e gestos sonoros. Esses estudos vão se transformar em uma escrita dançada de memórias e depoimentos a partir de imaginários e partilhas de alianças que cultivamos com outras espécies em nosso cotidiano. Oficina Caligrafias Gestuais Sonoras Dias e horários: às sextas feiras, dias 15, 22 e 29 de maio, das 14h às 17h Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica: Rua Luís de Camões, Praça Tiradentes, 68, Rio de Janeiro Telefone: (21) 2242-1012 Inscrições: gratuitas, através do link https://forms.gle/n1dF1bk4V3LYAE6i8 
6 de maio de 2026
Há um momento em que jardim e casa deixam de ser espaços e passam a operar como memória, territórios onde gesto, cuidado e tempo se acumulam em camadas. É desse campo que emerge a produção de Denise Calasans. Carioca, com trajetória que atravessa o design, as artes visuais, a educação e a pesquisa aprofundada no Mestrado em Memória Social, a artista inaugura no dia 6 de maio de 2026 a exposição individual Entre raízes e paredes, no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, reunindo um conjunto inédito (tem obras antigas) de obras que expandem sua investigação sobre o doméstico e o vegetal como campos de experiência. A exposição apresenta pinturas em tela e papel, instalação, vídeo, projeção, trabalhos têxteis, impressões, objetos e textos, organizados em uma proposta que se aproxima de uma dimensão cênica. Serviço: Exposição: Entre raízes e paredes Artista: Denise Calasans Curadoria: Marisa Flórido Abertura: 6 de maio de 2026 Visitação: de 6 de maio a 20 de junho de 2026 Local: Centro Cultural Correios Rio de Janeiro Endereço: Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro, Rio de Janeiro Horários: terça a sábado, das 12h às 19h Entrada: gratuita Classificação LIVRE