30 de junho de 2022

Alceu Valença no Arraiá da Fundição

Lá se vão 20 anos desde que a Rua dos Arcos, na Lapa, ficou coberta por bandeirinhas juninas e a Fundição Progresso se preparava para realizar pela primeira vez a festa que se tornaria tradicional no calendário do Rio. O Arraiá da Fundição completa 20 anos em clima de reencontro com Alceu Valença, para matar saudades dos festejos juninos após 2 anos, no dia 2 de julho 


No show, Alceu mostra o melhor de seu repertório de xotes, forrós, baiões, toadas e emboladas – com sucessos como "Coração Bobo", "Tropicana", "Táxi Lunar", "Belle de Jour", "Anunciação", "Girassol", entre outras, que não podem ficar de fora das festas juninas. Alceu Valença se apresenta ao lado de Tovinho (teclados), André Julião (sanfona), Zi Ferreira (guitarra), Nando Barreto (baixo) e Cássio Cunha (bateria). 


O Arraiá da Fundição toma conta de toda a Casa. Além da decoração temática, a Fundição recebe barraquinhas com quitutes, jogos e brincadeiras são realizados com o público, além de outras atrações que circulam pelo espaço, como trio de forró e apresentações artísticas.


FORRÓÇACANA ABRE O ARRAIÁ DA FUNDIÇÃO


O show de abertura do Arraiá da Fundição em 2022 será com o grupo Forróçacana. Criado em 1997 da união de jovens cariocas apaixonados pelo forró pé de serra de Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Dominguinhos.


O show apresenta músicas autorais e releituras que partem de um estilo próprio, fruto da união do forró com samba, choro e entre outras influências mundiais como o rock, o reggae e a música oriental.



A discotecagem nos intervalos dos shows fica por conta de Dj Xeleleu, que também faz o Arraiá há alguns anos e é conhecido por comandar bailes e rodas de forró pelo Brasil.
 

SERVIÇO

Arraiá da Fundição com Alceu Valença
Abertura: Forróçacana
Nos intevalos: DJ XELELEU
Sábado, 02 de julho
Abertura dos portões: 22:00
Local: Fundição Progresso
Endereço: Rua dos Arcos, 24, Lapa - Rio de Janeiro - RJ
Classificação etária: 18 anos. Menores a partir de 16 anos podem entrar acompanhados dos pais ou representante legal.
Ingressos disponíveis na Eventim ou na bilheteria da Casa de segunda a sexta, das 13h às 17h



16 de março de 2026
Com curadoria e cenografia de Jorge Mendes, a mostra fica em cartaz no museu Janete Costa em Niterói até 29 de março de 2026. Acolher é mais do que receber. É tratar com cuidado, proteger, preservar. É sustentar aquilo que nos conecta ao mundo, ao outro e a nós mesmos. Potes de cerâmica, cestarias, gamelas e caixas confeccionadas por grandes artistas populares, cooperativas e comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas acolhem alimentos, água, memórias, saberes e histórias que atravessam gerações. Cada peça revela a marca das mãos que a moldaram e a herança de quem ensinou o ofício. No barro, na fibra e na madeira estão gravadas histórias de um Brasil profundo, em diálogo com práticas de toda a América Latina, onde povos distintos compartilham o gesto de acolher: acolher para proteger, proteger para preservar, preservar para celebrar. A arte popular latino-americana é feita desses laços invisíveis, trançados na mesma matéria, nutridos pelo saber coletivo e movidos pelo desejo de manter viva a memória de todos nós. Jorge G. Mendes Curador Acolher é um gesto de humanidade. É um ato de cuidado que reconhece o outro, que o legitima e o preserva. A reunião dessas obras criadas por artistas populares, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas, sertanejas e ribeirinhas, reafirma o compromisso da Fundação de Arte de Niterói em proteger e valorizar o patrimônio cultural e artístico brasileiro - especialmente aquele que nasce das mãos e dos saberes coletivos. É nesse encontro que celebramos a pluralidade da nossa arte, viva, pulsante e ancestral. O Museu Janete Costa de Arte Popular se torna, mais uma vez, um espaço de pertencimento: um lugar onde memórias são honradas, identidades são reconhecidas e o Brasil profundo encontra visibilidade e respeito. Que esta exposição inspire em cada visitante o desejo de acolher histórias, tradições, territórios e pessoas. Micaela Costa Presidenta da Fundação de Arte de Niterói
16 de março de 2026
Nesse mês dedicado às mulheres, a Sala José Cândido de Carvalho, sob Curadoria de Desirée Monjardim, traz 11 potentes artistas que, em coletivo, entrelaçam vozes, gestos e visões, afirmando o feminino como linguagem, território e permanência um campo vivo de criação, direito e memória. Segundo Be Sancho, artista visual, curador e mestre em Ensino de História, "no encontro cultivamos afetos, tecemos memórias, nutrimos a corpo-templo. É nesse espaço de trocas que as artistas visuais revelam a dimensão sensivel e insurgente do feminino, expandindo seus gestos criadores em potência e poder, sensibilidade e beleza, marcando presença em nosso tempo e lugar de pertencimento. São discursos estéticos que nos inspiram a ver para além do percebido de imediato, atravessando camadas visiveis e invisíveis, nos movendo a seguir com confiança na construção de novos valores e sentidos. A mulher em suas diferentes dimensões ganha potência nessa mostra, onde cada artista nos oferece diferentes perspectivas estéticas e poéticas. Pintura, cerâmica e fotografia compõem o campo sensível da exposição, ofertando-nos elementos simbólicos que nos impulsionam a imaginar e a construir novas narrativas sobre o feminino."  Serviço Exposição: 'O Feminino é Arte' - coletivo Curadoria: Desirée Monjardim Assistente de curadoria: Lina Ponzi Abertura: 10 de março de 2026, às 18h Visitação: Até 08 de maio de 2026 - 2ª a 6ª, das 9h às 17h Local: Sala José Cândido de Carvalho Rua Presidente Pedreira, 98. Ingá, Niterói