5 de março de 2025

‘DIA ZERO’: nova série da Netflix tem Robert de Niro como protagonista


A trama combina elementos de tensão política e espionagem, abordando temas contemporâneos como desinformação e a influência das grandes empresas de tecnologia.

“Dia Zero”, minisérie de suspense político da Netflix estrelado por Robert De Niro estreou no dia 20 de fevereiro.


Na série, De Niro interpreta George Mullen, um ex-presidente dos Estados Unidos que retorna à ação após um ataque cibernético ameaçar a segurança nacional.   
A trama combina elementos de tensão política e espionagem, abordando temas contemporâneos como desinformação e a influência das grandes empresas de tecnologia.


A série explora a complexidade das relações políticas e tecnológicas no século XXI, destacando os desafios enfrentados por líderes mundiais em um cenário de instabilidade global.


Com um elenco de peso e uma narrativa envolvente, “Dia Zero” promete prender a atenção dos espectadores do início ao fim.


Qual é a trama de “Dia Zero”?


“Dia Zero” segue a história de George Mullen, um ex-presidente dos Estados Unidos, que é chamado para liderar a Comissão Dia Zero.

Este grupo é responsável por investigar um ataque cibernético devastador que comprometeu sistemas essenciais do país, resultando em caos e inúmeras mortes.

Mullen se vê em meio a uma rede complexa de intrigas políticas, enfrentando não apenas ameaças externas, mas também figuras influentes de Wall Street, do governo e do setor tecnológico, cada uma com seus próprios interesses.

A minissérie mistura conspiração, espionagem e intriga política, refletindo os perigos das guerras tecnológicas modernas.

A narrativa é construída em torno de uma vulnerabilidade de segurança, conhecida como “dia zero”, que permite ataques cibernéticos sofisticados antes que os desenvolvedores possam corrigir as falhas.

O que significa “dia zero” no contexto da série?

No contexto da série, “dia zero” refere-se a vulnerabilidades de segurança em sistemas que são descobertas por hackers antes de serem identificadas pelos desenvolvedores.

Essas falhas são exploradas para realizar ataques cibernéticos altamente sofisticados, aproveitando brechas antes que possam ser corrigidas.

Na trama, o ataque que desencadeia os eventos da série ocorre justamente por meio de uma vulnerabilidade desconhecida, colocando em risco a segurança nacional.



27 de outubro de 2026
Como podemos propor outras formas de convivência entre humanos e não-humanos? É possível cultivar amizade e parentesco entre as espécies? O que podemos aprender com cavalos e éguas? Com esses questionamentos, as artistas-pesquisadoras Aline Bernardi e Dani Lima convidam o público para assistir ao espetáculo “Equina”, que volta em cartaz, de 07 a 29 de novembro, no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto/Sala Preta. A narrativa afetuosa busca pensar sobre políticas de cuidado e a manutenção da vida cultivadas a partir dessas relações interespécies. A criação é um desdobramento da pesquisa de doutorado de Aline, que também está em cena, no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da UFRJ. “A aposta desta obra é investigar de forma fabulatória como as ecologias relacionais e as alianças interespécies podem propor modos de reparação micropolítica em um mundo danificado”, explica a bailarina e pesquisadora Aline Bernardi. “A criação é um desdobramento da minha pesquisa de doutorado, que fabula memórias da relação de amizade e parentesco que tenho com cavalos e éguas”, completa. As raízes desta pesquisa remontam à infância de Aline, quando a artista morou na zona rural do oeste paulista, e teve uma convivência íntima com cavalos de uma fazenda onde seu pai trabalhava. A partir dessa história pessoal e dos diálogos travados com as pesquisadoras Donna Haraway, Vinciane Despret e Anna Tsing, “Equina” busca articular as três dimensões da ecologia, segundo o filósofo e psicanalista Félix Guattari: a das subjetividades, a social e a ambiental, para especular sobre o papel das alianças interespécies na regeneração da vida. “Fazemos um convite para praticarmos parentesco e amizade com outras espécies. Queremos questionar o uso exploratório e extrativista dos cavalos e das éguas, assim como de outras espécies, no processo de civilização humana, que levam às consequências da crise socioambiental que a gente está vivendo. O que me interessa é convocar nossa espécie a cultivar imaginários de interdependência e conexões colaborativas com as outras espécies e com tudo que está vivo em nosso planeta”, observa Aline. A pesquisadora também aponta seu interesse em dialogar com as cosmovisões indígenas, que criam alianças afetivas com outras espécies, conceito proposto por Ailton Krenak, e cultivam relações de respeito com animais, vegetais, rios, florestas, montanhas. Serviço Espetáculo: Equina Temporada: de 07 a 29 de novembro 2026 Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto/Sala Preta: Rua Visconde de Silva s/nº, ao lado do nº 292 – Humaitá. Acesso somente por escadas. Telefone: (21) 2535-3846 Dias e horários: sábados, às 19h, e domingos às 18h. Ingressos: 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada). Capacidade: 25 pessoas Duração: 1h Classificação etária: 18 anos Venda de ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/128177 e na bilheteria do centro cultural, de quarta a domingo das 15h às 21h.
27 de outubro de 2026
A comédia “O Nome do Bebê”, com Bianca Bin no elenco e direção de Elias Andreato, chega ao Teatro Axia Casa Grande, no Leblon, para uma curta temporada de 5 a 27 de novembro de 2026. As sessões serão às quintas e sextas-feiras, sempre às 20h, segundo a programação oficial do teatro. Na trama, Vicente e Anna, que esperam o primeiro filho, vão jantar na casa da irmã dele e do cunhado, com a presença de um amigo de infância, para anunciar o nome escolhido para o bebê. Vicente faz uma brincadeira infeliz e diz que a criança vai se chamar Adolfo. A partir daí, a conversa vira uma discussão crescente, que traz à tona memórias, ressentimentos guardados, preconceitos e contradições do grupo. Segundo a apresentação do espetáculo, a montagem discute a dificuldade de escuta nas relações mais próximas e a necessidade de aceitar o outro com suas diferenças. A versão brasileira, de acordo com o teatro, soma mais de 100 apresentações entre São Paulo e outras capitais antes de chegar ao Rio. Serviço • Espetáculo: O Nome do Bebê • Temporada: de 5 a 27 de novembro de 2026 • Dias e horário: quintas e sextas-feiras, às 20h (abertura da casa 1h antes) • Local: Teatro Axia Casa Grande — Avenida Afrânio de Melo Franco, 290, Loja A, Leblon, Rio de Janeiro (RJ) • Classificação: 12 anos. Menores a partir de 10 anos entram acompanhados dos pais ou responsáveis. Crianças de até 1 ano e 11 meses no colo do responsável não pagam. • Ingressos: à venda pela Eventim, canal oficial indicado pelo teatro, e na bilheteria. Valores na página de venda. • Informações: (21) 2511-0800